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De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

14
Dez17

 

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A minha pergunta vem porque uma amiga minha escreveu no facebook que há coisas que ela preferiria não saber. Isto a propósito da entrevista do agora ex-secretário de estado e do seu relacionamento com a Rarissimas. Eu tinha acabado de  ver a entrevista.  A entrevista entristeceu-me muito.

Ao almoço a entrevista foi tema de conversa. A certa altura eu disse que se  calhar  era melhor  não saber certas coisas, e que as redes sociais em certa medida poderiam ser uma perda de tempo. Depois pensei melhor.

Ser político envolve uma responsabilidade distinta. Quer dizer, diferente das outras e, por outro lado, a Política é para ser nobre, elevada. Não é como conduzir uma coisa qualquer. É como conduzir um país. É o destino das pessoas que pode estar em causa. A Política pode ter muitas cores. A Política é construida por homens, não por deuses. Contudo a Política não pode ser a bel-prazer.  Da Política se exige e dela devem decorrer exigências.

Obrigada à Ana Leal. Obrigada às redes sociais. É bom saber que  homens e mulheres temos ao leme. Até para que saibamos se o leme e o norte se perderam.

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30
Jun17

Mijinhas ou evidências segundas.

por Fátima Pinheiro

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imagem tirada da net

 

É o esplendor nos relvados! Hoje é o dia mundial das redes sociais. Que fiche! Olho o dia , oiço as notícias, os gémeos de Ronaldo, as barrigas de transição (não é agradável dizer barrigas de aluguer, até parece que pagamos por uma barriga), mais a barriga de Georgina, maravilha! Uma espécie de "paradoxo da tangência" (que adoro, no Canal Q). Nada se censura ao menino de diamante! Mais o SIRESP, as cinzas da catástrofe com um Costa impune e um presidente que não gosta de abrir frentes, um Passos a agir como não deveria (mentira, Passos não engana...),  a telenovela de Pinho (coitado do homem!), mais grupos de trabalho, a maravilha que são os êxtases das autárquicas,  os movimentos em torno do peido de Sobral (basta ter ouvido para se perceber que não é assim como pintam), enfim tudo às mijinhas. 

Porque não uma política de longo alcance? É tudo mais simples do que parece. Fabrice Hadjadj, que dirige o Instituto Europeu de Estudos Antropológicos Philanthropos de Friburgo, considera que a actualidade teria a ganhar se recordasse as evidências primeras: "que a mulher é mulher e o homem é homem; que o matrimónio é entre um homem e uma mulher; que as vacas não são carnívoras; que o natural não é uma construção convencional; que o ser não é o nada”.

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16
Jun17

Grande mariquice

por Fátima Pinheiro

 

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 imagem tirada da net

 

Eu sei que estou a fazer o mesmo que hoje critico. Mas não faz mal, é só hoje! Isto dava mesmo pano para mangas. Podemos dizer "Madonnas há muitas!". Pois podemos, e até devemos. E títulos também. Mas o que agora ponho  aqui no meu blog se calhar enferma já de vícios de olhar. Uma Madonna já não é o que era. Nem um título. Muitas vezes não sabemos ao que vamos, outras vezes somos enganados. Para ir ao que interessa tenho passado, antes, a ler os verdadeiros opinion makers, que para mim são pessoas que pensam. Referências. Graças a Deus ainda há quem pense. Parafraseando Nuno Abecasis, "o que se escreve ou é uma coisa séria, ou é uma grande mariquice". Referia-se à política, mas não estamos longe dessa grande área. Pensar, escrever, dizer, fazer. Exterminar as barracas intelectuais que crescem em tablets e coisas digitais, como se o caminho fosse por aí. Digital sim, mas com cérebro. E a Madonna?

Não sei quem escolheu o título da exposição que está agora no Museu das Janelas Verdes, sobre a Mãe de Deus. Mas também isso não me interessa. Olho o título e poderia ser um convite a uma exposição sobre a estrela rock que tem andado pelo nosso país, e, diz-se, vai comprar a bela Quinta do Relógio, em Sintra, onde neste momento me encontro. Ainda ontem passei por ela, pela Quinta.

