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De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

Abriu a época Balnear, mas a dos Santos Populares também. Há novidades! Hoje quem as revela é D.Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa, sobre as semelhanças físicas que encontrou entre o treinador de futebol Paulo Bento e Santo António. Não deixa de ser uma opinião. Tudo partiu de ter observado os ossos do santo, em Pádua, onde está sepultado.

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Fernando Santos e D. Manuel Clemente, numa sessão do Conhaque-Philo

D. Manuel Clemente reconheceu essa semelhança numa tertúlia pública , o Conhaque-Philo, na Casa Museu Medeiros e Almeida, organizada pela autora deste blog. Voltamos este mês neste blog com mais novidades sobre os nossos santos.

O Conhaque-Philo, com  três edições no seu historial, regressa ainda este mês com uma sessão "hors série" com santos à mistura, e depois da época balnear, vem aí uma nova edição do Conhaque-Philo, com novo formato. Ver mais aqui.

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05
Mar17

"Só se conquista o que se dá"

por Fátima Pinheiro

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“SEMPRE NÓS” na Casa Museu Medeiros e Almeida


“SÓ SE CONQUISTA O QUE SE DÁ”
7 de Março - 21h30
ENTRADA GRATUITA

Convidados:
. Rui Ramos
. Luís Osório
. Siiri Milhazes

Sempre nós? Por ser sobre cada um de nós, sempre. Porque a vida está cheia de nós, entre nós, por atar e desatar, sempre. Porque a nossa História tem os “nós” da primeira globalização, “feita” com genial “corda”: sangue, energia e criatividade. Sempre foi e é. Será?

As terças-feiras à noite prometem ser diferentes na Casa-Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa, a partir de março e durante seis semanas. Às 21h30 iniciam-se conversas provocadoras e desafiantes entre Fátima Pinheiro e os seus convidados, enquanto bebem um café, um vinho ou mesmo um conhaque.

A Sala do Lago da Casa-Museu Medeiros e Almeida é o palco intimista, com entrada livre e sem necessidade de inscrição prévia. A filósofa Fátima Pinheiro, conhecida na blogosfera como Conhaque-Philo, é a autora do blogue Rasante (http://rasante.blogs.sapo.pt/), sendo a moderadora, ao longo de 1h30, do “Sempre nós”. Esta iniciativa insere-se nos encontros Conhaque-Philo, já na 3.ª edição.

“Sempre nós” é, simultaneamente, o nome desta iniciativa e a temática transversal aos mais diversos entrevistados: políticos, jornalistas, economistas, artistas e empresários. Estão confirmados Rui Ramos, Luís Osório, Siiri Milhazes, João Soares, José Milhazes, Joaquim Sapinho, Ângelo Correia, Raquel Abecasis, Luís Miguel Cintra, Francisco Seixas da Costa, António Correia de Campos, Filipe De Sousa Magalhaes, Higino Cruz, Pedro Abrunhosa, Ruy de Carvalho, Paula Roque, e são esperadas algumas surpresas.

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06
Jul16

Fernando Santos e Quaresma

por Fátima Pinheiro

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fotografia da Maria da Paz Cantista

 

Já no Conhaque-Philo  o Quaresma era o centro das atenções. Deixo o video da Tertúlia, realizada na Casa Museu Medeiros e Almeida e espero que logo à noite sejam estes os nossos sorrisos...

E, já agora, neste lançe fica a data de início da 3ºedição do Conhaque-Philo, 1 de Novembro, dia de Todos os Santos, do Fernando também! Sempre na Sala do Lago daquela Casa Museu. O tema? Cinema e energia. Tudo a ver com o jogo de mais logo: um grande filme, meia bola e força!

 

 

 Fátima Alves lança a Bola....

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 Durão Barroso/imagem tirada da net

 

O Conhaque-Philo ao vivo começa só  a 4 de Novembro. Mas como a vida são dois dias, e muitas agendas estarão neste momento já bem recheadas, então façam favor de anotar o que aqui deixo.  Em 2014 o Conhaque-Philo encerrou juntando à mesa  o selecionador nacional, Fernando Santos, e o cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, assim: http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2014-12-17-Fernando-Santos-e-D.-Manuel-Clemente-juntos.  A Casa-Museu Medeiros e Almeida acolheu a iniciativa da bloguista Fátima Pinheiro: Durante 7 sessões semanais, à 3º feira, FALEMOS dos OUTROS, foi uma conversa, com tema pré definido, mas informal, provocadora e desafiante entre quem desafiou  e todos os que quiseram assistir e serem desafiados.Foi todas as 3ªs à noite entre 4 de Novembro e 16 de Dezembro, com os temas que abaixo se indicam. A moderação foi feita pela bloguista.

