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Rasante

Rasante

Eu a ter visões e aparições

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O bom bom foi mesmo o 13 de Maio no meio da confusão do recinto. Mas valeu a pena ver e ouvir as televisões, na véspera. Não muda muito em relação ao que as pessoas têm dito de Fátima nestes dias que antecedaram e sucederam à visita do Papa. Impressiona- me a ignorância em relação a este assunto, como em relação à Religião e às Igrejas. É semelhante em relação à filosofia. Toda a gente fala dos filosófos, sem nada ter aprendido de significativo acerca deles. O "Penso, logo existo" é um bom exemplo. De Matemática ninguém se atreve a falar com tanta ligeireza. Mas percebe-se...

Pior ainda quando a essa ignorância se junta uma visão da vida "porque sim", sem indagação, sem estudo, por "dá cá aquela palha". Não me venham com inquisições, pedofilias, torturas, crimes financeiros, ditaduras, e quejandos. Há disso tudo em todas as instituições. Eu nunca fui ao engano e sei que a cera das velas é reciclada e meter ao bolso é que está a dar. Sempre foi e será o afrodisíaco dos poderes. E sei que o primeiro papa, o apóstolo Pedro, a rocha sobre a qual Cristo edifica a sua Igreja, foi o mesmo que O negou três vezes.

Voltando a Fátima. Vi reportangens cretinas. Uma Tvi com peças ignorantes, perniciosas, e subversivas. E muito mais. Alguém se preparou? É a tv espetáculo, luta de audiências a qualquer preço. Quem estudou a matéria? Quem sabe o que se disse em Fátima a 13 de Maio em 2000? O que é o terceiro segredo? O que disse Francisco de novo, nesta sua visita? O que se pssou na Rússia em 1917? O que distingue estes últimos três papas em termos não só de simpatia e diplomacia, mas em termos teológicos e filosóficos? Que  escreveram?

E como era Jacinta? O que fazia, como vivia, que personalidade? Em que diferia do irmão?

 

S.Paulo disse que ao lado de Cristo tudo é esterco. Bem descreveu  Francisco que "Fátima é um manto de luz". Cabe e cobre tudo.

Ninguém é obrigado a ser católico. Poupemo-nos. Mas sejamos adultos, decentes. A conversa do respeito e da tolerância é um pressuposto, e não deixa de ser estranho termos que dizer que o somos.

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