Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Haja homens e dinheiro para vinho!

Sexta-feira, 24.03.17

 

17309660_820631174752353_696180870122419457_n.jpg

Muito se tem falado de dinheiro, homens, mulheres e vinho. Não há cultura que os não tenha. As redes sociais são uma mistura de verdades e falsidades, pelo que, para chegar ao diamante, é preciso trabalho. O trigo e o joio crescem juntos e, diz o mesmo livro, é preciso discernir sempre. Uma opinião que construa bem comum torna-nos mais humanos porque incide sobre a vida de cada um de nós. Uma opinião tem mais valor ou razão se tiver em conta os aspetos da vida, sem nada esquecer. Sou eu que decido o que quero, por muito que apertem os condicionalismos que habitam nas minhas circunstãncias. Sou eu que paro, olho, e vejo. E peço ajuda.

Davide Rondoni está em Lisboa. Fui ouvi-lo ontem numa conferênia "O amor não é justo: uma leitura de Miguel Mañara". Antes dele o Pe Pedro Quintela fez um discurso que é tão verdadeiro e atual como a obra que fundou e dirige, o Vale de Acor. Assim começou o Meeting de Lisboa 2017, cuja abertura oficicial é hoje, e tem como tema "Do amor ninguém foge".

A alternativa de Mañara é também a minha. Não se trata de decidir entre a vida e a morte, mas sim entre o Amor e a Morte. O coração, o eu, tem uma sede de infinito que o faz procurar, por entre as mulheres e vinhos. Não encontra. E procura. É bom ser D.Juan. É sinal de um bater de coração, que não se satisfaz com meias tintas, nem com intermitências de prazer. Ele quer comer e beber o que mais deseja, e não desiste de procurar. Ao encontrar the one, e de ser correspondido, acaba por não a poder ter. Aí estão o problema e a solução. Amar é não possuir. Se te dizem "tu és a razão da minha vida", estão a dizer-te uma impossibilidade. Haja homens e dinheiro para vinho. Amar e ser amado, é lançarmo-nos, entre beijos e abraços, em algo que não abraçamos totalmente, sublinhou o incatalogável Pe Pedro Quintela.

Haja homens e dinheiro para vinho. Logo à noite, na praça de touros do Campo Pequeno, as pegas vão ser muitas. Do amor ninguém foge. Sei porquê e quero mais.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Fátima Pinheiro às 10:04

Ângelo Correia e Joaquim Sapinho - Engenho e Arte

Segunda-feira, 20.03.17

 

847698.jpg

17362830_1422996334418456_6404777945273496379_n.jpA semana passada foi surpreendente  (na fotografia em baixo, João Soares e José Milhazes). Amanhã promete : Ângelo Correia e Joaquim Sapinho - Engenho e Arte .

 

O primeiro é um engenhoso político, ex-ministro, empresário e especialista em assuntos internacionais. O segundo é artista, realizador de cinema e autor do galardoado filme “Deste lado da Ressurreição”, onde o surf, a religião e a vida, andam de mãos dadas. Têm em comum o amor pela vida, a atração pela serra de Sintra e o fascínio pela religião. Esta terça-feira vão estar numa conversa improvável (mais uma), dos ciclos Conhaque-Philo, promovidos pela bloger Fátima Viseu Pinheiro. O local é o de sempre, a Casa Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa, e a hora, a do costume, 21h30. É só chegar e ajudar a pensar. Com café ou conhaque. Contamos consigo.

 

17309698_816283698520434_8276098206395326207_n.jpg

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Fátima Pinheiro às 21:44

É hoje: João Soares e José Milhazes, em público, para falar de perigos e guerras

Terça-feira, 14.03.17

js.jpgmilhazes.jpg

 HOJE

 

MAR14

Sempre NÓS -JOÃO Soares E JOSÉ Milhazes - 14 MARÇO

Público 

 

JOÃO SOARES e JOSÉ MILHAZES como nunca os vimos. Dois homens bem diferentes, e com muito em comum, entre ‘Perigos e guerras’. Esforçados? Estarão hoje á noite3ª feira no Conhaque-Philo.

 

Provocador e desafiante, o Conhaque-Philo, uma iniciativa da bloguista Fátima Pinheiro, convida gente a conversar, com café, um vinho ou mesmo um conhaque, junta políticos, jornalistas, economistas, artistas, empresários. Nesta sua 3ªedição para debater ‘Sempre Nós’: os nós que são as pessoas, os nós que atamos e desatamos, os nós da nossa História, os que queremos agarrar para construir o presente e o futuro. Oue queremos do que nos espera? Orgulhosamente acompanhados?

 

Rui Ramos, Luís Osório e Siiri Milhazes abriram na 3ª-feira passada, de forma brilhante, este novo ciclo de tertúlias, conversando sobre ‘Só se conquista o que se dá’.