A exposição tem como título "Madonna. Tesouros dos Museus do Vaticano". Embora a cantora não seja ainda de museu, o título combina com ela no mood de um Dan Brown ou de um Rodrigues dos Santos. Estratégia de marketing para chamar para uma visita ao museu? É mesmo ao arrepio de chamar as coisas pelos nomes. As pessoas em geral pensam que Madonna é a Madonna. Como uma vez, estavamos perto da Páscoa, pus no Goole "Quaresma" e sairam-me só coisas de futebol.  

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imagem tirada da net

 

Recebi esta mensagem hoje, de manhã: "16 homens na tua área querem encontrar alguém".  Todas as mulheres com um perfil parecido com o meu recebem seguramente semelhantes . As redes não brincam e quem me manda a mim estar nelas? Por outro lado, tive uma noite cheia de pesadelos e, como de costume, acordo com um post na cabeça para por aqui. Era sobre o telemovel. Mas o imprevisto apanhou- me, e vieram- me à cabeça estes senhores que visionei, juntinhos, quadros num quadrado no écrã do meu computador. Se calhar foi da noite mal dormida, o tema saiu outro.

Ontem esqueci- me do tm em casa. E o dia foi muito mais produtivo, geri melhor o tempo e mais outras coisas muito, muito interessantes. Ia escrever uma coisa do género: vou passar a esquecer-me do tm em casa. Vou sim passá-lo ao silêncio e fazer uma gestão inteligente. Mas lá veio outro assunto. Fiquei a pensar no significado daquela mensagem. E cheguei a umas conclusões.

O assunto é sério. E nem é preciso pensar muito. Quanto a números, é muito mais que 16, de certeza. Depois há que dizer que a perspetiva está errada. Eles precisam sim de se encontrarem a si proprios, de saber mesmo porque e para que é que querem encontrar alguém. Se calhar o que querem é outra coisa. Diz o povo, digo eu, "quem procura sempre encontra."  O sindrome patinho feio, o síndrome avestruz, não resultam em nada. Que tal um voo rasteiro e ser uma pessoa interessante, mesmo? Nada cai do céu aos trambolhões. Toca a trabalhar. Auto estimemo-nos!

 

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22
Mai17

Passas?

por Fátima Pinheiro

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 Sintra

 

"Passar" é dos verbos mais ricos e polivalentes que temos. Misterioso mesmo. E muito, muito estratégico. Sem ele não se vai onde planeamos. Por isso acabamos por deixar de planear, o que não nos favorece. Certo é que são poucos o que lhe tiram o chapéu. Usamo-lo à toa, com aliás usamos tudo, muitas vezes, à toa. O tempo, nas suas rotinas, está sujeito a mudanças. Começa uma semana, outra vez. Decidi passar a fazer a diferença. Vou passar a dar umas passas bem boas.

No meu tempo "dar uma passa", todos sabiam o que era. Não deixava se ser uma forma de passar o tempo, melhor ainda, era uma forma de não o deixar passar. Decidi que hoje não vou deixar passar nada em branco. O mesmo é dizer que decidi ser "eu". Discernir, para saber por onde e para onde quero passar. Navegar à vista, siga a marinha, mas não sem passar por um olhar avassalador, curioso, cheia duma justiça que até pode admitir que me pisem os calos. Agora, ninguém  me passa a ferro, nem passa sem que eu esteja no lugar que me compete. Nem Pilatos. Nem Herodes.

A Comédia é divina, eu sei. Passar em Bruxelas, sim, está anunciado para as hoje às 10h e 30. Passo para onde? Se eu não decido e não luto por isso, passo a uma prateleira. Pode ser. Sou soberana da minha liberdade.  Mas não há uma prateleira igual a outra. Tudo o mais é passar a vida a ver como os outros passam as suas. Estratégicos facebooks que ajudam a queimar o tempo e a encher muitos bolsos, que passam a estar cheios de nada.

