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Rasante

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Quem decide as eleições...

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Volto ao meu tema recorrente nestes últimos tempos do diz que diz, e depois diz outra coisa. E desaparece e volta a aparecer. E permite e promove declarações "sabe Deus", como aquela do CEMGFA, sobre a sucata. Anda a calar Marcelo, ou então Marcelo é mesmo assim. Mas porque volto a Costa? Eu explico. É mesmo para ateu não crer, ou não querer, depende da perspectiva.

Primeiro era a tanga. Depois da fuga veio o período socrático. Fartança. Passos veio a seguir e começou a  reconstruir Portugal, depois de tanto desgoverno e de bolsos de muitos a encherem-se sob uma a justiça low profile, isto é, com dois pesos e duas medidas.

Com Passos tivemos pois que apertar o cinto. Ao fim de um Governo de medidas austeras porque necessárias, mesmo assim ganhou as últimas eleições. Mas, diz quem diz saber, não chegava para governar. Marcelo dá o Governo a um PS que inventou, em conjunto com gente interessada, a famosa geringonça. E agora, expliquem-me, todos os dias dizem-me que - e apesar das recentes tragédias causadas por um governo em férias - as nossas vidas estão uma maravilha. Como se consegue uma coisa assim?

Eu sei que quem decide as eleições são os bolsos. Todos os dias oiço que vão aumentar as reformas, os subsídios, que vamos ter mais não sei quantos hospitais. Coisas boas.  E as coisas que não funcionam e que prometem que a casa um dia destes vem outra vez abaixo? Não, não sou desmancha prazeres. Sou é a favor de muitas vezes ter que fazer o que não gosto, quando é preciso. Detesto sim a mentira, a imparcialidade, o mau gosto e a falta de carácter. E que estraguem o meu país, a vida das pessoas.

Desmintam-me: caminhamos de ilusão em ilusão, para um Portugal virtual, ou a curto prazo, verdade? Quem não quer por mão nisto? Costa virá abaixo, um dia. Entretanto goza na minha cara. E na sua?