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De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

O novo livro de José Milheses, “Rússia e Europa: Uma Parte do Todo”, levou Guilherme Oliveira Martins a apresentá-lo há dias na Câmara de Lisboa  e a um exclusivo no Sputnik. © SPUTNIK/ VLADIMIR SERGEYEV 

“Infelizmente há uma grande ignorância a propósito da relação entre a Rússia e a Europa. Essa ignorância deve-se fundamentalmente a um grande desconhecimento, que não é apenas português, é um desconhecimento europeu. Diga-se, aliás, que muitos dos desenvolvimentos recentes da questão ucraniana se devem à ignorância sobre o cerne da questão e a importância geográfica e geoestratégica desta região”, disse.

"Eu sou muito otimista relativamente ao futuro e à democracia na Europa Oriental. É por isso que conhecendo eu bem a Rússia, referi aqui várias das minhas incursões – Moscovo [Moscou], São Petersburgo, Kiev, Kazan – e a minha ideia fundamental é esta: os europeus têm que conhecer melhor a Rússia, têm que conhecer melhor as culturas do território russo. Nesse sentido, a paz na Europa depende da existência daquilo que José Milhazes (eu uso a mesma expressão) tem referido como o modus vivendi  europeu com a cultura e as culturas da Rússia. É por isso que, no caso da Ucrânia, é indispensável conhecermos bem esse território, as suas origens, a sua diversidade, uma vez que Kiev é algo de matricial da cultura russa, como sabemos, mas o território ocidental da Ucrânia foi parte, até à Primeira Guerra Mundial, do Império Austro-Húngaro. A causa da paz passa pela compreensão da Ucrânia. É indispensável a compreensão dessa diversidade e a compreensão de que a cultura russa, que é também europeia, é responsável por grandes obras: estou a falar de Tolstoi, Dostoyevsky, Pushkin, Chaikovsky. Perguntar-me-á “mas o que é que tem tudo isso a ver?” É que não haverá Europa se não houver uma consciência da complementaridade entre os velhos povos europeus, entre aqueles que, designadamente, são nossos irmãos e que têm tanto a ver conosco e que vivem no território russo.

“Nós temos que entender que o grande problema hoje na Europa, no Mediterrâneo Oriental, a causa, no fundo, da paz depende da compreensão do lugar e do protagonismo da Rússia no contexto europeu, eurasiático e do mediterrâneo oriental. O livro começa por algo que é crucial: percebermos o papel, o lugar da Rus de Kiev na Europa. (…) Relativamente à Rússia moderna, a questão de Kiev é uma espécie de Guimarães para a História portuguesa (…) A Ucrânia de hoje é constituída por um território que, inequivocamente faz parte da matriz da cultura russa. A relação da Rússia com a Europa é uma relação perfeitamente natural. Temos que perceber, pois, que não há Europa, não há geoestratégia europeia, sem a compreensão do modus vivendi com a Rússia, do lugar da Rússia nessa relação.” Leia mais aqui.

 

 

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milhazes e eu.jpg

O novo livro de José Milhazes, "A Rússia: parte de um todo", foi ontem apresentado por Guilherme Oliveira Martins. Com o rigor de um tribunal de Contas, introduziu-nos a uma obra que entende obrigatória, uma das melhoes que a Fundação Francisco Manuel dos Santos agora integra na sua coleção, tendo mesmo desafiado a instituição a enviá-la aos ministros dos negócios estrangeiros. Milhazes tem um valor inestimável. É um homem bom, e fácil de encontrar. Viveu na URSS e na Rússia uma vida e regressou cheio. Dois doutoramentos, um poço de sabedoria, um homem recto (ainda os há), divulgador nato, tem a paixão de ensinar, o que aliás está sempre a fazer. Mas porque não está numa Universidade? Perguntei-lhe se ele não gostaria, e ele disse que sim. Qual? A que me quiser aceitar.

