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Rasante

Rasante

Correia de Campos, Seixas da Costa e Filipe Magalhães no Conhaque

Um homem vale mais que uma ilha

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Na Ilha da Madeira há pessoas que acham que haveria melhor nome para o Aeroporto. Ouvi agora, nas notícias. Mas acrescentam que como o Primeiro Ministro e o Presidente de Portugal vão estar na Cerimónia, então é porque está bem.

Cristiano Ronaldo é genial. O Turismo é fundamental. Agora o nome que se vai dar ao aeroporto da illha da Madeira é roubar a nossa História. Mais uma vez se mostra um ato de política do cifrão e do futebol. É também reduzir um homem como CR7. Parem de instrumentalizar o rapaz. O maquievelismo no seu fulgor. Isto entristece uma portuguesa como eu. Por muito que voe, Ronaldo vale mais que um avião. Ou como  dizia o outro "nenhum homem é uma ilha".

 

Luis Miguel Cintra, Raquel Abecasis e Ludovic Martins

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Para além da Taprobana’ é o tema da sessão 4 do Conhaque-Philo que desta vez nos mostra três estrelas: do jornalismo, do teatro e dos céus.

 

Raquel é sub diretora de informação da rádio renascença.

Luís, prémio Pessoa, é um senhor da cultura, do teatro em especial, fundador da Cornucópia.

Ludovico, engenheiro do ambiente, é um astrónomo amador, passou pelo Centro Ciência Viva de Sintra          

 

Esta terça-feira vão estar numa conversa improvável (mais uma), dos ciclos Conhaque-Philo, promovidos pela bloger Fátima Viseu Pinheiro. O local é o de sempre, a Casa Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa, e a hora, a do costume, 21h30. É só chegar e ajudar a pensar. Com café ou conhaque. Contamos consigo.

 ver mais em 

www.coolture.pt

 

www.facebook.com/events/214075612406229/

 

Um Presidente Também Precisa de Afeto

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Marcelo espalha afeto por todo o Portugal. De onde lhe vem a energia? O Presidente esteve no Meeting de Lisboa 2017, neste sábado à tarde. Já tinha estado no ano passado, e estará para o ano, disse-o nas palavras finais, de saudação aos participantes neste evento anual, que já faz história na Praça de Touros do Campo Pequeno. Nascido de uma vida que é o Movimento Comunhão e Libertação, é um evento cultural no autêntico sentido do termo. Não é um discurso, mas uma presença. Não é uma utopia mas um Acontecimento.

O tema deste ano: Do amor ninguém foge. Como já aqui referi, a frase tem a sua história, a de um homem chamado José que passava a vida a fugir das prisões até que foi parar a uma das prisões do sistema APAC, no Brasil, que difere, entre outros elementos, em que as chaves estão nas mãos dos reclusos.O Juiz responsável por grande parte desta obra foi um dos conferencistas que inaugurou o Meeting. Ao visitar o lugar de onde José já teria fugido, espantado deu com ele lá. Porque não fugiste?, perguntou -lhe. Do amor ninguém foge, foi a resposta daquele homem. Não é utopia, não é discurso.

O que se Mostra são pessoas cheias de vida e obra, contagiam, mudam, protagonizam, fazem acontecer. Entre exposições, conferências, testemunhos, reflecte-se nas caras das pessoas que nele participaram. Uma Coisa maior que nós, que tem por nome Cristo.

Marcelo disse : o Meeting é para carregar baterias. Eu diria que é para carregar o coração. O meu precisa de carregar cada dia.Tem uma fome e uma sede do Amor, um vazio rico na sua pobreza. Como testemunhou um rapaz italiano de 21 anos, saido da toxicodependência, este vazio é a força que o faz andar em frente, de fratura exposta a fazer história, a mudar corações, a começar pelo seu. Do Amor ninguém foge. 

Haja homens e dinheiro para vinho!

 

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Muito se tem falado de dinheiro, homens, mulheres e vinho. Não há cultura que os não tenha. As redes sociais são uma mistura de verdades e falsidades, pelo que, para chegar ao diamante, é preciso trabalho. O trigo e o joio crescem juntos e, diz o mesmo livro, é preciso discernir sempre. Uma opinião que construa bem comum torna-nos mais humanos porque incide sobre a vida de cada um de nós. Uma opinião tem mais valor ou razão se tiver em conta os aspetos da vida, sem nada esquecer. Sou eu que decido o que quero, por muito que apertem os condicionalismos que habitam nas minhas circunstãncias. Sou eu que paro, olho, e vejo. E peço ajuda.

