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De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

25
Jul17

Vou "contabilizar" o morto !

por Fátima Pinheiro

rsalp-aualp-guardar-segredos-pode-fazer-mal-para-s 

"O governo não contabiliza os mortos”, aforismo de António Costa, a rematar a pergunta de quem quer saber ao certo quantas pessoas morreram no crime de Pedrógão. É segredo de justiça, inventaram há umas horas. É mais segredo de injustiça, acho eu. Realmente dá que meditar. Por certo deve ser uma coisa zénica, metafísica até. Eu cá não sei o que é contabilizar um morto. O governo confessamente diz que não sabe. Abençoada ignorância! Realmente os Governos devem é saber governar. Isso sim. Tanto na prosperidade, como na provação. Só que muitas vezes só pensam em contabilizar os votos que vão ter, as oscilações da sua popularidade, a começar com a do Chefe, os dias de férias, as medidas populistas e demagógicas. A oração do Governo : "venham a mim os vossos votos, assim nas autárticas como nas legislativas."  E pedem-se "tanto propriedades como compensações ".

Realmente a política não é para todos. Um governante é um especialïsta. Em governar. Não tem que saber tudo. Mas, pelo menos o minimozinho. E não ter vergonha na cara. Uma espécie de herói. Um todo o terreno. E quando a porca torçe o rabo não nos obrigar a ter que perguntar "mas onde é que está o wally?".  Neste caso, nas horinhas, onde está Costa? Heading to Venus? Onde está a vergonha na cara? Onde estão os que têm parte nas responsabilidades?

"Poder é querer", ou não seria melhor "querer é poder"?  Penso que chegou o tempo de acabar com a indecência. Melhor, a indecência gerou o absurdo. O Governo acabou por morrer. Nasceu sem pernas e acabou por se espalhar em contradições e ser um "faz figura". Nem digo figura de quê. Mas  isto ainda sei contabilizar: the final countdown...

Vão para Vénus. Venha um PS à maneira. Não sou mulher que baixe os braços à alternância partidária. Mas Portugal não é uma guerra de tronos qualquer nem um jogo de cartas manhoso. É casa de grande memória e nela me revejo nos homens e mulheres de boa contabilidade.

 

 

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     Natureza morta? Só destas/ Imagem da net de uma pintura de Van Gogh

     
    Volto ao que escrevi ontem por causa de palavras que troquei com um dos meus amigos do facebook, ao qual todos têm acesso. O título de hoje é paráfrase da conhecida expressão de Nietzsche: Deus morreu! Fomos nós que o matamos. De facto, palavras como "segredo", "justiça", "amor", "beleza", "verdade", "felicidade", "bem" e quejandas, já eram. Mudam-se os tempos....
     
    Todas estas noções são quando um homem quer e como quer. No entanto qualquer criança terá a maior das facilidades em reconhecer, por exemplo, e se for menina, que o pai não lhe deve ir "a certo sítio". Diz um tipo de Sociologia: foi porque interiorizou; é a sociedade que enfia os conceitos de "bem" e "mal", e todos os outros. Mas quem a mandou interiorizar? Terá sido à martelada? Ou não terá antes sido ela própria? E como? Com um crivo que possui e lhe permite ser tudo menos burra. Mas com o tempo, a maioria das pessoas, já crescidinhas, quando dá por ela, já pensa com uma cabeça que não é a sua. Matou a autenticidade e o sorriso de criança. Vive de marteladas, in-puts. Sim,  a razoabilidade da tal interiorização está na existência de uma natureza humana. Que matámos. E? Recuso-me a ser uma "natureza morta" e não desistirei de matar a alienação que me querem impingir. Uma espécie de régia posição: não sei por onde onde vou, só sei que não vou por aí. Ou se quiserem, vou à procura do que me corresponde, uma espécie de onde está o Wally? Eu sei que existe o Wally, está escondido, mas pode ser encontrado.
     
    O meu amigo: "Não tenho qualquer certeza sobre o chamado 'processo Sócrates' mas fico espantado quando vejo alguém, como tu, achar completamente normal tudo o que tem sido publicado contra José Sócrates, sobretudo pelo Sol e pelo Correio da Manhã, e que deveria estar em segredo de justiça, e, depois, quando a TVI resolve confrontar o acusado com os factos, dando-lhe a oportunidade de contar a sua versão dos ditos, reage com a indignação com que tu reages, chegando ao ponto de criticar a própria TVI por ter feito o que qualquer órgão de comunicação sério, em qualquer parte do mundo, teria tentado fazer, em circunstâncias idênticas. Aliás, quem só conhece o lado da história contado pelo Sol e pelo Correio da Manhã tem aqui o link que lhe permite aceder à versão do acusado: http://www.tvi24.iol.pt/.../exclusivo-tvi-as-respostas-de... EXCLUSIVO TVI: As respostas de Sócrates a seis questões essenciais "
     