O Doutor José Millhazes - assim o referiu ontem , por várias vezes, Guilherme Oliveira Martins - passa a vida de um lado para o outro, estão sempre a chamá-lo para falar da Rússia. Bruxo! Ele é que sabe do assunto. Quem perde não é ele, mas nós. Porque não está numa Universidade? Porque a inveja está muito bem espalhada (não é o bom senso, como pensava Descartes) e porque há poucos homens corajosos como ele. Estamos à espera que ele morra, para depois batermos palmas atrasadas e dizer que não havia como ele? Vamos deixar de lado caras de missa de sétimo dia! Nunca é tarde,oiço. Às vezes é. Noutro dia escorreguei numa casca de banana. Por acaso fiquei bem. 

O que deixo em cima em registo audio é só isso. Depois de ver e ouvir fiquei sem perguntas à altura. Quando ele lecionar numa das nossas universidades vou ser uma das primeiras a inscrever-me.

 

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24
Dez15

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/serei-a-couve-do-natal-1718328

 

OPINIÃO

Serei a couve do Natal?

Evitemos a tentação de vegetarmos na existência; e atiremo-nos antes a ela, com toda a liberdade, o empenho e a afeição

Três Conversas com Eduardo Lourenço é o meu recente livro, saiu a semana passada. Estamos no Natal e o livro fala de couves. Por isso escrevo este artigo, que é o meu presente para estes dias e noites, mais ou menos felizes ou santos. E adianto já que não quero ser a couve. Umberto Eco espantou-se um dia — contaram-me anteontem — pelo facto de os seus netos não saberem o que era o presépio. Eu já nada me espanta. Não é tudo à la carte? Uma cambada de couves é o que felizmente somos. Mas a luta não é minha. Meu só a liberdade. Poderá haver melhor?

O livro nasceu de um encontro improvável. Não nos conhecíamos. Admirava-o. Cruzámo-nos numa recepção, abordei-o e o pensador ouviu-me. Achava-o hermético, ele foi simples. E alguém sugeriu: passem a livro! Falámos de tudo: fé, razão, Europa, família, educação, filosofia e arte, vida e morte. Como se fosse a primeira e a última vez. “Discernir é o grande problema”, diz o pensador a dada altura. O meu presente de Natal é assim lembrar, lembrar-me, a alternativa que se põe com mais agudeza e ternura no Natal. Nestes encontros e reencontros de família, ou de quem não a tem, mas tem abraços a dar e a receber. É tudo uma questão de decisão. Ninguém escapa ao milenaríssimo fio da navalha que é também um fio de chocolate quente a regar o melhor sonho da noite. E dum embrulho, vamos lá saber a história.

Lourenço, como sempre, é brilhante. Afirma a páginas tantas: “Em função do que ainda não existe, do tempo do futuro, a gente dá um passo e nessa acção é que nós nos humanizamos, é que nós ultrapassamos as barreiras. Ultrapassamos barreira e barreira, e atingimos um objectivo. Damos um outro passo. A vida é feita desses passos contínuos, uns atrás dos outros, mas nenhum está pré-determinado. Se não déssemos um passo, ficávamos pa­rados num sítio, como um legume.”

Desembrulho então o meu presente, e ponho a parada como se segue. Um dos grandes contributos que a leitura da obra e o conhecimento da pessoa de Eduardo Lourenço nos traz é o desejo de darmos este passo: evitarmos a tentação de vegetarmos na existência; e antes atirarmo-nos a ela, com toda a liberdade, o empenho e a afeição.

Mestre em Filosofia pela UCP

 

 

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22
Dez15

o Papa na Bola

por Fátima Pinheiro

 

imagem tirada da net 

 

A conversa com o Papa Francisco sobre A BOLA será contada hoje pela jornalista da Rádio Renascença, numa tertúlia com Guilherme d’Oliveira Martins, às 21.30 horas, na Casa Museu Medeiros e Almeida, na Rua Rosa Araújo (perto da Cinemateca) em Lisboa.

A iniciativa é da blogger Fátima Pinheiro - eu - e vem encerrar um ciclo de conferências realizadas no passado mês de novembro e este mês, tendo como pano de fundo a Europa. É um ciclo que vai ter o seu "prolongamento" no primeiro trimestre de 2016. O Futebol está sempre pressente (o ano passado teve na sua sessão final o senhor Fernando Santos e o Cardeal Patriarca http://sicnoticias.sapo.pt/…/2014-12-17-Fernando-Santos-e-D….)

