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Rasante

Rasante

Não quero um catolicismo às mijinhas!

 

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Prefiro substantivos a adjectivos. Ser católico significa ser humano. Eu não inventei o catolicismo e por isso ao encontrá-lo tenho o prazer de o ir descobrindo. E cada dia verifico a sua beleza e a sua eficácia, por muito que acontecam coisas que parecem contradizer o que acabo de dizer. Não adianta dizer que uma coisa faz bem se não a experimento. E disto não se sai. E dizem-me: é bom para ti, para mim pode não ser. Ou pior, dizem-me: isso não é bom para ti! E nasce um bloqueio. Não estamos a falar da mesma coisa. 

Ser católica é expermintar uma felicidade sem igual. O catolicismo, mesmo na sua ignorância, e mesmo por causa dela, dá a resposta mais completa aos problemas humanos. O catolicismo tem uma pretensão como nenhuma outra. E eu, como não quero nada às mijinhas, decididi um feliz dia meter-me a caminho. Aconteceu- me. A única coisa que então fiz foi ser livre de seguir. É o que continuo a fazer. Não me queiram cortar as asas. Não conseguem. Vivam pedaços de Catolicismo, não me impinjam um catolicismo raquítico e cegueta, de conveniências. 

Ser católico é saber O Catecismo. Isto vale mesmo para quem não sabe ler. Mas saber de experiência feito, não de bocas foleiras e virgens ofendidas. Obra feita, quero dizer. Se eu disser Madre Teresa ou Papa Francisco, percebe-se, verdade?