    Eu: "Não há 'processo', há uma pessoa que tem uma dignidade intocável e que tem esse nome. Foi meu primeiro-ministro. Acho inadmissível tudo isto. Viste o que escrevinhei sobre o segredo de justiça? [publicado neste blogue, a 17 de Dezembro e ontem no PINN Segredo de Justiça: Fernando Santos e D.Manuel Clemente Fátima Pinheiro http://portugueseindependentnews.com/.../segredo-de.../ ] Achas normal porem publicidade no meio da entrevista? E a própria entrevista? Não devia haver recato? Por outro lado, não nasci ontem, e independentemente de quem seja, achas normal um enriquecimento assim? Não me interessa o Sol ou o Correio da Manhã . Infelizmente já não acredito muito nos media. Neste espaço de blogues e fb digo o que penso; apenas usando o bom senso que tenho. Gostaria que tudo fosse mentira. Mas tenho o direito a desconfiar de quem subiu muito na vida, assim de repente. Nada disto é normal e eu sou apenas uma boa dona de casa. Alguma vez me considero superior a José Sócrates? E não fico excitada [expressão que ele introduziu no começo da conversa] mas triste com esta burricada toda. Acho que todos, incuindo Sócrates, mereçemos mais e melhor. Mas percebo que penses o que pensas. Já me habituei a que me interpretem mal. A Democracia precisa de treino e de saber selecionar http://vmais.rr.sapo.pt/default.aspx?fil=832107 O que têm em comum um patriarca e um treinador de futebol? - Renascença V+ "
     
    O meu amigo:  "Subscrevo - e aplaudo - o que disse D. Manuel Clemente sobre o segredo de justiça, no teu Conhaque - Philo: 'O caminho da justiça, precisa de uma certa distância da opinião pública para poder levar os seus processos por diante´ E lamentou: 'Às vezes, penso que será difícil, com este frenesim de casos sobre casos e mais casos, em que tudo fica julgado antes de o ser'. " No 'caso Sócrates', sobre o qual, como disse acima, não tenho qualquer certeza, já tudo está 'julgado antes de o ser'. Tal como tu, a generalidade das pessoas já interiorizaram que Sócrates ficou imensamente rico pelo que, tendo apenas funções públicas há imensos anos, apenas o poderá ter conseguido via corrupção/enriquecimento ilícito. Será mesmo assim? Não sei! Só sei o que os jornais publicam (que poderá constar do processo, ou não, e, mesmo que conste, carece de ser provado) e as respostas de Sócrates."
     
    Para terminar, digo que o meu amigo me responde assim porque não quer ser uma natureza morta. E apesar de não parecer, eu, tal como ele, não andamos aqui para ver andar os outros. Mais respeito por favor! Mas parece que esta bola de neve não quer parar; ou que todos os dias lá se atira mais uma acha para a fogueira. Uma espécie de oração da manhã. A que Deus? 
     
    PS: Acabo de ouvir da boca de um dos advogados de Sócrates (no noticiário das 8h da Rádio Renascença) que o facto de Sócrates ter dado a entrevista não vai contra a lei. E logo de seguida afirma que aquilo não foi uma entrevista, foi um conjunto de respostas a umas perguntas. Então foi ou não foi entrevista? Que burricada!

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03
Jan15

E tu, ó Sócrates, és surreal!

por Fátima Pinheiro

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A uma semana do Natal, no lugar descontraído mas desafiante do Conhaque - Philo https://www.facebook.com/pages/ConhaquePhilo/520931661373616?fref=ts e www.casa-museumedeirosealmeida.pt -, pudemos ontem ouvir e falar com duas figuras ímpares da sociedade portuguesa sobre um dos temas mais centrais das nossas vidas: ''O que é selecionar?''. Fernando Santos, o selecionador nacional de futebol, e D. Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa, aceitaram o desafio. Deram o seu testemunho sobre a importância da escolha. No futebol, na Igreja, e na vida. Realço um dos pontos em foco: a justiça. Afinal selecionar é mais simples do que parece.

 

Selecionar não é apenas escolher. Selecionar, no seu melhor, é escolher o “essencial”, o “fim a atingir”, sublinhou o Patriarca. O que é mesmo conveniente para a vida das sociedades e de cada pessoa? O ideal está em ter presente o bem comum e não reduzir a liberdade a um “nada” que nos impeça de um autêntico protagonismo? Uma coisa é certa: se não sabemos selecionar somos “selecionados” e acabamos por viver uma vida em segunda mão.

