Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

26
Abr18

Quem goza com Marcelo?


Fátima Pinheiro

comadres.jpg

 

 

Ângela Silva, jornalista do Expresso, disse ontem na SIC que António Costa gozou com Marcelo. Comentando a intervenção do PR ontem na Assemleia da Repúbica, o Primeiro-Ministro fez questão de dizer ao jornalista que o interpelou, que Marcelo é de difícil compreensão. Que nem sempre se percebe o que quer dizer. Não é por nada mas interrogo- me uma vez mais sobre as boas relações institucionais. Sobre a política que se faz. Quem se interessa verdadeiramente pelo bem comum?

Se gozou ou não não é só problema dele. É um problema nosso, como é nosso Sócrates e Pinho, para referir os nomes mais falados nos últimos dias. É um problema recorrente a tal ponto que a prática de corrupção já assume a dimensão de banalidade. Quem é agora?

Este post é apenas a justa indignação de quem não se conforma com a forma como os destinos de Portugal são conduzidos. O 25 de Abril traz ao de cima uma vontade de justiça e de paz que não se compadece com jogos e comadres.

25
Abr18

Quem mais ordenha?


Fátima Pinheiro

"

transferir (13).jpg

Não é o povo, não. As notícias têm sido pródigas em informar. Principalmente sobre a o operação marquês e suas congéneres. Discute-se o direito de informação, e as idiossincracias da justiça e da política e seus zelos. O superior interesse público. Uma ova! Haja decência. Quem não quer vêr não veja. Agora, quem é que nasceu ontem? Eu não. Então?

A vie en rouge de um ex-primeiro ministro será apenas a ponta do iceberg. Que belo apartamento em Paris!  Mas como se passa da Covilhã para um tecto ao lado da Torre Eiffel? À custa de um povo que lava no rio. É certo que não pode ser um bode expiatório, isto é, Sócrates há muitos e em toda a parte e em todos os partidos. Ele é até meu camarada e irmão. Como eu o compreendo...

E olho para os actos. A pessoa, essa, é sagrada. É meu amigo também! O Deus da minha vida, ama cada um de forma incondicional. Agora, um Sócrates é livre de voar. Não acredito num Deus Pai tirano criador de marionetes inimputáveis. E lá tinha que meter Deus na conversa! Mas não há posição mais razoável na vida se não se olhar para o horizonte. Para o horizonte que se abre a quem se interroga sobre o que anda aqui a fazer. Para quem não se contenta com uma vida e uma morte sem sentido. Para quem quer uma vida a sério, sem jogar às escondidas, ou brincar às efemérides, brincar ao 25 de Abri, hoje, agora.

A Sic fez bem, Ricardo Costa explicou-o ontem. Abrir a cortina presumindo a indecência. Atirem a primeira pedra. Ou foi pornografia? Há uma fome de verdade que é alérgica às meias tintas e aos cinismos. Já tenho mais de16 anos.

Viva o 25 de Abril, viva a Democracia, viva Portugal. Viva cada um em condições humanas e não passíveis da adulteração que é o resultaltado de quem mama descaradamente.

Chega de chorar. Vão roubar para a estrada ou o Diabo que vos carregue!

24
Abr18

Rússia acolhe Cinema em Português


Fátima Pinheiro

isabel ruth.jpg Isabel Ruth em A Raiva

 

Serge Tréfaut esteve no Domingo em Moscovo, no festival Internacional de Cinema, com o fime A raiva. Ainda não vi o filme mas pelo trailer dá para pressentir qualquer coisa. De bom. Os actores são os da "família" dos filmes de Manoel de Oliveira. Só isto diz quase tudo. Para Tréfaut o cinema é também para pensar. É sair da vista curta. Neste periodo tão complexo de vistas curtas, não deixa de ser paradoxal a exibição desta obra de arte  na cidade de Putin.

O realizador brasileiro é conhecido pelo filrme Lisboetas, sobre os novos imigrantes na Lisboa de hoje, que recebeu o prémio de melhor filme português, no Indie 2004. Em 2011 estreou-se na ficção com Viagem a Portugal, que conta a história de uma médica ucraniana que chega a Portugal e é escrutinada no aeroporto de Faro, sendo obrigada a regressar ao seu país. Maria de Medeiros é Cinco Estrelas. E Isabel Ruth, que também entra em A raiva, um must. Duas senhoras da sétima arte

O cinema em português está de parabéns. Sugere que o mal não é para engolir e calar. A beleza salva mesmo. Nós é que nos distraímos facilmente.

 

21
Abr18

Tive um AVC!