E passou tudo tão depressa, diz-se. Não acho nada. Ritmos diferentes, escolhas, tolerâncias, respeitos e liberdades. Nada disso. Os nuetros hermanos  dizem "no passa nada". Não meus queridos: passa tudo! Nós é que andamos mesmo distraídos. Zénicos? Ok, mas q.b.

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10
Mai17

O transplante

por Fátima Pinheiro

Transplante é "arrancar de um lugar para plantar em outro." Vem isto a propósito do que se tem passado nas redes sociais, por estes dias. É uma palavra que sintetiza, ilumina e chuta-nos para a frente, cheios de razões. 

As redes sociais fazem já parte da nossa pele. Sei que nem todos o sabem, acham que podem passar sem elas, mas depois, quando vamos a ver, sabem muito para quem diz que não sabe. Mas é certo que  nem todos têm feitio para aqui parar, e reparar, e mais coisas que não vêm agora para aqui chamadas. Eu tenho feitio para isto, sujo as mãos, lavo-as e ganho, perdendo o que não presta e que não faz falta a ninguém. Hoje apeteceu-me escrever um post "O Papa está com Sarampo". Isto porque por vezes aparecem notícias falsas e eu, parva, acredito. É tudo tão rápido, que às vezes não penso; apeteceu-me entrar no jogo. Mas não. Transplanto-me para o lugar onde posso ser mais eu, e onde continuarei a ser igual a cada um. E também lá estarei, ao pé da Azinheira.

Esta semana em que 100 anos de Aparições trazem a Portugal  um homem invulgar, diferente, brincamos. São os pinos de Nossa Senhora (por amor de Deus, D.Januário!), e que o Papa está arrependido de ter dito que vinha, ou que considera inadequada a tolerância de ponto. Até José Miguel Júdice, que nada parece mostrar que percebe de Teologia, fez hoje de teólogo, na TVI 24... 

O que nos vale é que Salvador Sobral que mesmo a precisar dum transplante de coração, canta que, mesmo assim,  o dele pode amar por dois. 

 

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05
Mai17

Geringonça intelectual

por Fátima Pinheiro

Aquela caipirosca, ao pôr do sol, à beira mar, hmmm! É subjectivo, senão eu não dava por nada. E o meu pequeno almoço, hoje de manhã, subjectivo. O sumo era o mesmo, mas cada um bebeu-o e comeu, senão só vi os outros a comer e a beber,  e eu não. Amanhece, vemos ambos o sol a irromper (hoje muito timidamente) no céu. Subjectivo. O sol não, mas ele a aparecer-me hoje de manhã, é coisa minha. E o chover também . Resumindo, tudo o que acontece é subjectivo, senão eu não dava por isso. Seja a pedra em que tropeço, ou as do castelo de S.Jorge, seja um sonho, seja uma ideia, seja o mar, seja o horizonte, são subjectivos,  não estivesse eu a falar deles. E faço-o com recurso à minha memória. E quanto mais potente for a memória que agora exerco, mais forte a presença das coisas que referi, tão forte que por momentos estou quase a beber a caipirinha (cfr. S.Agostinho). Mas não. Se quero uma caipirinha tenho que ir beber outra. Parece conversa de chacha. Mas não. Até porque palavras leva-as o vento. Todas. São palha diante da imensidão de Deus (S. Tomás).

A filosofia morreu, e fomos nós que a matamos. Diz-se que a verdade morreu. Verdades, sim senhora, senão é arrogância e falta de humildade. Tenho reparado que só ateus e agnósticos dizem coisas do género : "eu, na minha humilde opinião." Mas ai se lhes pisam os calos,  e que ninguém se atreva a negar-lhes a verdade desportiva. Quem quer poucachinho? Verdade  (Aletheia) quer também dizer luz.

Sinto-me frágil? E quero asas de condor? Um traço de avião, quando um beijo não basta? Jorge Palma, Florbela Espanca, Pedro Abrunhosa! Sim. Objectividade é o presente de quem procura. Descartes sai do cogito, porque nunca saiu do mundo. Nossa Senhora apareceu em Fátima como entendeu. Assuntos tão sérios não se arrumam num post. Mas não é com pseudo esclarecimentos mediáticos que a coisa vai. Ainda esta semana, mais livros, mais entrevistas sobre se a Senhora apareceu ou não. É a cultura do descarte. Para se vender e marcar pontos.

