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De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.


13
Jan15

 

 

imagem do filme Casablanca (1942)/ tirada da net

 

Não podemos deixar as coisas com estão. Em Paris. Mas também na Nigéria (só que aqui ninguém repara). Na minha família. Em mim. Na minha porta. Na minha cidade. Ontem fui ouvir o que a este propósito disse o meu Patriarca na Conferência que fez nos Encontros de Santa Isabel 2015, precisamente sobre "Um Sínodo Diocesano para não deixar as coisas como estão", no Auditório da Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa. Já se vomita terrorismo, mortos inocentes, mãos com sangue inerte. Vomita-se o "tudo bem", o "tá-se", o "saudinha", "o Ronaldo é que é". Eu não quero uma vidinha. Muito menos andar entretida. Pretenders? Desses só mesmo os que cantam. Nem quero o Papa porreirinho. Quero para mim e para cada um o que de melhor há. Missão Impossível? Era o que faltava. De utopias está o inferno cheio. É que o meu desejo de infinito, de felicidade, de paz, de justiça, de amor, e todos estes, é tão grande que não é meu. Não o vou deitar fora, nem escondê-lo. I will always have Paris?

 

Sou eu a decidir e a viver o que desejo. "Podemos e devemos dar a volta à realidade", desafiou o Patriarca na missa a que presidiu no primeiro dia de 2015. "Assim como a liberdade espiritual nos faz libertadores dos outros, também os cativeiros de espírito nos tornam opressores dos demais, reduzidos que ficam a joguetes das nossas paixões, ou obstáculos a anular para as satisfazer". Quer o realismo da experiência humana como a ilustração das páginas bíblicas revelam que quem é livre, liberta, enquanto que quem é escravo de si mesmo torna-se opressor dos outros.

 

Francisco, agora em Ásias nunca dantes "navegadas"? É o pacote completo. O Pacote que D.Manuel comprou na A Alegria do Evangelho e o fez convocar um Sinodo para 2016. "O Bispo deve favorecer sempre a comunhão missionária na sua Igreja diocesana, seguindo o ideal das primeiras comunidades cristãs, em que os crentes tinham um só coração e uma só alma (cf. At 4,32) (...) o objetivo destes processos participativos não há de ser principalmente organização eclesial, mas o sonho missionário de chegar a todos." (Papa Francisco,  A Alegria do Evangelho, nº31). Como?

 

Mudou a cidade - somos urbanos de semana, rurais ao fim-de -semana, e litorais no Verão - , disse D. Manuel. Vamos contemplar a cidade? A mensagem evangélica, essa, não muda. Ver no fundo, é isso que é contemplar. Eu quero para mim e para todos a esfuziante e serena alegria que brota deste Pastor que me foi dado.

 

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