Este ano ano junta hoje  a vaticanista e jornalista da RR, Aura Miguel - que no avião papal mostrou o Jornal "A Bola" ao Papa, e o Dr. Guilherme Oliveira Martins, que dispensa também qualquer apresentação.

A Bola  deu um empurrão, uma espécie de GOLO, para que esta inciativa cultural se tornasse mais visível, ao publicar no seu espáço uma notícia sobre o evento. Não o faço por mim, faço pelos valores que aqui estão implicados.

Sei que esse Jornal não precisa de mim para nada. Mas também sei que a Bola pode ganhar a estima que a pessoa do Papa Francisco nos merece. O QUE DISSE O PAPA AO VER A PRIMEIRA PÁGINA DA BOLA? O Segredo é desvendado hoje à noite. A ENTRADA É LIVRE.

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 imagens tiradas da net, a da esquerda trata-se de um caso similar ao que refiro; a da direita é o Papa a chegar ao Uganda ontem.

 

A minha leve aproximação a queimaduras é um escaldão na praia. Estou a falar da minha pele. E mesmo assim não é nada do outro mundo. É que sou morena (e por acaso bem gira!),passa depressa. Hoje faz 50 anos que um punhado de religiosos católicos a anglicanos do Uganda foram quemados vivos. Alguns deles torturados antes aqui. Foi para fazer memória deste facto que o Papa Francisco se deslocou a África. 

Sei destas coisas porque ainda há pessoas que as contem. Neste caso a Aura Miguel, jornalista da Rádio Renascença, e a única vaticanista portuguesa. Diz ela que foi por causa da fé que o fizeram. Ninguém lhes tirou a vida, mas sim foram eles que a deram, à semelhança d'Aquele pelo qual o fizeram. 

A jornalista acompanha o Papa, tal como acompanhou João Paulo II e Bento XVI , e desta vez teve o apoio da "minha" Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (que eu dantes pensava que era "quase" só jogos). A fé é de uma atualidade que impressiona, que é excepcional. Imparável, permanente, atravessando séculos de humanidade, que é exaltada através de tanta asneira, de tanto mau senso! Estou a falar da minha pele e dos meus companheiros de Jesus. O Papa jesuíta, já tinha lembrado na missa da manhã em Santa Marta que   a " Igreja é fiel se o seu tesouro é Jesus e não as seguranças do mundo”. Obrigada queridos irmãos ugandeses.

(a Aura Miguel vai estar no Conhaque-Philo 2005, no dia 22 de Dezembro, muito bem acompanhada, para nos contar os pormenores e a Europa, que somos.)

 

 

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13
Nov15

Portugal, precisa-se!

por Fátima Pinheiro

 

 Sátántangó , Béla Tarr, imagem tiradad da net

 

 

José Ribeiro e Castro,Raquel Abecasis e Pedro Quintela numa conversa inacabada no Conhaque-Philo, sobre a Europa. Decorreu ao mesmo tempo em que Maria de Belém confessava a Maria João Avillez, na Capela do Rato, que gostava do Pai-Nosso e que o Povo é quem mais ordena. Com efeito, na 4ªa feira a Casa Museu Medeiros e Almeida foi lugar de mais uma tertúlia do  Ciclo "A Europa Somos nós". O meu gravador não registou tudo, deixo simplesmente o mote de Ribeiro e Castro (na minha amadora gravação). Digo apenas que me esclareceu este "juntar"  de pessoas tão diderentes e tão iguais, de obra feita e a fazer. Foi uma espécie de "personstorming".

Uma jornalista que é mesmo jornalista, sem esquemas ou  poses mediáticas, com olhos de perguntar, a querer abarcar todos os factores e não o polticamente correto, e que na vida e no trabalho é a mesma pessoa; um padre, mistura de S.Francisco e S. António, a quem a vocação foi a de seguir, não a Academia, onde seria uma estrela, mas a fundação e direção de uma Associação,o Vale dÁcor, que acolhe e cuida de pessoas com toxicodependência; um europeista convicto, de perfil mais conhecido que os outros, e que aportou ao debate a porta que o vale dÁcor alberga, promessa de felicidade para cada um. Sim, porque Portugal e a Europa somos nós. Refere literatura especializida, e lembra em que prato da Balança Portugal está. Não é brincadeira, precisa-se.