Fátima Pinheiro

                                                                                                                                 

como-reconhecer-avc-770x439_c.jpg

 

 

Tive um AVC! Incrível mas é verdade. Não foi por acaso, como não é por acaso, que ainda estou aqui. Podia ter ficado arrasada totalmente, mas não. Por enquanto ainda aqui estou. Agora nova. Uma segunda vida. Porquê? Para quê?

Quanto custa 4 semanas no Hospital dos Capuchos a ver o que vi? O que vi!!!!!  E agora é que Canto até que a voz me doa. Não podemos calar o que vimos. Cantarei. À borla. Uma lua de mel inesquecível.

A minha filosofia de vida provou-se verdadeira. O Rasante é transparente em relação ao que penso. Sou assim, vamos dizer, como o Papa Francisco, como BentoXVI, e S.João Paulo Il, e recuando de século em século, até Pedro, a Rocha. Ou seja, sem papas na língua, católica, apostólica, romana. Numa sociedade onde tudo vale tudo e nada vale nada, levei tempo a descobrir este lugar que me foi dado. Mas olhando para trás, vejo como fui conquistada. E agora, tendo por dentro e por fora o que me aconteceu, sei que importa sofrer. E importa também olhar para os outros, por dentro e por fora. Diante do mistério que cada um é. Um silêncio que grita por sentido. O mistério do mal que, apesar e através de tudo, não é a última palavra.

E agora? Agora é como sempre foi, vem o dia, vem a noite, vem a vida. E eu podia dizer que "não" mas digo sim. 

Perdem as politiquices, as corrupções. Quão ridículo o que move a sociedade.  Ai o Serviço Nacional de Saúde e os subsídios que Carlos César terá recebido! E as armas químicas!

Hoje chega. Mas voltarei para contar. Para não me esquecer. E para partilhar. Principalmente para retomar o dia com um coração que é mais que "eu", porque tem lá dentro o João, a Helena, a Isabel, a Emília, a Aidir, e os mais que compõem o ramalhete. Tudo conta. Mas há coisas que contam mais que outras.

O que move Francisco? Cristo, Deus encarnado, nascido da virgem Maria. Sem caracóis louros, carregou uma cruz , foi morto e ressuscitou. Não é passivel de interpretações. Vem com kit

completo. É pegar ou largar. Não me venham com piedososas intenções. Eu é mais bolos, isto é, Madres Teresas de Calcutá. A Patrícia , que eu não via há anos, está a chegar e traz o almoço. Que maravilha!

25
Mar18

Mel Gibson outra vez


Fátima Pinheiro

 

 

images (11).jpg

 

 

Vem a Páscoa, vem a Ressurreição. Revejo o filme. Recordo um artigo que li quando estreou o filme  a A Paixão de Cristo, de Gibson. O que o colunista esperava  e disse não encontrar, eu encontrei. Não se sai cheio [os itálicos referem-se a esse artigo], certo,  mas eu saí menos vazia. A minha crítica é ao texto. Falo do que vi. Não faço como li num artigo, cujo autor afirma que nem iria ver (e acabou por escrever um artigo sobre o filme!). A maldade humana ou o pormenor do sangue não são o essencial da paixão de Cristo. Pois não, essencial é Ele dar-Se; e de uma forma que não definimos. Surpreendente, mas pertencente ao domínio dos factos testemunhados. Eu também passo bem sem flagelação, espinhos, cuspos e crucifixão!

O filme mostra, em grandes planos (Caravaggio plus técnicas atuais),esguichos de sanguebrutalidade humana, e mais, como lado de um outro lado. Uma unidade, que me permitiu o inesperado. Fui porque me disseram que era bom. A frase inicial: pelas Suas chagas fomos curados(Isaías, 700 ac) é chave. Quem não precisa de cura, ou quem afirma que não há cura, nisto parece não caber.

Um outro crítico escreveu, que, mais forte que o sangue, era o olhar de Cristo, sempre . Animou-me a vencer a fragilidade: se não conseguisse olhar (e.g. a flagelação em tempo real), olhava para o olhar. Aconteceu foi que o sangue e o olhar está tudo junto. Fiquei pregada à tela. As imagens estão trespassadas dum olhar terno e poderoso. Chagas, carrascos, escarros, chicotadas, chagas, traições, o diabo, sempre. Mas o olhar apaixonado por todos, destaca-se! Dentro e fora do filme. Assim o cireneu orienta-se; Judas cai em si; o bom ladrão tem a certeza que é salvo; Pilatos jamais é o mesmo. Cristo vira-se para o ladrão que está atento às Suas orações ao Pai e, descaradamente afirma: hoje mesmo estarás Comigo no Paraíso. Quem diria!

