Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

04
Jan16

Miguel Araújo: a primeira vez

por Fátima Pinheiro

miguel_araujo.jpg

 imagem da net

 

https://soundcloud.com/fatima-pinheiro-4/miguel-araujowma

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

 Miguel Araújo, ontem no encerramento do Meeting/ TM rasante

 

Miguel Araújo, um dos membros fundadores do grupo "Os Azeitonas", deu ontem o toque final do Meeting de Lisboa 2015. Fê-lo com um olhar e uma presença onde "há qualquer coisa" . O seu recente album a solo "Crónicas da Cidade Grande" é qualquer coisa! Obrigatório. Fala de mim, como poucos. Fala de todos, ao cantar a vida de um homem, o José Santos, um homem "normal", com uma vida que termina na "Valsa Redonda" , última música do album.

 

Trocamos algumas palavras no final da sua intervenção no painel conclusivo do Meeting. Registei-as e gravei-as num lugar dentro de mim. Um olhar que ganhei. E é isto que, não sei por que feitiço, nos vai dando sempre novo alento.

 

Foi um encontro, que afinal é o que este evento cultural pretende ser: um espaço de encontro. Verifiquei-o neste seu olhar cantante, que sabe que a felicidade é um dever, é uma coisa que dá muito trabalho, com o gozo de ter sempre a mão na massa. O Norte tem uma pronúncia e um olhar onde "ele há qualquer coisa"...

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

 ontem à noite /TM rasante                                      Miguel Araújo/ Imagem da net

 

aqui dei notícia do Meeting de Lisboa 2015, a decorrer na tenda do CCB e que termina hoje. O  tema: "Se a felicidade não existe, então o que é a  vida ?" “São histórias de homens e mulheres que vivem na certeza da felicidade que queremos propor no Meeting Lisboa, através de exposições, encontros, concertos e espaços de convívio” resume a Associação Cultural Meeting Lisboa (ACML) promotora da iniciativa.  "É que há qualquer coisa", é o que vai "cantar" Miguel Araújo - o dos Azeitonas - na conferência de encerramento às 16h. Vou a correr, a hora mudou.

 

Ontem à noite, Elvira Fortunato, Henrique Leitão e Afonso Reis Cabral testemunharam que os Prémios que receberam são partilhados e que ajudam, incentivam, e são uma coisa boa que aumenta exposição e responsabilidade, mas estão noutro registo, que não é o da felicidade. A felicidade existe sim, mas não é efémera. Um prémio não enche o "coração". É uma alegria momentânea. A vida? Uma pergunta encarnada que nos toca. 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D


Links

imagens rasantes