Termos técnicos não caem do céu aos trambolhões. Não é preciso Teologia nem Filosofia para saber que as Aparições são verdadeiras. Os pastorinhos eram só pastores, com uma vida e simplicidade exemplares. Só uma má fé geringonçica teima em não querer ver. Em não aceitar que não são visões fantasiosas que levam  um homem como o Papa a ajoealhar-se diante da Senhora mais brihante que o sol, aparecida na Cova da Iria, em cima duma azinheira, faz 100 anos a 13 de Maio. Foi subjectivo, e, paradoxalmente, uma Presença, duma objectividade inexplicáveis.

 

 

 

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24
Mar17

Haja homens e dinheiro para vinho!

por Fátima Pinheiro

 

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Muito se tem falado de dinheiro, homens, mulheres e vinho. Não há cultura que os não tenha. As redes sociais são uma mistura de verdades e falsidades, pelo que, para chegar ao diamante, é preciso trabalho. O trigo e o joio crescem juntos e, diz o mesmo livro, é preciso discernir sempre. Uma opinião que construa bem comum torna-nos mais humanos porque incide sobre a vida de cada um de nós. Uma opinião tem mais valor ou razão se tiver em conta os aspetos da vida, sem nada esquecer. Sou eu que decido o que quero, por muito que apertem os condicionalismos que habitam nas minhas circunstãncias. Sou eu que paro, olho, e vejo. E peço ajuda.

Davide Rondoni está em Lisboa. Fui ouvi-lo ontem numa conferênia "O amor não é justo: uma leitura de Miguel Mañara". Antes dele o Pe Pedro Quintela fez um discurso que é tão verdadeiro e atual como a obra que fundou e dirige, o Vale de Acor. Assim começou o Meeting de Lisboa 2017, cuja abertura oficicial é hoje, e tem como tema "Do amor ninguém foge".

A alternativa de Mañara é também a minha. Não se trata de decidir entre a vida e a morte, mas sim entre o Amor e a Morte. O coração, o eu, tem uma sede de infinito que o faz procurar, por entre as mulheres e vinhos. Não encontra. E procura. É bom ser D.Juan. É sinal de um bater de coração, que não se satisfaz com meias tintas, nem com intermitências de prazer. Ele quer comer e beber o que mais deseja, e não desiste de procurar. Ao encontrar the one, e de ser correspondido, acaba por não a poder ter. Aí estão o problema e a solução. Amar é não possuir. Se te dizem "tu és a razão da minha vida", estão a dizer-te uma impossibilidade. Haja homens e dinheiro para vinho. Amar e ser amado, é lançarmo-nos, entre beijos e abraços, em algo que não abraçamos totalmente, sublinhou o incatalogável Pe Pedro Quintela.

Haja homens e dinheiro para vinho. Logo à noite, na praça de touros do Campo Pequeno, as pegas vão ser muitas. Do amor ninguém foge. Sei porquê e quero mais.

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10
Jul16

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imagem tirada da net

 

Aí a temos, a final do Euro 2016 e os seus GOLDEN MEN:  o nosso Cristiano, paredes meias com Fernando Santos a quem coube, e cabe, a guidance que só ele sabe oferecer. Mesmo assim ainda houve tempo para comentários sobre outros assuntos. Durão Barroso outra vez, e para variar, com dedos acusadores em cima. Com epítetos como os de "energúmeno" ou "peixe podre", o presenteiam aqui nas nets. E até António Costa, noutro contexto, num encontro da Nato, ao ser ontem interprelado em conferência de imprensa sobre o ex presidente da CE, respondeu que felicitava Durão pela sua nova carreira. Mas não foi disso que se tratou, pese embora a palavra do PM. Aceitar o lugar de Administrador não executivo da Goldman Sachs que Durão aceitou não é mudar de carreira. Talvez muitos gostassem que assim fosse. Em suma, e valendo todos nós, portugueses,  mais que o nosso peso em ouro, nem todos temos os mesmos talentos, e ainda bem. Uns voam e jogam como ninguém. Outros são políticos e sabem mesmo sê-lo como ninguém, não entrando em joguinhos de entala, e empata.