O horizonte cristão é a eternidade, é o amor. Pois é, mas isso acontece de cruz, de sofrimento, de pecado. Todos iluminados. Podia ter acontecido de outra forma?! Mas é assim. A aflição do cireneu vale mais que todos os esguichos de sangue que salpicam o ecrã. Pois é, mas não se inventam cireneus. Importa o olhar que cruzam, a cumplicidade, e a promessa de salvação. Só o olhar intensíssimo de Maria e a bondade perplexa de João marcam o filme com amor. Pois é. É diante deles que Pedro ajoelha depois da negação. Mas quem marca o olhar de Maria e de João senão o de Cristo? A imagem de Jesus a cair, criança, e o gesto dela a largar a lida para O ir consolar. É o que a leva a correr para O consolar, no caminho da cruz, quando cai, esmagado de dor, e a leva a dizer: Estou aqui! Não só um olhar, mas toda ela no chão, sem qualquer espécie de consolo a não ser o de consolar. E é restituído ao lugar.

As primeiras cenas, nas Oliveiras, dão-nos Cristo pleno do drama que é a liberdade. Será, como diz o artigo, o filme limitado por tratar só desta parte da história? Mas quem é que limita os argumentos dos filmes? Não serão belas estas 12 horas de Gibson, em que a reta final é mostrada sem véus? Ou preferirmos um Senhor dos nossos passos, colorido dum humanismo que se esbate numa vaga ideológica mensagem de amor? Queiramos ou não, os Passos do Senhor são aqueles, e este filme faz-me vislumbrar como terá sido. É só um filme, vale o que vale. Mas o cinema, como tudo na vida, se bem que nem sempre à altura do que é, pode mais do que muitas outras coisas.

E a morte não é a última palavra. Maria e João, obedientes sempre, diante d’ Ele recebem o mandato de permanecerem juntos. As suas caras são expectantes. O negro da hora não consegue calar a certeza que isto não pode ficar assim. Esta imagem é tão evidente, que não pega esta afirmação: “sem [a ressurreição e a esperança na eternidade] a paixão de Cristo perde sentido. Não conseguindo isto, o filme de Gibson perde sentido também.”

Impressiona a forma como Pilatos (retratado neste filme como nunca, e com quem também me identifico) é apresentado. O grande plano mostra a humanidade de quem, primeiro hesitando, mas já depois sabendo que tem diante de si a Verdade, decide entregar a outros o Seu destino. Em vez da atração do abraço, cede à  ambiguidade, uma insatisfação e tristeza angustiantes. Não se pode, sem mais, fugir ao olhar daquele Homem. É Ele a personagem central do apaixonado Exercício da Esperança, renovando tudo.

24
Mar18

Arnaud não é um herói francês.


Fátima Pinheiro

images (10).jpg

 

Ele deu a vida. Chamaram-lhe hoje, dia em que o fez, herói francês. Vão passear e sensibilizar. Discursos e sentimentalismos são dispensados. Menos paleio e mais ação. Tenho vergonha da cretinice a que esta civiliza**** chegou. Parabéns Clara pelo que escreveste no Expresso sobre os canalhas de duas e mais caras. Hoje muda a hora. Era bom, era.

Arnaud Beltrane, 45 anos, não é um herói frances,  é um homem. Para que serve a vida senão para ser dada (Claudel). Menos Paleio.

É só. Hoje as palavras ficaram mas sagradas. Calo-me.

21
Mar18

As Asas do meu Desejo


Fátima Pinheiro

 

images (17).jpg

 

"As Asas do Desejo" Wenders

 

 

Prefiro substantivos a adjectivos. Ser católico significa ser humano. Eu não inventei o catolicismo e por isso ao encontrá-lo tenho o prazer de o ir descobrindo. E cada dia verifico a sua beleza e a sua eficácia, por muito que acontecam coisas que parecem contradizer o que acabo de dizer. Não adianta dizer que uma coisa faz bem se não a experimento. E disto não se sai. E dizem-me: é bom para ti, para mim pode não ser. Ou pior, dizem-me: isso não é bom para ti! E nasce um bloqueio. Não estamos a falar da mesma coisa. 

Ser católica é expermintar uma felicidade sem igual. O catolicismo, mesmo na sua ignorância, e mesmo por causa dela, dá a resposta mais completa aos problemas humanos. O catolicismo tem uma pretensão como nenhuma outra. E eu, como não quero nada às mijinhas, decididi um feliz dia meter-me a caminho. Aconteceu- me. A única coisa que então fiz foi ser livre de seguir. É o que continuo a fazer. Não me queiram cortar as asas. Não conseguem. Vivam pedaços de Catolicismo, não me impinjam um catolicismo raquítico e cegueta, de conveniências. 

