Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

27
Nov17

I will ever surrender

Fátima Pinheiro

cavalo 3.jpg

 

Render sim, por uma razão. Está provado que, por razões incompreensíveis, quem é para sair de cena, sai. Do que valeu viver então? Basta um momento de gosto de plenitude, para que tenha existido uma plenitude como promessa de vida. Por muito "apenas" pressentida que fosse. Promessa, apenas. Quem não vê ou não se lembra, peça ajuda.Eu peço. Mas esta cultura da autonomia a todo o preço não "acha" bem. 

Contudo a vida é mais que eu, mais que todos nós todos somados. Não adianta fingir ou iludir as circunstâncias. Aos que morrem não basta "prolongar-lhe" a vida no meu coração porque também ele terá prazo de validade. As estátuas ou outro género de prolongamento sabe a pouco. 

We will ever surrender? O melhor é rendermo-nos à evidência. Estavas  agora  não  estás. E o que a fazer é seguir o pressentimento. Não me renderei à luta. Continuarei a perguntar porquê, mesmo depois de ter "encontrado."

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
23
Nov17

Ter um filho...

Fátima Pinheiro

542312_431998610184905_465153110_n.jpg

 TM Rasante

 

Não se pode dizer, em rigor, "tenho um filho", dois três, ou mais. Um filho não se tem. Porquê? Porque ninguém tem ou possui um mistério. E uso a palavra no sentido em que Jaspers e Marcel a divulgaram. Mistério é algo, um X, do qual eu não vejo todos os aspetos ou fatores.

Ao contrário da palavra "problema", que é algo que tenho diante de mim, a palavra "mistério" refere-se a algo que é uma espécie de moldura a envolver sujeito e objeto. Por outras palavras, o objeto das ciências são os objetos que um sujeito estuda. Já a filosofia não é ciência, porque é o único saber que tem como objeto o próprio sujeito. Não o dá como adquirido. As célebres perguntas: quem sou eu? Donde venho? Para onde vou? (Ai Dan Brown, estás na calha, para umas palavrinhas aqui no Rasante).

E esta coisa do ter direito a ter filhos? Custe o que custar!!!! E esta coisa do comprar filhos? Brincamos ou quê? E alguma vez passou pela cabeça de alguém comparar um filho a um livro e a uma árvore!

Os filhos não são o sentido da vida, eles dão sentido. Não porque tenham a chave do mistério, mas porque, carne de uma só carne, são na sua beleza, incomparavelmente cúmplices de amor, prazer, parecidos com o mistério que envolve os pais, os co-criadores, palavra que aprendi na Fé que procurei. Há quem não tenha filhos. Pois há.

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
22
Nov17

Ser Zen é bem!

Fátima Pinheiro

galopi.jpg

 

 

Conheço católicos, e outros crentes, que parecem baratas tontas. É o ativismo e às vezes moralismo. E há quem diga que é tolerante, embora  a palavra certa e mais científica seja indiferença. Quem o disse foi Oscar Wilde. Acontece que a indiferença é mentirosa. Ou seja, é mentira que temos que ver uns com os outros?

Sei que cada um vê de uma maneira. Mesmo dois budistas o fazem. Ou dois católicos. A subjetividade é incontornável, a ontologia é que manda. A Ontologia é a mãe. Subjetividade distingue-se de subjetivsmo. É como beber um copo de água: a água é a mesma, o que muda é a sede e quem bebe (subjetividade). Estar a beber um copo de água e dizer que é vinho, é poesia. E em termos de conhecimento é subjectivismo. É água mesmo!

Ser indiferente é como adormecer no filme. É não perceber que estamos todos no mesmo barco. É alhear-se do bom combate e vestir a camisola da tolerância (que quando bate forte se despe logo) e, assim, ser indiferente a quem não é igual a mim mas de mim não difere por ser uma pessoa; é ollhar para o lado e de certa forma ignorar o outro, uma pessoa. Ou não?

Ou então também se poderá defender que há pessoas que não são pessoas. Temos muitos casos na História em que o indefensável foi defensável. E agora mesmo. Há pessoas que estão a ser tratadas como pedras.

Mas já há muito se vem ganhando a postura de toca e foge, "não tenho nada a ver". "Ser feliz é passar ao lado da dor." Mas a dor e o sofrimento existem. A começar em nós. Não adianta ignorar. Adianta, sim, lutar por uma vida inteligente, realmente subjetiva. Uma luta que não é minha e  que levo como se fosse.  Por muito que seja bem ser "zen", por muito que me gritem que o spa é que é.  Ser civiizado o que é: é escapar ou amar?

