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A mim não me enganas tu

por Fátima Pinheiro, em 29.05.17

 

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Foi ao pequeno almoço. Com o dia em frente. Estava uma das minhas revistas preferidas mesmo ao meu lado. Uma daquelas que não li, e está em banho maria quase há um ano, numa mesa da sala. Porque sim, gosto da "Attitude" e do  tema de capa deste número: felicidade. "Aquela é uma pessoa de atitude", dizemos por vezes. "Mas não ganha nada com isso", acrescentamos por vezes. O outro é que se safa. Sem um propósito à altura do humano que nos mede, a vida acaba por ser uma sucessão de safadices, sacanices, violências: físicas, psicológicas, morais religiosas. Contra homens, animais e mais que haja. Atitude: é precisa? perdeu-se?

Tenho presente atitudes de que me orgulho, nos outros e em mim. E sei que é ambivalente. Atitude de ditador e de santo, de mafia e de gebo. A questão é a montante. Não vale a pena fingir. O melhor para mim é saber o que quero, cara a descoberto, desmascarada. Sempre, sempre, a perguntar. A quem sabe claro. E às coisas também. Usar inteligência e liberdade. O resto, a grande parte da performance, está nas minhas mãos. A minha atitude.

Sem ela , sem uma atitude sustentada, acabo por vegetar, e não ser feliz. Sim, a felicidade não passou de moda. Posso dizer que a rosa é feliz, mas a felicidade aplica-a em primeiro lugar a quem sabe se o é, ou não. E a mim não me enganas tu, diz a canção.

 

 

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6 comentários

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De Anonimo a 29.05.2017 às 21:26

Estou em crer que não está a ver bem as coisas.
Isto não é uma cidade como Lisboa ou Porto e embora a qualidade de vida ser incomparavelmente melhor, infelizmente as oportunidades e opções de escolha são bastante mais reduzidas, quer seja a nível de oportunidades de trabalho, e esta zona não é das mais deprimidas dentro desta região, quer ao nível das opções que aqui há para uma pessoa sair (à noite). Quando as coisas estão mais ou menos boas é quando há festas porque de resto é para esquecer.
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De Fátima Pinheiro a 29.05.2017 às 21:33

vejo muito bem mesmo. eu sou saloia.

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