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Rasante

Rasante

Kilo metrosexuais

 

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Pelo sim, pelo não, é melhor dizer que não tenho nada contra as pessoas metrosexuais. Um homem faz o quer, ponto. A liberdade é o must. Agora, eu também sou livre. Tenho pelos e tiro alguns. Mas prefiro ir mais longe, um género ou espécie de kilometrosexuais. Tá-se memo a ver que ontem vi muito pessoal quasi desnudado. A acordar com esta capilar narrativa!

Pessoas muito rapadas parecem-me galinhas depenadas. Sempre disse às minhas filhas para não fazerem depilação total e que um dia iria vir a moda das peludas. Para os cabeleireiros o negócio não se estragaria porque se inventaria o método do implante de pelos. Sintéticos ou naturais e de todas as cores. E eu a pagar para tirarem definitivamente, e depois a pagar para depois porem, também definitivamente. Definitivamente já foi o que era. Ou não? A morte sim, é definitiva. Aí é que não há pelo que resista. Mas a gente sabe lá...

Uma vez tirei os pelos como as brasileiras e jurei para nunca mais. Não é por causa do doer, nada me dói na depilação, às vezes até adormeço. É porque alguns pelos fazem falta. E porque não me interessa o sim porque sim. Acho até esta conversa um bocado estúpida. Só falo disto porque anda por aí. Então no verão! É porque a Maria de Lourdes, filha da Madona, exibe sua penugem axilar sem pudor. É ela e uma do Mónaco, que vi na Ola espanhola. É guess quem das belas portuguesas dos cor de rosa fez isto ou aquilo.  Tudo muito divertido. Eu gosto de tudo. De tudo o que acontece. Mas há coisas de que gosto mais. E há coisas de que gosto mesmo. E há aquilo de gosto definitivamente.