Ser católico é saber O Catecismo. Isto vale mesmo para quem não sabe ler. Mas saber de experiência feito, não de bocas foleiras e virgens ofendidas. Obra feita, quero dizer. Se eu disser Madre Teresa ou Papa Francisco, percebe-se, verdade? já viu  o filme "As asas do desejo"?

 

20
Mar18

Sais così?


Fátima Pinheiro

sarkosy.jpg

 Pode ser. A política no seu pior. Não tira o sono mas entristece e é uma vergonha para a França, mas sobreturo para Sarkozy. É a segunda vez. Ainda falta uma. Vou ser básica: tantos de nós a contar tostões! E por cá, così fan  QUASE tutte.

Não falo hoje do Bombarral. Nem de doutoramentos, e muito menos de lições de "especialistas" a (des) abrilhantar "summits" em Coimbra. Deus me segure. Já não se aguenta mais o Armani da Covilhã. Um provincianismo sem igual. O que ele deve saber!!!!! E passos nada!

E Rio, sem boca, levou o Frontiers a demitir-se.  Tanto tempo!!!!! Há coisas que eu gostava mesmo de saber. Não me venham com o "a política é mesmo assim". Nem com "Dias internacionais", hoje é o da felicidade.  O que é certo é que Primavera está aí a menos de 8 horas. Putin ganhou e prometeu.

O resto é viver a sério. Politicamente correcta, mesmo. Não duvido de que sou mesmo capaz. 

19
Mar18

As embaixadas e os diplomatas


Fátima Pinheiro

 

10640991_799219680129461_2320686734157267130_n.jpg

 

 

Francisco Seixas da Costa pergunta se Portugal deve fechar as embaixadas. Que os diplomatas ganham muito, etc etc etc. Quem é diplomata responderá melhor que ninguém. Óbvio que não se devem fechar. O embaixador e ex- governante demonstra por a + b que não. Não tenho nada a acrescentar. Só duas coisas. Muita coisa teria então de ser fechada. E, aqui sim grave, muitos diplomatas deviam mudar de ramo. Não é qualquer um que sabe representar Portugal. Quem manda páre, escute e olhe.

Nunca vi profissão onde os critérios são tão relativistas como na carreira diplomática. Entendo que é precido establecer uma espécie de gramática diplomática onde se esclareça o que é representar Portugal. Como se pode pode representar algo  se se ignorar bom senso e bom gosto? E last, but not the least, é preciso saber, mas a diplomacia é uma arte. Conheço poucos. E conheço um em especial  a quem Portugal deve muito e a quem eu devo, em parte, três filhos. Graças a Deus é o nosso embaixador em Moscovo. O nosso homem na Rússia. Estamos bem entregues neste periodo difícil. Não ganha a mais e não mete dinheiro ao bolso. E fico por aqui.

16
Mar18

O que é que tens feito?


Fátima Pinheiro

18672848_1488844731166949_4247179865837059225_o.jp

 

Que raio de pergunta!! Eu sei que muitas vezes não sabemos o que dizer uns aos outros. Mas para quê insistir em conversa mole? É uma espécie de matar o tempo. Mas matá-lo para quê? Que tal viver ? Com silêncios, diálogos e monólogos sem e com palavras?

Contemplar o que tenho mesmo de baixo do nariz. Procurar caminho na selva. Mudar para mais. Recomeçar. Não ter a pressa do fim de semana.

Em cada pedra da calçada há uma surpresa, uma luz, um cheiro. Que faço ds meus pulmões? E dos meus sentidos? Páro e lembro-me dos cegos, dos paralíticos. Fazem parte do meu mundo.

Seja qual for o meu Plano de vida, tem que incluir. A inclusão está na moda. Não devia. A inclusão é uma evidência a realizar.   O que é que faço? O que tenho feito? Esta pergunta está agora colorida. Cada dia conta. Cada respiro. Mudar está ao alcance de quem o deseja. Há sempre uma ponta por onde se pegue.

Mudar numa guinada feita com o melhor carro. Todos sabemos qual é. Arregaço as mangas e vou ser livre para mais vida.

Sobre mim

foto do autor

Pesquisar

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Welcome back home...

  • Anónimo

    O AVC fez-te escrever ainda melhor! Welcome back!!

  • Fátima Pinheiro

    É mesmo!

  • pita

    Creio que será claro que Fátima, pelo que escreve,...

  • pita

    Um excelente (grande) filme. Tão marcado fiquei q...

Links

imagens rasantes

Arquivo

    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2015
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2014
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D