Davide Rondoni está em Lisboa. Fui ouvi-lo ontem numa conferênia "O amor não é justo: uma leitura de Miguel Mañara". Antes dele o Pe Pedro Quintela fez um discurso que é tão verdadeiro e atual como a obra que fundou e dirige, o Vale de Acor. Assim começou o Meeting de Lisboa 2017, cuja abertura oficicial é hoje, e tem como tema "Do amor ninguém foge".

A alternativa de Mañara é também a minha. Não se trata de decidir entre a vida e a morte, mas sim entre o Amor e a Morte. O coração, o eu, tem uma sede de infinito que o faz procurar, por entre as mulheres e vinhos. Não encontra. E procura. É bom ser D.Juan. É sinal de um bater de coração, que não se satisfaz com meias tintas, nem com intermitências de prazer. Ele quer comer e beber o que mais deseja, e não desiste de procurar. Ao encontrar the one, e de ser correspondido, acaba por não a poder ter. Aí estão o problema e a solução. Amar é não possuir. Se te dizem "tu és a razão da minha vida", estão a dizer-te uma impossibilidade. Haja homens e dinheiro para vinho. Amar e ser amado, é lançarmo-nos, entre beijos e abraços, em algo que não abraçamos totalmente, sublinhou o incatalogável Pe Pedro Quintela.

Haja homens e dinheiro para vinho. Logo à noite, na praça de touros do Campo Pequeno, as pegas vão ser muitas. Do amor ninguém foge. Sei porquê e quero mais.

Ângelo Correia e Joaquim Sapinho - Engenho e Arte

 

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17362830_1422996334418456_6404777945273496379_n.jpA semana passada foi surpreendente  (na fotografia em baixo, João Soares e José Milhazes). Amanhã promete : Ângelo Correia e Joaquim Sapinho - Engenho e Arte .

 

O primeiro é um engenhoso político, ex-ministro, empresário e especialista em assuntos internacionais. O segundo é artista, realizador de cinema e autor do galardoado filme “Deste lado da Ressurreição”, onde o surf, a religião e a vida, andam de mãos dadas. Têm em comum o amor pela vida, a atração pela serra de Sintra e o fascínio pela religião. Esta terça-feira vão estar numa conversa improvável (mais uma), dos ciclos Conhaque-Philo, promovidos pela bloger Fátima Viseu Pinheiro. O local é o de sempre, a Casa Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa, e a hora, a do costume, 21h30. É só chegar e ajudar a pensar. Com café ou conhaque. Contamos consigo.

 

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É hoje: João Soares e José Milhazes, em público, para falar de perigos e guerras

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 HOJE

 

MAR14

Sempre NÓS -JOÃO Soares E JOSÉ Milhazes - 14 MARÇO

Público 

 

JOÃO SOARES e JOSÉ MILHAZES como nunca os vimos. Dois homens bem diferentes, e com muito em comum, entre ‘Perigos e guerras’. Esforçados? Estarão hoje á noite3ª feira no Conhaque-Philo.

 

Provocador e desafiante, o Conhaque-Philo, uma iniciativa da bloguista Fátima Pinheiro, convida gente a conversar, com café, um vinho ou mesmo um conhaque, junta políticos, jornalistas, economistas, artistas, empresários. Nesta sua 3ªedição para debater ‘Sempre Nós’: os nós que são as pessoas, os nós que atamos e desatamos, os nós da nossa História, os que queremos agarrar para construir o presente e o futuro. Oue queremos do que nos espera? Orgulhosamente acompanhados?

 

Rui Ramos, Luís Osório e Siiri Milhazes abriram na 3ª-feira passada, de forma brilhante, este novo ciclo de tertúlias, conversando sobre ‘Só se conquista o que se dá’.

 

António Correia de Campos, Joaquim Sapinho, Ângelo Correia, Raquel Abecasis, Luís Miguel Cintra, Francisco Seixas da Costa, Filipe Magalhães, Pedro Abrunhosa, Rui de Carvalho, e Paula Roque, são os que se seguirão.

 

ENTRADA GRATUITA

 

Às 21h na Casa Museu Medeiros e Almeida, hoje

 

 

Programa

7 MARÇO (3ªfeira) – “SÓ SE CONQUISTA O QUE SE DÁ”
Rui Ramos/ Luis Osório/Siiri Milhazes

14 MARÇO (3ªfeira) – “ENTRE PERIGOS E GUERRAS”
João Soares/José Milhazes

21 MARÇO (3ªfeira) – “ENGENHO E ARTE”
Joaquim Sapinho/Ângelo Correia

28 MARÇO (3ªfeira) “PARA ALÉM DA TAPROBANA”
Raquel Abecasis/Luis Miguel Cintra/Francisco Seixas da Costa

4 ABRIL (3ªfeira) – “A FORÇA HUMANA”
António Correia de Campos/Filipe de Sousa Magalhães/Higino Cruz

12 ABRIL (4ª feira) – “Tens os olhos de Deus”
Pedro Abrunhosa/ Rui de Carvalho/Paula Roque 

 

 

O que têm comum JOÃO SOARES e JOSÉ MILHAZES

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O que têm comum JOÃO SOARES e JOSÉ MILHAZES?