 

Caneladas, essas, há por todos os lados. Dentro e fora de jogo. Barroso é o "representante indecente de uma velha Europa que a nossa geração vai mudar", escreveu no Twitter o secretário do Comércio francês, Matthias Fekl. Aliás foram vários os líderes políticos franceses  que criticaram nestes dias a nomeação de Barroso considerando que há "conflito de interesses" e que é uma "indecência". Indecência? Vem-me logo à cabeça um comentador francês, especialista em futebol que afirmou ontem à noite que Portugal é um país nojento (ser nojento é, digo eu, comer os macacos do nariz e coisas do género). Eles, políticos e comentadors franceses, não aguentam é com tanto golo! 

 

Desejo e acredito na vitória de Portugal. Os nossos meninos são de ouro. "We´ll always have Paris" e não é a Golldman Sachs que governa o mundo. Vou vestir-me a rigor e estar à altura do jogo. O resto são invejas. Siga a marinha.

 

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02
Jun16

ANTÓNIO COSTA em TOP LESS

por Fátima Pinheiro

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 imagem tirada da net

 

Como não sou ministro posso falar à vontade nas redes sociais (por acaso já fui ministra de estado por três vezes, sempre em mandatos de 9 meses que levei até ao fim, uma espécie de CRESAPS levadas a sério). E hoje faço como Edmund Husserl : ponho a pessoa em epígrafe "entre parentesis", o que não é possível fazer (mas também não há filósofos imaculados e o pai da fenomenologia - a minha "filosofia" de eleição - não foge à regra). É que têm acontecido muitas coisas que levo atravessadas. Um dia alguém disse que o país estava de tanga, não foi? Pois agora, digo eu, está em top less.

António Costa, Portugal agora é que era ou ira ser? Como sou uma mulher sem importância e tirei férias esta semana, deixo aqui umas linhas, são um feliz zero à esquerda neste universo onde há mais vida do que nos blocos, sejam eles de direita , de esquerda, mais os outros. Na segunda feira telefonei-lhe, mas o senhor PM estava numa reunião. Há coisas que só se dizem em privado, não podem ser escarrapachadas nas redes sociais.  Isto nunca se sabe. Mas fui muito bem educada pelos meus pais, e sem bofetadas, note-se. Na escola uma reguadazinha, mas coisa que passou: mordi uma colega porque ela fez umas coisas feias. Até hoje não mordi mais ninguém, só na brincadeira. Mas vimos, ouvimos, não podemos calar, não é? O futuro a Deus pertence.

Ia-me esquecendo do post. Os numeros da OCDE , os de ontem e os de hoje, muito, muito abaixo do optimismo vigente. Top? Less. O ensino público, por lei,  obrigatório para todos,  revela-se um monopólio do ensino, esquecendo a vitalidade de uma polis que takes a village e respeita as diferenças, de todo o tipo. A cultura finalmente no topo? Pois não. Começou à bofetada, obrigou o PM a educar os ministros; estranho ter que vir a público dizer aos ministros para se portarem bem nas redes sociais...então não é suposto serem já crescidinhos? Pois outra vez top less.

Não me alongo (vou arrancar um dente), e já que Carlos Moura de Carvalho é o homem com quem a minha querida irmã casou, e levou um ponta pé no traseiro ao ser demitido sem mais nem porquê, só queria dizer que é uma falta de educação não ter recebido uma palavra sequer , da parte do Governo que serviu com com dignidade enquanto esteve a cumprir as suas funções como Diretor Geral das Artes. Estiveram todos na semana passada na bienal de Veneza, e nem uma palavrinha!  Também não se faz. Abaixo de cão? Less, muito less. E sempre me disseram, e eu não podia estar estar mais de acordo, "uma carta tem sempre resposta".

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