 

António Correia de Campos, Joaquim Sapinho, Ângelo Correia, Raquel Abecasis, Luís Miguel Cintra, Francisco Seixas da Costa, Filipe Magalhães, Pedro Abrunhosa, Rui de Carvalho, e Paula Roque, são os que se seguirão.

 

ENTRADA GRATUITA

 

Às 21h na Casa Museu Medeiros e Almeida, hoje

 

 

Programa

7 MARÇO (3ªfeira) – “SÓ SE CONQUISTA O QUE SE DÁ”
Rui Ramos/ Luis Osório/Siiri Milhazes

14 MARÇO (3ªfeira) – “ENTRE PERIGOS E GUERRAS”
João Soares/José Milhazes

21 MARÇO (3ªfeira) – “ENGENHO E ARTE”
Joaquim Sapinho/Ângelo Correia

28 MARÇO (3ªfeira) “PARA ALÉM DA TAPROBANA”
Raquel Abecasis/Luis Miguel Cintra/Francisco Seixas da Costa

4 ABRIL (3ªfeira) – “A FORÇA HUMANA”
António Correia de Campos/Filipe de Sousa Magalhães/Higino Cruz

12 ABRIL (4ª feira) – “Tens os olhos de Deus”
Pedro Abrunhosa/ Rui de Carvalho/Paula Roque 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Fátima Pinheiro às 10:47

O que têm comum JOÃO SOARES e JOSÉ MILHAZES

Segunda-feira, 13.03.17

is.jpg

 

O que têm comum JOÃO SOARES e JOSÉ MILHAZES?

Vão estar juntos amanhã à noite numa tertúlia do Conhaque-Philo 2017. O Tema "Entre perigos e Guerras" tem muito que se lhe diga e vamos ver João Soares  e José Milhazes como nunca os vimos. Dois homens bem diferentes, e com muito em comum, entre ‘Perigos e guerras’. Esforçados? 

Não se pode dizer o que vai ser a tertúlia. Ela é como o fado: ACONTECE.

Provocador e desafiante, o Conhaque-Philo, uma iniciativa da bloguista Fátima Pinheiro, convida gente a conversar, com café, um vinho ou mesmo um conhaque, junta políticos, jornalistas, economistas, artistas, empresários. 

Nesta sua 3ªedição para debater ‘Sempre Nós’: os nós que são as pessoas, os nós que atamos e desatamos, os nós da nossa História, os que queremos agarrar para construir o presente e o futuro. Oue queremos do que nos espera?

 

Vou desafiá-los a partilhar connosco o que entendem ser os maiores  perigos e  guerras de hoje.

 

Estarei orgulhosamente acompanhada.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Fátima Pinheiro às 15:19

Os afetos do PS

Quinta-feira, 09.03.17

WIN_20161110_13_42_20_Pro.jpg

 

 

Hoje foi Ferro Rodrigues. E António Costa.  Mais um louvor ao Presidente conhecido pelo presidente dos afetos. Eu gosto de afetos. Nem sempre vêm a tempo. Mas comigo têm vindo quando preciso deles. E sei o tempo de os dar.

Mas mudando de assunto, estou é indignada com o que a  Universidade Nova fez a Jaime Nogueira Pinto e ao que o contexto envolvido significa na realidade.  Não se faz. E agora? Precisa seguramente não só de afecto, mas que justiça seja feita. Precisa ele e a nossa sociedade. Há quem saiba o que tem que fazer.  Pilatos também têm lugar na História. Mas vou esperar. Estamos em Março do ano de 2017.  

Dois pesos e duas medidas?  E não é por se tratar de uma Universidade pública.

Aguém me diz afinal o que é uma Universidade? Há limites?

Quanto aos mimos, nunca são a mais, dizia-me a minha mãe. Desde que não falte o resto, arrematava.

Disseram-me agora que afinal nada foi cancelado. Foi só adiado. Retiro o que disse. Estas coisas acontecem. Até em Hollywood!

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Fátima Pinheiro às 08:59

"Só se conquista o que se dá"

Domingo, 05.03.17

rui ramos.jpgmw-1280.jpgSIIRI MILHAZES.jpg

“SEMPRE NÓS” na Casa Museu Medeiros e Almeida


“SÓ SE CONQUISTA O QUE SE DÁ”
7 de Março - 21h30
ENTRADA GRATUITA

Convidados:
. Rui Ramos
. Luís Osório
. Siiri Milhazes

Sempre nós? Por ser sobre cada um de nós, sempre. Porque a vida está cheia de nós, entre nós, por atar e desatar, sempre. Porque a nossa História tem os “nós” da primeira globalização, “feita” com genial “corda”: sangue, energia e criatividade. Sempre foi e é. Será?