4 Nov – FALEMOS dos OUTROS - Eduardo Lourenço e Sofia Areal

11 Nov – A gestão do amor - António Pinto Leite e Albano Homem de Melo

18 Nov – O que pode a literatura - Maria do Rosário Lupi Bello e Paula Mendes Coelho

25 Nov – As curvas do mundo - Francisco Seixas da Costa e Jaime Nogueira Pinto

2 Dez – E a leste? - José Milhazes e Henrique Monteiro

9 Dez – O que “faz” a beleza – José Mouga e Luísa Pinto Leite

16 Dez – O que é “selecionar”- Fernando Santos e D.Manuel Clemente.

 

A Sala do Lago da Casa-Museu transformou-se num espaço descontraído, onde cada um pode acompanhar e participar nesta iniciativa sentado a uma mesa enquanto bebia um café, um vinho... e conhaque, claro.

 

Este ano, também com ENTRADA LIVRE, todas as 2ªas feiras , a começar a 4 de Novembro e a terminar a 14 de Dezembro,  das 21h e 30m às 23h, a bela Sala do Lago da CASA-MUSEU MEDEIROS E ALMEIDA  promete ainda mais. O tema?  "A Europa em Nós". Durão Barroso encerra, e com ele estará também um special one. E os outros convidados, sempre dois a dois, são de se lhes tirar o chapéu...

 

 

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A uma semana do Natal, no lugar descontraído mas desafiante do Conhaque - Philo https://www.facebook.com/pages/ConhaquePhilo/520931661373616?fref=ts e www.casa-museumedeirosealmeida.pt -, pudemos ontem ouvir e falar com duas figuras ímpares da sociedade portuguesa sobre um dos temas mais centrais das nossas vidas: ''O que é selecionar?''. Fernando Santos, o selecionador nacional de futebol, e D. Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa, aceitaram o desafio. Deram o seu testemunho sobre a importância da escolha. No futebol, na Igreja, e na vida. Realço um dos pontos em foco: a justiça. Afinal selecionar é mais simples do que parece.

 

Selecionar não é apenas escolher. Selecionar, no seu melhor, é escolher o “essencial”, o “fim a atingir”, sublinhou o Patriarca. O que é mesmo conveniente para a vida das sociedades e de cada pessoa? O ideal está em ter presente o bem comum e não reduzir a liberdade a um “nada” que nos impeça de um autêntico protagonismo? Uma coisa é certa: se não sabemos selecionar somos “selecionados” e acabamos por viver uma vida em segunda mão.

 

A maior preocupação de D. Manuel Clemente prende-se ao segredo de justiça: “O segredo de justiça, se existe, é para ser cumprido. Mas nós sabemos que é difícil mantê-lo por toda esta nuvem, para não dizer, parafernália mediática que precisa de ser constantemente alimentada e é difícil cortar isto”. E acrescenta: “O caminho da justiça, precisa de uma certa distância da opinião pública para poder levar os seus processos por diante”. E lamentou: “Às vezes, penso que será difícil, com este frenesim de casos sobre casos e mais casos, em que tudo fica julgado antes de o ser”. É este então um dos aspectos que mais o “preocupa em termos de sociedade livre e responsável."

 

Fernando Santos realçou que sem um sentido de justiça o nosso selecionar fica pela rama. E explicou esta afirmação com o seu testemunho pessoal. Uma tertúlia é uma tertúlia, é para quem está. Não vou por isso revelar aqui o “segredo” do que conversamos ontem. Aliás, tertúlias há muitas.

 

A de ontem concluiu um ciclo que se iniciou há seis semanas: conversas com tema pré definido mas informais, onde todos foram desafiados a filosofar, sentados a uma mesa de café, com vinho e, claro, conhaque. Por lá passaram Eduardo Lourenço e Sofia Areal (Falemos dos Outros, foi o tema); António Pinto Leite e Albano Homem de Melo (A gestão do amor); Maria do Rosário Lupi Bello e Paula Mendes Coelho (o que pode a literatura?); Francisco Seixas da Costa e Jaime Nogueira Pinto (AS curvas do mundo); José Milhazes e Henrique Monteiro (E a Leste?); e José Mouga e Luísa Pinto Leite (O que faz a beleza?).