 

Na próxima 3ªfeira, dia 17, sentam-se no mesmo local Francisco Sarsfield Cabral e João Luís César das Neves sob o mote: "A juventude da Velha Europa". A nossa.

 

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10
Nov15

 

 à porta da Capela do Rato estava o Rui Ochoa

 

“A Europa não existe” disse Eduardo Lourenço na abertura do Conhaque-Philo2015, faz hoje uma semana. Não existe mas seduz, comentei. Ele, que estava ao lado de José Manuel Fernandes para conversar sobre o tema “Europa: Observas-te a ti mesma?”, coincidia com este num ponto: a crise é profunda, é diferente das outras, por não ser uma crise intra-europeia, e é necessário encontrar saídas. Ou não?

A Europa não existe, a Europa somos nós. A lembrar o que Oliveira dizia do Cinema: o cinema não existe, o que existe são as cadeiras. O mesmo a dizer dos “públicos”: só os urinóis. Existiram sim para mim esta semana (por entre os milhares de "agoras" que vivi) o cruzar-me com aqueles dois bons rapazes mais um outro, Marcelo Rebelo de Sousa – nas conversas sobre Deus, uma iniciativa do Pe Tolentino Mendonça -, a provocarem-me  uma reflexão sobre a Europa.

Eu sei que uma barriga vazia precisa “primeiro” de pão. Mas eu vejo muita barriga cheia, a começar pelo meu lindo umbiguinho, bem longe destes maduras “peripatices”. E no entanto ela seduz! E porquê? A India e a China, disse o José, fornecem tecnologia e mão de obra, ao passo que a Europa é o Museu. Não que nela não se "faça" do bom e do melhor, mas porque a Europa é o  lugar de memória. Não de um fixismo no passado, mas de um húmus do qual se alimentam liberdade e criatividade. De mulheres e homens que são bons – Marcelo sublinhou que “Deus é a razão de ser da vida” -, pelo menos e sobretudo no sentido ontológico (a moral vem “depois” é outra coisa). De homens e mulheres que são capazes de amar mas têm tendência a ter medo uns dos outros – “O drama do nosso tempo é o medo do outro” (Bento XVI) – e que precisamente por meio desses medos e desuniões vão atraindo e seguindo em frente, incluindo. Eu sei que parece que não. Mas nem tudo o que parece é.

 

 

 

 

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29
Out15

A Europa como nunca a viu

por Fátima Pinheiro

 

Carlos do Carmo, imagem tirada da net

 

Pois é. A Europa, tema central mas até agora mais ou menos exclusivo para académicos, saltou para o meio da praça com o acordo de esquerda que aí vem.

Se podemos ter um Governo apoiado pelos comunistas e bloquistas que nos querem fora do euro, como vamos ficar na Europa?

E que Europa é esta que nos exige o que não conseguimos dar? E que Europa é esta onde uns acolhem e outros expulsam refugiados? E que Europa é esta onde todos sonham vir parar mas onde o sonho parece estar a ruir? Que Europa é esta, onde os velhos direitos se vêem gregos para conviver com o novo (velho?) capitalismo  emergente? Que Europa é esta?

Provocador e desafiante, o Conhaque-Philo, uma iniciativa da bloguista Fátima Pinheiro que convida gente a conversar, com café, um vinho ou mesmo um conhaque,  vai juntar políticos, jornalistas, economistas, artistas e quem mais vier. Para debater a Europa.

É na Casa Museu Medeiros e Almeida, Rua Mouzinho da Silveira, em Lisboa. Entre 3 de Novembro e 22 de Dezembro, uma vez por semana, «A Europa somos nós».

Só para abrir o apetite: começa com Eduardo Lourenço e José Manuel Fernandes, já no dia 3, a responderem à pergunta: «Europa: Observas-te a ti mesma?». E acaba a 22 de Dezembro, com Jorge Silva Melo e Aura Miguel a questionarem se no mapa europeu «Há mais vida para além do cenário».

Não resista. Vão lá estar o João Botelho, a Sofia Areal, o João Soares, o Pe Pedro Quintela, o José Milhazes, a Raquel Abecasis, a Aura Miguel, o Francisco Sarsfield Cabral, o João César das Neves, o Luís Osório e o Carlos do Carmo.

Desafiante e provocador! A Europa somos nós.