 

A maior preocupação de D. Manuel Clemente prende-se ao segredo de justiça: “O segredo de justiça, se existe, é para ser cumprido. Mas nós sabemos que é difícil mantê-lo por toda esta nuvem, para não dizer, parafernália mediática que precisa de ser constantemente alimentada e é difícil cortar isto”. E acrescenta: “O caminho da justiça, precisa de uma certa distância da opinião pública para poder levar os seus processos por diante”. E lamentou: “Às vezes, penso que será difícil, com este frenesim de casos sobre casos e mais casos, em que tudo fica julgado antes de o ser”. É este então um dos aspectos que mais o “preocupa em termos de sociedade livre e responsável."

 

Fernando Santos realçou que sem um sentido de justiça o nosso selecionar fica pela rama. E explicou esta afirmação com o seu testemunho pessoal. Uma tertúlia é uma tertúlia, é para quem está. Não vou por isso revelar aqui o “segredo” do que conversamos ontem. Aliás, tertúlias há muitas.

 

A de ontem concluiu um ciclo que se iniciou há seis semanas: conversas com tema pré definido mas informais, onde todos foram desafiados a filosofar, sentados a uma mesa de café, com vinho e, claro, conhaque. Por lá passaram Eduardo Lourenço e Sofia Areal (Falemos dos Outros, foi o tema); António Pinto Leite e Albano Homem de Melo (A gestão do amor); Maria do Rosário Lupi Bello e Paula Mendes Coelho (o que pode a literatura?); Francisco Seixas da Costa e Jaime Nogueira Pinto (AS curvas do mundo); José Milhazes e Henrique Monteiro (E a Leste?); e José Mouga e Luísa Pinto Leite (O que faz a beleza?).

 

No último debate de um ciclo que promete voltar, o improvável encontro de ontem, entre Fernando Santos e D. Manuel Clemente, lembrou-nos que não há vida sem escolhas: se não somos nós a escolher, outros se encarregam de o fazer por nós. Será assim tão difícil? É uma questão de prudência, uma virtude que escondemos debaixo do tapete, ou do relvado dos nossos passos.

 

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A uma semana do Natal, no lugar descontraído mas desafiante do Conhaque - Philo https://www.facebook.com/pages/ConhaquePhilo/520931661373616?fref=ts e www.casa-museumedeirosealmeida.pt -, pudemos ontem ouvir e falar com duas figuras ímpares da sociedade portuguesa sobre um dos temas mais centrais das nossas vidas: ''O que é selecionar?''. Fernando Santos, o selecionador nacional de futebol, e D. Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa, aceitaram o desafio. Deram o seu testemunho sobre a importância da escolha. No futebol, na Igreja, e na vida. Realço um dos pontos em foco: a justiça. Afinal selecionar é mais simples do que parece.

 

Selecionar não é apenas escolher. Selecionar, no seu melhor, é escolher o “essencial”, o “fim a atingir”, sublinhou o Patriarca. O que é mesmo conveniente para a vida das sociedades e de cada pessoa? O ideal está em ter presente o bem comum e não reduzir a liberdade a um “nada” que nos impeça de um autêntico protagonismo? Uma coisa é certa: se não sabemos selecionar somos “selecionados” e acabamos por viver uma vida em segunda mão.

 

A maior preocupação de D. Manuel Clemente prende-se ao segredo de justiça: “O segredo de justiça, se existe, é para ser cumprido. Mas nós sabemos que é difícil mantê-lo por toda esta nuvem, para não dizer, parafernália mediática que precisa de ser constantemente alimentada e é difícil cortar isto”. E acrescenta: “O caminho da justiça, precisa de uma certa distância da opinião pública para poder levar os seus processos por diante”. E lamentou: “Às vezes, penso que será difícil, com este frenesim de casos sobre casos e mais casos, em que tudo fica julgado antes de o ser”. É este então um dos aspectos que mais o “preocupa em termos de sociedade livre e responsável."

 

Fernando Santos realçou que sem um sentido de justiça o nosso selecionar fica pela rama. E explicou esta afirmação com o seu testemunho pessoal. Uma tertúlia é uma tertúlia, é para quem está. Não vou por isso revelar aqui o “segredo” do que conversamos ontem. Aliás, tertúlias há muitas.

 

A de ontem concluiu um ciclo que se iniciou há seis semanas: conversas com tema pré definido mas informais, onde todos foram desafiados a filosofar, sentados a uma mesa de café, com vinho e, claro, conhaque. Por lá passaram Eduardo Lourenço e Sofia Areal (Falemos dos Outros, foi o tema); António Pinto Leite e Albano Homem de Melo (A gestão do amor); Maria do Rosário Lupi Bello e Paula Mendes Coelho (o que pode a literatura?); Francisco Seixas da Costa e Jaime Nogueira Pinto (AS curvas do mundo); José Milhazes e Henrique Monteiro (E a Leste?); e José Mouga e Luísa Pinto Leite (O que faz a beleza?).