As terças-feiras à noite prometem ser diferentes na Casa-Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa, a partir de março e durante seis semanas. Às 21h30 iniciam-se conversas provocadoras e desafiantes entre Fátima Pinheiro e os seus convidados, enquanto bebem um café, um vinho ou mesmo um conhaque.

A Sala do Lago da Casa-Museu Medeiros e Almeida é o palco intimista, com entrada livre e sem necessidade de inscrição prévia. A filósofa Fátima Pinheiro, conhecida na blogosfera como Conhaque-Philo, é a autora do blogue Rasante (http://rasante.blogs.sapo.pt/), sendo a moderadora, ao longo de 1h30, do “Sempre nós”. Esta iniciativa insere-se nos encontros Conhaque-Philo, já na 3.ª edição.

“Sempre nós” é, simultaneamente, o nome desta iniciativa e a temática transversal aos mais diversos entrevistados: políticos, jornalistas, economistas, artistas e empresários. Estão confirmados Rui Ramos, Luís Osório, Siiri Milhazes, João Soares, José Milhazes, Joaquim Sapinho, Ângelo Correia, Raquel Abecasis, Luís Miguel Cintra, Francisco Seixas da Costa, António Correia de Campos, Filipe De Sousa Magalhaes, Higino Cruz, Pedro Abrunhosa, Ruy de Carvalho, Paula Roque, e são esperadas algumas surpresas.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Fátima Pinheiro às 20:30

Duplos só mesmo nos filmes

Terça-feira, 28.02.17

cenaa.jpg

imagem tirada da net

 

 

 

 

Vidas duplas? Na, na. Duplos só mesmo nos filmes. O resto é farsa, falta de carácter, vegetalidades.  Uma vida dupla ou quádrupula é tudo menos vida, neste sentido em que ao acusarmos o sujo que é uma vida assim, estamos a pressupor que a vida tem cara limpa; e tem uma cara.  É frontal, e não tem máscaras. Numa palavra, não é um carnaval!

Caixa Geral de Depósitos, Paulo Núncio, Holywood (sim a cena do "duplo" envelope), Trump, Sócrates, enfim, o afinal havia outra, não é vida que se mereca. Mais, se assim não fosse até se poderia dizer vidas duplas, triplas, assim como as fichas. A ligar e a desligar. A camalear. Um ver se te avias.

A excitação em torno do que o Papa disse sobre a vida dupla dos católicos, aplica-se a qualquer farsa, venha ela de que religião ou partido. Há uma tendência para descambarmos, é certo. Mas não são as falhas que me definem. Mas dito pelo Papa, ai Jesus! Ainda não se percebeu que ele está sempre em mood de teasing? E o que é que um católico tem a mais que os outros? E quem disse que a Religião é uma Moral? É mas é uma desculpa para se ir adiando decisões sobre matérias tão complexas, como a dos deuses e a do mal, e que a curta vida, que ainda a tornamos mais curta com os stresses, mais vale ir andando, cantando e rindo, que depois logo se vê. Mais, e, agora de acutileza teórica: qualquer argumento contra o Cristianismo com base nas fraquezas dos seus membros, cai de imediato porque assenta no falso pressuposto de que ele se fundo na perfeição. Antes pelo contrário, aqueles primeiros 12 foram escolhidos assim, "normais", um passo em frente, dois para tràs, para continuarem Cristo na História (a louca pretensão da Igreja).

A vida de um homem é um todo, peça única. Vidas duplas são farsas e quejandos. Mas há quem seja assim, por escolha. Muitas vezes "é-se escolhido". Cadáveres ambulantes. É à vontade do freguês.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Fátima Pinheiro às 17:19

A minha tia costumava viver em Paris

Domingo, 26.02.17

 

I remember, she used to come home and tell us

Stories about being abroad and

I remember that she told us she jumped in the river once
Barefoot

She smiled
Leapt, without looking
And tumbled into the Seine
The water was freezing
She spent a month sneezing
But said she would do it again

Here's to the ones
Who dream
Foolish, as they may seem
Here's to the hearts
That ache
Here's to the mess
We make

She captured a feeling
Sky with no ceiling
Sunset inside a frame
She lived in her liquor
And died with a flicker
I'll always remember the flame

Here's to the ones
Who dream
Foolish, as they may seem
Here's to the hearts
That ache
Here's to the mess
We make

She told me
A bit of madness is key
To give us new colors to see
Who knows where it will lead us?

And that's why they need us
So bring on the rebels
The ripples from pebbles
The painters, and poets, and plays

And here's to the fools
Who dream
Crazy, as they may seem
Here's to the hearts that break
Here's to the mess we make

I trace it all back
To then
Her, and the snow, and the Seine
Smiling through it
She said
She'd do it, again"

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Fátima Pinheiro às 08:59

Um ateu credenciado

Domingo, 19.02.17

criancas-olhos-azuis_diegomaximino.com-2.jpg

imagem tirada da net

 

Eu não tenho fé que a minha camisa é branca, tenho a certeza, tenho a certeza que a minha camisa é branca,  afirmou Ricardo Araújo Pereira à Rádio Renascença., apontando para a camisa.