Vão estar juntos amanhã à noite numa tertúlia do Conhaque-Philo 2017. O Tema "Entre perigos e Guerras" tem muito que se lhe diga e vamos ver João Soares  e José Milhazes como nunca os vimos. Dois homens bem diferentes, e com muito em comum, entre ‘Perigos e guerras’. Esforçados? 

Não se pode dizer o que vai ser a tertúlia. Ela é como o fado: ACONTECE.

Provocador e desafiante, o Conhaque-Philo, uma iniciativa da bloguista Fátima Pinheiro, convida gente a conversar, com café, um vinho ou mesmo um conhaque, junta políticos, jornalistas, economistas, artistas, empresários. 

Nesta sua 3ªedição para debater ‘Sempre Nós’: os nós que são as pessoas, os nós que atamos e desatamos, os nós da nossa História, os que queremos agarrar para construir o presente e o futuro. Oue queremos do que nos espera?

 

Vou desafiá-los a partilhar connosco o que entendem ser os maiores  perigos e  guerras de hoje.

 

Estarei orgulhosamente acompanhada.

 

Os afetos do PS

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Hoje foi Ferro Rodrigues. E António Costa.  Mais um louvor ao Presidente conhecido pelo presidente dos afetos. Eu gosto de afetos. Nem sempre vêm a tempo. Mas comigo têm vindo quando preciso deles. E sei o tempo de os dar.

Mas mudando de assunto, estou é indignada com o que a  Universidade Nova fez a Jaime Nogueira Pinto e ao que o contexto envolvido significa na realidade.  Não se faz. E agora? Precisa seguramente não só de afecto, mas que justiça seja feita. Precisa ele e a nossa sociedade. Há quem saiba o que tem que fazer.  Pilatos também têm lugar na História. Mas vou esperar. Estamos em Março do ano de 2017.  

Dois pesos e duas medidas?  E não é por se tratar de uma Universidade pública.

Aguém me diz afinal o que é uma Universidade? Há limites?

Quanto aos mimos, nunca são a mais, dizia-me a minha mãe. Desde que não falte o resto, arrematava.

Disseram-me agora que afinal nada foi cancelado. Foi só adiado. Retiro o que disse. Estas coisas acontecem. Até em Hollywood!

 

 

 

"Só se conquista o que se dá"

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“SEMPRE NÓS” na Casa Museu Medeiros e Almeida


“SÓ SE CONQUISTA O QUE SE DÁ”
7 de Março - 21h30
ENTRADA GRATUITA

Convidados:
. Rui Ramos
. Luís Osório
. Siiri Milhazes

Sempre nós? Por ser sobre cada um de nós, sempre. Porque a vida está cheia de nós, entre nós, por atar e desatar, sempre. Porque a nossa História tem os “nós” da primeira globalização, “feita” com genial “corda”: sangue, energia e criatividade. Sempre foi e é. Será?

As terças-feiras à noite prometem ser diferentes na Casa-Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa, a partir de março e durante seis semanas. Às 21h30 iniciam-se conversas provocadoras e desafiantes entre Fátima Pinheiro e os seus convidados, enquanto bebem um café, um vinho ou mesmo um conhaque.

A Sala do Lago da Casa-Museu Medeiros e Almeida é o palco intimista, com entrada livre e sem necessidade de inscrição prévia. A filósofa Fátima Pinheiro, conhecida na blogosfera como Conhaque-Philo, é a autora do blogue Rasante (http://rasante.blogs.sapo.pt/), sendo a moderadora, ao longo de 1h30, do “Sempre nós”. Esta iniciativa insere-se nos encontros Conhaque-Philo, já na 3.ª edição.

“Sempre nós” é, simultaneamente, o nome desta iniciativa e a temática transversal aos mais diversos entrevistados: políticos, jornalistas, economistas, artistas e empresários. Estão confirmados Rui Ramos, Luís Osório, Siiri Milhazes, João Soares, José Milhazes, Joaquim Sapinho, Ângelo Correia, Raquel Abecasis, Luís Miguel Cintra, Francisco Seixas da Costa, António Correia de Campos, Filipe De Sousa Magalhaes, Higino Cruz, Pedro Abrunhosa, Ruy de Carvalho, Paula Roque, e são esperadas algumas surpresas.