Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Rasante

Rasante

De passitos...

images (10).jpg

 

 

Entrei hoje em Campanha eleitoral por Pedro Passos Coelho. E estou cheia de razões!!!! Querem ler?

Grão a grão enche a galinha o papo, devagar se vai ao longe. E o seu contrário: quem não arrisca não petisca, quem vai ao mar perde o lugar. Olho a História Universal e os casos confirmam. Nem preciso de puxar muito pela cabeça. Não sou vingativa em relação aos que nada fazem e parece terem tudo, nem em relação aos que só sabem prejudicar. E muitos são os que agem assim para comigo. Também não me deixo ir por conversas de recompensas futuras.  Em última análise a vida é um eterno presente. Nem digo: o último a rir é o que ri melhor, um dia hão-de ver, e frases do género. Mesmo que tudo diga que não, quem vive o agora é que é.

Olho à minha volta e vejo. Limitadamente, claro. É apenas um olhar. Mas há os outros olhares todos onde vejo o que eles vêem. Limitadamente. O que nos torna  numa espécie de companhia ilimitada. As novidades sucedem-se umas atrás das outras. Que raio de conversa esta hoje?!!!!

É que Portugal precisa de governo. Como dona de casa sei bem o que isso é. Quem vejo ao meu redor que tenha mostrado trabalho feito, paciência para suportar sacanices, mentiras e injustiças?  Quem está no lugar onde é mesmo preciso estar? Estar mesmo, e não apenas para a fotografia? Quem tem falado para apontar o que está errado? Quem é discreto e corajoso? Quem não se atreve a dar passos maiores que as pernas? Quem dá os passitos certos, na hora? Quem é honesto e não vive a fazer de conta mas em primeira mão, a prescindir de cosméticos e de campanhas de imagem caras?

Quem foi capaz de enfrentrar Ricardo Salgado e dizer "acabou- se  papa doce"?

Leio agora no DN digital que o Presidente da República, em entrevista ao Diário de Notícias que será publicada no próximo fim de semana, lembra que vivemos numa democracia e, "portanto, em democracia não há desaparecimento de vítimas, não há, como se contava de algumas ditaduras estrangeiras, aviões a lançar corpos no mar. Isso não existe". Mas, e agora digo eu, numa Democracia não há desaparecimento do primeiro-ministro, leia-se António Costa, quando o País mais precisa. Numa Democracia não há desaparecimento do Comandante Supremo das Forças Armadas, num momento de autêntico caos, de dito por não dito. De desnorte de soberania. Não estaremos a brincar aos indíos e cowboys! ? Não estou a dizer que o PR não tenha estado lá (depois da confusão dos primeiros dias esteve, depois desapareceu e só voltou - obviamente - depois da lista divulgada). Estou a falar de desaparecimento de autoridade. 

Nessa entrevista ao DN  - uma entrevista a dedo para assegurar o regular funcionamento das insituições... -  o PR pede "cabeça fria". Mas isso é o que mais tem havido!!!! Quer mais fria do que a do primeiro ministro que vem falar de segredo de justiça em relação à tal lista!!!  E de reformas para o futuro e no computador e mais dinheiro na saúde e planos e planos, a serem feitos mesmo ali, em Pedrógão (deve ser para fazer o luto....) para um Interior global, sustentável e digital? Segundo a sua conceção de Democracia, Senhor Presidente, o seu  António Costa não sabe o que isso é.  E pelos vistos o Senhor também não. Também o que poderia eu esperar: não foi o Senhor que lhe deu o governo sem ele ter ganho as eleições? 

 

 

3 comentários

Comentar post