 

No último debate de um ciclo que promete voltar, o improvável encontro de ontem, entre Fernando Santos e D. Manuel Clemente, lembrou-nos que não há vida sem escolhas: se não somos nós a escolher, outros se encarregam de o fazer por nós. Será assim tão difícil? É uma questão de prudência, uma virtude que escondemos debaixo do tapete, ou do relvado dos nossos passos.

 

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30
Nov14

 

O que disse Costa ontem é matéria para uma candidatura a Património da UNESCO. Mas na categoria de Património Imaterial (como o Fado, ou o Canto Alentejano). Porquê? Porque as palavras que articulou são fonte inesgotável para o pensar. Falando embora sem qualquer convicção, num tom de voz acima do seu doce e suave estilo, que dessa forma o torna, esse sim, mais credível, a inspirar confiança -, já nada é como dantes. Precisou até de citar o Papa Francisco. Esquizofrenia? Ingenuidade? Agonia? Já sob o efeito abóbora, sem fadas madrinhas? Resultado operação Bimby, tempo 30, velocidade máxima, temperatura q.b.? Um conselho: não entres tão depressa nessa noite escura. Não é preciso queimar etapas.

Não gosto de dar ideias ao acaso. No argumentar é que está o ganho. Mas filósofos sem argumentos são facas sem corte. O caso é sério. Já tivemos disso e aguentamos ainda as diversas materializações do Engenheiro, como se de Pessoa se tratasse, e desdobrasse, imaterial, ora em aparições televisivas inéditas, nas quais nada acontece, a não ser uma aparição; ou em livros que auto-compra, num sucesso mais que Brown. Quem sai ao pai – neste caso a Soares – não degenera. Embora Sócrates não chegue aos seus calcanhares, também já lhe é permitido isto e aquilo. Sempre “around te corner”, são dois galos que dizem que há uma malta de canalhas que, mentindo e roubando os perseguem. Não terei eu o direito de saber de quem se trata e o que fazem? Ou a justiça não é para aqui chamada? Estamos na coisa pública ou na privada? E porque é que há coisas privadas que estão proibidas na  pública, e outras que é crime de lesa majestade não estarem? Dois pesos, duas medidas. Por isso é que digo: património da imunidade. O paradoxo ganha sim, mas não qualquer paradoxo. É preciso massa, cinzenta. Património da Humanidade.

Comida para o cérebro ou dentadinhas nele? Como o veado “anseia”, assim eu, quero perceber como é que se ganham eleições. Eu quero o Bem Comum. Mas não me cheira a nada disso. Cheira-me a demagogia, a um discurso que  cada frase botada não saía daquela carne. Fuga em lá melhor. Um teatro de assobiar. Lá nisso o Engenheiro era melhor. Costa não fica bem, não gosta, das estratégias “armânicas” do homem Science Po.

Com que lata Costa elogiou a dignidade humana, como se fosse um marco do PS? “Ainda ontem o Papa Francisco…”, e continuou. Que o actual Governo aposta na divisão dos portugueses e chumba todas as propostas que poderiam melhorar a vida das famílias? Não vás ao mar Toino.

“Os compromissos que esta maioria deseja não são para servir Portugal e os portugueses. O compromisso que querem é amarrar-nos à pedra que os leva ao fundo”. Pedra? Fundo? “Este Governo semeou a incerteza e a intranquilidade”? Semeou ou foi semeado? E na "inovadora" ideia de recuperar têxtil e do calçado? Aqui comovi-me e o meu pensamento elevou-se. Nunca tinha ouvido falar nisto...

“Não queremos um futuro só para alguns”, para quem “uma sociedade decente assenta na dignidade da pessoa humana e não deixa ninguém para trás”. Ah pois, eu para trás não quero deixar ninguém. É esta banalidade da política que me encanta. Mas não é deste Costa que ela vem.

Simplex e Novas Oportunidades, quem não as quer? A ser verdade o Processo de Sócrates, até o seu autor as quis aproveitar.

E namorando Juncker: “é insuficiente, mas vai no bom sentido”. Foge! Eu cá distingo muito bem entre moinhos e gigantes. Calo-me. Chega. Por hoje. E se, hoje também, o meu imaterial edil, quiser invocar a família do Papa Francisco, glose o Advento, que hoje começa. Ou pode começar a falar já da Passagem de Ano. Mas que decante a "procedura", como dizem os meus irmãos angolanos. É preciso encontrar as razões da dignidade da pessoa humana. Eu encontrei. Caro António Costa: quais são?

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