Esta entrevista foi seguida na mesma linha do seu discurso no evento FAITH'S NIGHT OUT, ontem,numa espécie de “Ted Talks” sobre a fé, que juntou cerca de 1470 pessoas no Centro de Congressos de Lisboa. TED? Agora é tudo em "estrangeiro"...
 
Somos muito mais parecidos do que parece", crentes e não-crentes, afirmou. Olhe que não, olhe que não! Estou ao nível do discurso filosófico. A fé é acreditar sem ver. Pode provar-me que há coisas que só por não se verem não existem? Há "ver" e "ver." Eu clarifico. Quando você olha nos olhos de alguém, vê o olhar, ou só os olhos? Não vou incomodá-lo mais. Tive mesmo para ficar calada. Mas a conversa é como as cerejas. Eu também estudo filosofia, faz mais comichão calar-me. 
 
Fez questão de dizer que era "um ateu especial", uma espécie de não-crente "credenciado" (esta palavra é minha), ou seja que teve uma educação sempre em escolas católicas, a culminar na Universidade Católica Portuguesa. Que é um um homem que tem altas expectativas, que precisa de consolo, neste mundo que por vezes é abismo. Neste aspecto sim, somos mesmos iguais. Que viu e vê muita gente, crentes, a darem a vida por ideais louváveis. Acontece que as religiões, se têm apenas a função de transmitirem e realizarem valores, não são são necessárias, contrariamente ao que disse, que a religião  tem essa função. Para isso temos a ONU, e a Declaração Universal dos Direitos Humanos. 
 
Fez questão de dizer que ainda não viu o "Silêncio". E? Até parece que é um mandamento para crentes e não crentes.
 
“Não se esqueçam que são crentes” e “mantenham a vossa fé.”, disse o humorista. Era o que faltava! Só se o disse como humorista!  Basta-me muito bem o Papa. 
 
Quem é crente não se esquece do essencial da sua fé: Cristo. O cristianismo não é uma moral, é uma Pessoa. O Ricardo diz que ainda não viu o filme "Silêncio". E precisa? Mas quer um conselho? No dia em arrecadamos mais um Urso de Ouro, vá ver "Os olhos da Ásia", do realizador português João Mário Grilo, realizado há 20 anos, filme baseado no mesmo livro que inspirou Scorcese. Ou então o La La Land. que é um filme fabuloso.
 
No "ponha aqui o seu pezinho" - fumié, fossa e oceano a afogar lentamente - é que a  porca torce o rabo. Falo por mim. Foge! O que me salva é que a Igreja, com a plena consciência e sabedoria do seu CEO, é feita de pessoas como eu. E é através delas - e não apesar delas- que tem uma História da qual também se pode orgulhar. Ignoro o que terá sido o seu percurso educativo, mas não nasci hoje.
 
Como disse ontem no Púbilco Miguel Esteves Cardoso, agora aplicado a si: Ricardo, você é não crente, "que bom para ti" (good for you). Mas eu não sou inglesa, sou como a Cuca Roseta.

  

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Fátima Pinheiro às 11:05

Quem Escreve as suas Memórias ?

Sábado, 18.02.17

 

mem.jpg

imagem tirada da net

Não estou a pensar agora em mim. Falo sim em Memórias para a História com letra Grande. Eu sei que cada dia tem o seu afã, e que "não deixes para amanhã o que podes fazer hoje". Mas a verdade é que também não confundo agitação com movimento. Anda por aí muita barata tonta. Para ser clara: a Madre Teresa de Calcutá, por exemplo, cortava em frente, não escreveu as suas Memórias. 

Interessa sim construir a História. Escrever? A ela, a Irmã dos mais pobres dos pobres, que os acolhia em Sua casa, sobrou-lhe contudo tempo para escrever, preto no branco, o que pensava da política, dos homens, enfim, da vida. Ou seja, escreveu mesmo, sim, as suas Memórias. Mas em vários livros. Uns mais místicos, outros sobre as suas obras. Uma panóplia maravilhosa a explorar. Mas escreveu-as não por serem as memórias dela, mas as Nossas. Escreveu para nos lembrar do essencial. Obrigada e obrigada a quem escreve para me lembrar do essencial. E por certo, o essencial não se chama agitação, nem fogo de artefácios. Tem um nome, simples, mas marcante. Sabem qual é, não sabem?

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Fátima Pinheiro às 10:43






links

imagens rasantes



comentários recentes




subscrever feeds