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De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

Abriu a época Balnear, mas a dos Santos Populares também. Há novidades! Hoje quem as revela é D.Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa, sobre as semelhanças físicas que encontrou entre o treinador de futebol Paulo Bento e Santo António. Não deixa de ser uma opinião. Tudo partiu de ter observado os ossos do santo, em Pádua, onde está sepultado.

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Fernando Santos e D. Manuel Clemente, numa sessão do Conhaque-Philo

D. Manuel Clemente reconheceu essa semelhança numa tertúlia pública , o Conhaque-Philo, na Casa Museu Medeiros e Almeida, organizada pela autora deste blog. Voltamos este mês neste blog com mais novidades sobre os nossos santos.

O Conhaque-Philo, com  três edições no seu historial, regressa ainda este mês com uma sessão "hors série" com santos à mistura, e depois da época balnear, vem aí uma nova edição do Conhaque-Philo, com novo formato. Ver mais aqui.

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 o making off de "1 século de energia" (2015)

 

Sempre que vou ao Porto, por muito que diga que é por isto e aquilo, a razão é Oliveira. Assim foi ontem. Da Campanhã ao meu destino são dez minutos de carro. O meu taxi driver levou um bocadindo mais. O Rui Veloso, contava-me ele, iria Aliar-se ao Santo, na Avenida. Eu? Tinha, mais ou menos, todo o tempo do mundo. Da terra que vinha do Rio. Enquanto ele narrava os cantos da Foz, o meu TM resolveu brincar, rasante, como se pode ver aqui aqui. O Porto enmanjericava-se e eu inundada de Beleza tamanha. Para o S.Pedro prometo coisa mais profissional. Uma máquina fotográfica a sério e um fotógrafo a sério, para serem duas faces da mesmo moeda.

 

E o que faz aqui no título o Papa Francisco? Escreveu uma Carta Encíclica, Laudato si, um maná filosófico (que quero contar, mas hoje não tenho todo o tempo do mundo) onde a Terra é a mesma que Oliveira sempre mostrou. Desde o arado que vemos no "Pão", à "Hulha" (1932) bailada e tocada no campanha publicitária, lançada na passada 5ª feira, pela EDP, intitulada "1 século de energia" (2015), realizada pelo cineasta. A antecipar-se à COP 21, de Paris, e a lembrar-me a conferência de Fabrice Hadjadj, também no Porto, em 24 de Janeiro  passado. A conferência deste filósofo de primeira, começa precisamente assim: 'O tema que, nestes dias, nos ocupa é tirado de um discurso pronunciado pelo Papa Francisco de 2 de Julho de 2014 por ocasião de um seminário internacional intitulado Por uma economia cada vez mais inclusiva. Neste discurso, o Santo Padre apela, em primeiro lugar, a 'refletir sobre a realidade, mas a refletir sem medo, a refletir com inteligência'. Quais antropocentrismos! Quais economias de exclusão! Integral é que é.

 

Nem de propósito. Já no ar o cheirinho das Festas da Noite, no abraço do Douro e arredores do horizonte dele, gravou-se no "Melhor de mim" que  "O mundo é algo mais do que um problema a resolver; é um mistério gozoso que contemplamos na alegria e no louvor." (Laudato si, nº12).

 

Nota - depois de amanhã, 3ªfeira, sai no Rasante um post sobre o Filme Documentário "1 século de energia".

 

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09
Jun15

O PORTO EM ALTA RODA

por Fátima Pinheiro

 

Há uma roda gigante instalada na rotunda da Boavista. Desde este fim de semana. E eu, com pena, não fui! Estive no 6º Congresso Nacional  da ACEGE, também de alta rodagem, devo dizer, como aqui notei. São os festejos do São João que já começaram, na cidade do Porto. Com 50 metros de altura, a estrutura chega do Rock-in-Rio Brasil e é a maior alguma vez instalada em Portugal. Gostei deste video e a certa altura oiço uma coisa que tem tudo a ver com o que ouvi daqueles empresários e gestores. O amor é o melhor critério de gestão.

 

Trocado por miúdos: "faz aos outros aquilo que gostarias que te fizessem a ti". Ou seja, quando perguntam ao Presidente da Invicta se isto é bom para o Turismo, Rui Moreira confessa com alegria que a festa é "para nós", os do Porto. Que a razão de ser desta iniciativa não é o Turismo, mas obviamento que é bom, também para o turismo; os turistas que estão por cá nessa altura, é que estão "cheios de sorte!" Ficam a fazer parte desta festa. É o melhor que se pode fazer por eles: gozar o S.João à nossa maneira. Coisa mais simples e genuína não há. Ninguém dá o que não tem, e se o que se tem para dar é bom, todos ganham. "Junta-se o útil ao agradável".

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