 

Programa em detalhe:

Conhaque-Philo 2015 - A EUROPA SOMOS NÓS

 A Casa-Museu Medeiros e Almeida acolhe o CONHAQUE-PHILO 2015, uma iniciativa da bloguista Fátima Pinheiro https://www.facebook.com/pages/Conhaque-Philo/520931661373616?fref=ts . Durante sete sessões semanais (3, 11, 17, 25 Novembro/ 1, 8 e 15 de Dezembro, das 21.30 às 23h - ENTRADA LIVRE – R.Mouzinho da Silveira,6,Lx) o tema é “A Europa somos nós”.

Facebook: https://www.facebook.com/casa.museu.medeiros.e.almeida

Website: www.www.casa-museumdeirosealmeida.pt

Uma conversa informal, provocadora e desafiante entre quem desafia e todos os que quiserem assistir e ser desafiados. A Sala do Lago da Casa-Museu transforma-se num espaço descontraído, onde se bebe um café, um vinho... ou mesmo conhaque.

 

3 Novembro

Europa: Observas-te a ti mesma?

Eduardo Lourenço/ José Manuel Fernandes

 

11 Novembro (4ª feira)

Que Vale, a Europa?

José Ribeiro e Castro/Raquel Abecasis/ Pe Pedro Quintela

 

17 Novembro

A juventude da velha europa

Francisco Sarsfield Cabral/João Luís César das Neves

 

25 Novembro (4ª feira)

As virtudes do desassossego

João Botelho/Sofia Areal

 

1 Dezembro

 Onde acaba a Europa?

José Milhazes/ João Soares

 

8 Dezembro

Se deixasses de ser minha?

Luís Osório/Carlos do Carmo

 

22 Dezembro

 Há mais vida para além do cenário?

Aura Miguel/Jorge Silva Melo* (*a confirmar)

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DB 2.jpg

 Durão Barroso/imagem tirada da net

 

O Conhaque-Philo ao vivo começa só  a 4 de Novembro. Mas como a vida são dois dias, e muitas agendas estarão neste momento já bem recheadas, então façam favor de anotar o que aqui deixo.  Em 2014 o Conhaque-Philo encerrou juntando à mesa  o selecionador nacional, Fernando Santos, e o cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, assim: http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2014-12-17-Fernando-Santos-e-D.-Manuel-Clemente-juntos.  A Casa-Museu Medeiros e Almeida acolheu a iniciativa da bloguista Fátima Pinheiro: Durante 7 sessões semanais, à 3º feira, FALEMOS dos OUTROS, foi uma conversa, com tema pré definido, mas informal, provocadora e desafiante entre quem desafiou  e todos os que quiseram assistir e serem desafiados.Foi todas as 3ªs à noite entre 4 de Novembro e 16 de Dezembro, com os temas que abaixo se indicam. A moderação foi feita pela bloguista.

4 Nov – FALEMOS dos OUTROS - Eduardo Lourenço e Sofia Areal

11 Nov – A gestão do amor - António Pinto Leite e Albano Homem de Melo

18 Nov – O que pode a literatura - Maria do Rosário Lupi Bello e Paula Mendes Coelho

25 Nov – As curvas do mundo - Francisco Seixas da Costa e Jaime Nogueira Pinto

2 Dez – E a leste? - José Milhazes e Henrique Monteiro

9 Dez – O que “faz” a beleza – José Mouga e Luísa Pinto Leite

16 Dez – O que é “selecionar”- Fernando Santos e D.Manuel Clemente.

 

A Sala do Lago da Casa-Museu transformou-se num espaço descontraído, onde cada um pode acompanhar e participar nesta iniciativa sentado a uma mesa enquanto bebia um café, um vinho... e conhaque, claro.

 

Este ano, também com ENTRADA LIVRE, todas as 2ªas feiras , a começar a 4 de Novembro e a terminar a 14 de Dezembro,  das 21h e 30m às 23h, a bela Sala do Lago da CASA-MUSEU MEDEIROS E ALMEIDA  promete ainda mais. O tema?  "A Europa em Nós". Durão Barroso encerra, e com ele estará também um special one. E os outros convidados, sempre dois a dois, são de se lhes tirar o chapéu...

 

 

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