 

No último debate de um ciclo que promete voltar, o improvável encontro de ontem, entre Fernando Santos e D. Manuel Clemente, lembrou-nos que não há vida sem escolhas: se não somos nós a escolher, outros se encarregam de o fazer por nós. Será assim tão difícil? É uma questão de prudência, uma virtude que escondemos debaixo do tapete, ou do relvado dos nossos passos.

 

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A uma semana do Natal, no lugar descontraído mas desafiante do Conhaque - Philo https://www.facebook.com/pages/ConhaquePhilo/520931661373616?fref=ts e www.casa-museumedeirosealmeida.pt -, pudemos ontem ouvir e falar com duas figuras ímpares da sociedade portuguesa sobre um dos temas mais centrais das nossas vidas: ''O que é selecionar?''. Fernando Santos, o selecionador nacional de futebol, e D. Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa, aceitaram o desafio. Deram o seu testemunho sobre a importância da escolha. No futebol, na Igreja, e na vida. Realço um dos pontos em foco: a justiça. Afinal selecionar é mais simples do que parece.

 

Selecionar não é apenas escolher. Selecionar, no seu melhor, é escolher o “essencial”, o “fim a atingir”, sublinhou o Patriarca. O que é mesmo conveniente para a vida das sociedades e de cada pessoa? O ideal está em ter presente o bem comum e não reduzir a liberdade a um “nada” que nos impeça de um autêntico protagonismo? Uma coisa é certa: se não sabemos selecionar somos “selecionados” e acabamos por viver uma vida em segunda mão.

 

A maior preocupação de D. Manuel Clemente prende-se ao segredo de justiça: “O segredo de justiça, se existe, é para ser cumprido. Mas nós sabemos que é difícil mantê-lo por toda esta nuvem, para não dizer, parafernália mediática que precisa de ser constantemente alimentada e é difícil cortar isto”. E acrescenta: “O caminho da justiça, precisa de uma certa distância da opinião pública para poder levar os seus processos por diante”. E lamentou: “Às vezes, penso que será difícil, com este frenesim de casos sobre casos e mais casos, em que tudo fica julgado antes de o ser”. É este então um dos aspectos que mais o “preocupa em termos de sociedade livre e responsável."

 

Fernando Santos realçou que sem um sentido de justiça o nosso selecionar fica pela rama. E explicou esta afirmação com o seu testemunho pessoal. Uma tertúlia é uma tertúlia, é para quem está. Não vou por isso revelar aqui o “segredo” do que conversamos ontem. Aliás, tertúlias há muitas.

 

A de ontem concluiu um ciclo que se iniciou há seis semanas: conversas com tema pré definido mas informais, onde todos foram desafiados a filosofar, sentados a uma mesa de café, com vinho e, claro, conhaque. Por lá passaram Eduardo Lourenço e Sofia Areal (Falemos dos Outros, foi o tema); António Pinto Leite e Albano Homem de Melo (A gestão do amor); Maria do Rosário Lupi Bello e Paula Mendes Coelho (o que pode a literatura?); Francisco Seixas da Costa e Jaime Nogueira Pinto (AS curvas do mundo); José Milhazes e Henrique Monteiro (E a Leste?); e José Mouga e Luísa Pinto Leite (O que faz a beleza?).

 

No último debate de um ciclo que promete voltar, o improvável encontro de ontem, entre Fernando Santos e D. Manuel Clemente, lembrou-nos que não há vida sem escolhas: se não somos nós a escolher, outros se encarregam de o fazer por nós. Será assim tão difícil? É uma questão de prudência, uma virtude que escondemos debaixo do tapete, ou do relvado dos nossos passos.

 

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07
Nov14

 

 

O  Conhaque-Philo arrancou com as suas conversas esta terça-feira. Abriram  com o filósofo Eduardo Lourenço e a pintora Sofia Areal. Não faltou conhaque, nem alegria. E conversa. Este post nem faz o sentido todo, porque uma conversa é intransmissível. Seria beber um vinho virtual. O vinho bebe-se ou não se bebe. Não há neste ponto mandatário ou procurador. Contudo, há pontos para os quais se pode apontar. São, como ele gosta de repetir,  "rampas para o infinito".A certa altura diz ele a Sofia, tangendo a pintura : queremos agarrar Deus na cor, com as mãos, mas é impossivel. Vivemos num naufrágio....

 

A Sofia que é mulher que transborda humanidade,  escutava, atenta, num dos poucos momentos em que se calou, "vencida" pela presença daquela pessoa que tinha ao seu lado, assim  como Agustina Bessa-Luís diante da vida que a ensina a não se levar muito a sério. Eu comentei: mas antes num naufrágio do que a boiar. Ainda eu não tinha dito o "r" de boiar, ele, rasante, atira: pois é, mas eu não sei nadar. Que grande lição esta a da Sala do Lago da Casa-Museu Medeiros e Almeida. Há museus mortos e museus vivos. E há os assim assim.  (Não insistas que estás no fim, penso eu com os meus botões).

 

E por lá continuamos como cerejas, sobretudo os dois e o seu diálogo, o que fez me "assistir" a um dos belos duetos da minha vida. O tempo e o que nele passou e passa, e permanece,  acabou por ser o tema dominante. Numa Casa que na sua  coleção tem 666 relógios, só podia!

 

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PRESS RELEASE

 

Aqui vão os temas e nomes do FALEMOS dos OUTROS. Vão ser uns belos Serões na Cidade que tem o Museu mais filosófico de Portugal. É tudo por conta da casa, "Hora" Eça!

A Casa-Museu Medeiros e Almeida acolhe uma iniciativa da bloguista Fátima Pinheiro: CONHAQUE-PHILOhttps://www.facebook.com/pa…/Conhaque-Philo/520931661373616… . Durante 7 sessões semanais, à 3º feira, FALEMOS dos OUTROS.

Esta iniciativa pretende ser apenas uma conversa, com tema pré definido, mas informal, provocadora e desafiante entre quem desafia e todos os que quiserem assistir e ser desafiados, todas as 3ªs à noite entre 4 de Novembro e 16 de Dezembro, com os temas que abaixo se indicam. A moderação é feita pela bloguista – que é filósofa – e, no primeiro e no último encontro, em conjunto com a jornalista Ângela Silva.

 

4 Nov – FALEMOS dos OUTROS - Eduardo Lourenço e Sofia Areal
11 Nov – A gestão do amor - António Pinto Leite e Isabel Salvado Alves
18 Nov – O que pode a literatura - Maria do Rosário Lupi Bello e Paula Mendes Coelho
25 Nov – As curvas do mundo - Francisco Seixas da Costa e Jaime Nogueira Pinto
2 Dez – E a leste? - José Milhazes e Henrique Monteiro
9 Dez – O que “faz” a beleza – José Mouga e Luísa Pinto Leite
16 Dez – O que é “selecionar”- Fernando Santos e…

 

A Sala do Lago da Casa-Museu vai-se transformar num espaço descontraído, onde cada um poderá acompanhar e participar nesta iniciativa sentado a uma mesa enquanto bebe um café, bebe um vinho... ou mesmo um conhaque.

 

A colecção de 250 relógios de António Medeiros e Almeida introduz-nos logo no tempo, tema central das filosofias. O que andamos aqui e agora a fazer? O filósofo com todas as letras não anda de cabeça nas nuvens. Tales de Mileto, um dos pré-socráticos, era um homem de ciência e de grande sentido práctico. Assim também este empresário, que nos deixou esta casa onde morou e que a encheu de uma beleza extraordinária. A urgência dos negócios não o fez abdicar da Arte nem das suas razões. Haverá muitas razões, é certo. Mas terão uns melhores razões que outros? E quem é o árbitro? Cabe a cada um decidir quem tem razões "melhores"? Mas com que base? Cabe a cada um esse trabalho "crítico”. Mas como? A Filosofia ajuda porque o seu principal trabalho é fazer as distinções essenciais. 

 

Em sete encontros, que são uma espécie de “serões na cidade”, estarão de cada vez uma ou duas pessoas “especiais”, de diferentes talentos e obras, a quem perguntaremos o que quisermos. Este projecto caiu-me ao colo e lá estarei a moderar, e principalmente a aprender. É um mergulho no meu “eu” (e num dos mais belos “lagos” que já vi). A Filosofia não é um corte com a vida, mas uma forma de a enriquecer. É cara alegre, porque in vino veritas, conhaque é conhaque, e a filosofia muito “ociosa”. Se for bom, em Janeiro haverá mais se Deus quiser.

 

TODAS AS 3ªs FEIRAS entre as 21.30 e as 23.30 – Sala do Lago

ENTRADA LIVRE
CASA-MUSEU MEDEIROS E ALMEIDA
(entrada pela Rua Mouzinho da Silveira, nº 6 Lisboa)
Facebook: https://www.facebook.com/casa.museu.medeiros.e.almeida
Website: www.www.casa-museumedeirosealmeida.pt

 

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