 

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
21
Nov17

CORRE SEMPRE TUDO BEM

Fátima Pinheiro

 

 

19225802_10211664547281679_1446605353325197632_n.j

 foto Rasante

 

A vida é feita de contingências. Falo por mim. Para já ninguém fez nada para aqui estar. Há tantas coisas boas, a correr bem. E eu nada fiz. É o espanto diante do sol que nasce, as estrelas, as pessoas e tudo o mais que todos sabemos. Que coisa tão banal e tão criançola o que acabo de dizer. No entanto é verdade. Nós é que andamos distraídos. E andamos distraídos também no que respeito ao tempo. Sei lá eu o meu tempo? O que me espera? Então desaproveito. Dou por adquirido. Não potencializo, não olho, não gozo. Não relaxo, stresso. Vivo embaciada. Sem alegria. Lembram-se dos tempos modernos, de Chaplin? A pobreza não tem apenas um aspeto material.

Há aquela pobreza do viver, de passar o dia sem me lembrar, de reparar. E há tanto para reparar, valorizar. Mexer. Beber. Acariciar. Dar.  Mas vou fazendo assim-assim. E os dias passam. Como posso afirmar que CORRE SEMPRE TUDO BEM? Olho à minha volta e verifico que há vidas aparentemente monstruosas, de injustiças. Como pode correr tudo bem? É ver o que se passa no mundo, em Portugal, no meu bairro. Verifico a impotência para mudar. É como se houvesse um muro.

No entanto tudo corre bem se eu faço a coisa certa, na altura certa. O passo em frente, o recuo. O dia tem 24horas. Tudo corre bem, como um rio para o mar. Dá muito trabalho. Muito mesmo. Trabalho de casa, pessoal e intransmissível. Para quem o quiser. É uma luta. Mas sei se pensar que hoje é o meu primeiro ou último dia, vai tudo correr diferente. Vai tudo correr bem. O tempo pára. Cobertos de lama há tantos diamantes a descobrir. The big picture faz a diferença. Se o final não foi feliz, é porque ainda não era o final, alguém disse. Corre sempre tudo bem.

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
16
Nov17

Há dois tipos de pessoas

Fátima Pinheiro

12647180_1088816911169735_3493596200924374890_n.jp

       TM Rasante

 

Revi nestes dias três entrevistas a pessoas que me interessam. O entrevistador, era o mesmo. Na segunda-feira fui ouvir Eduardo Lourenço, na Gulbenkian, numa conferência sobre o tema Haverá lugar para Heterodoxias? E há aqui um ponto de convergência que se tornou claro para mim, bem como a redescoberta do que é saber entrevistar. E uma grande conclusão, que mais uma vez reapreendi, que é a palavra que me "diz" mais. Eu já sabia, mas experimentei mais uma vez.

Há dois tipos de pessoas: as pessoas discurso e as pessoas presença. A vida passa por mim e vou apreendendo a reconhecê-las. E mesmo quando cada um destes tipos têm laivos do outro, acaba por imperar ou uma ou outra. Em relação ao que vi nestes casos que referi não tenho dúvidas: dois discursos e três presenças. O discurso pode ser lógico, interessante e ortodoxo, mas reduz-se a uma lógica demagógica, corriqueira e asfixiante. Perde assim até o direito a ser chamado de discurso na verdadeira acepção da palavra, sendo apenas a cassete de sobrevivência. E por incrível que pareça, vende.

Com as pessoas presença é diferente. O tempo pára, elas têm olhos e olhar.  A entrevista e o grande plano deixam ver. Revelam. É como estar ao vivo com as pessoas e ao fim do dia lembro, como se fosse agora. E sorrio. Aí soa então bem fundo a palavra que mais me diz. Que me realiza. Já estão a ver qual é? E todos os dias soa mais. Todos os dias é como se fosse diferente. Não é cassete, realiza!

Uma boa entrevista? É saber entre vistar. É saber, quanto baste, antes de enfrentar o entrevistado. Trabalho, mais trabalho de casa, que inclui o trabalho da própria vida de quem pergunta. E nesse entre ter, mostrar na cara e no corpo, o bicho que está na berlinda. No que está gravado  - no gravador e na memória do coração - podemos andar para a frente e para trás (chama-se  silêncio, meditar, recolher, recuar para avançar, tempo ao tempo).

No caso, o entrevistador foi sempre o mesmo. E nas entrevistas que revi, vi de tudo. Numa delas porém vi dois homens.

De Eduardo Lourenço já aqui disse tudo. Ele, o homem das heterodoxias, é um ortodoxo, como lembrou no outro dia. A humanidade tem a vocação da verdade. Não a da verdade opressiva, mas a da verdade positiva, que liberta. Foi o que revi há dias naquela entrevista, dois homens desarmados, sem rede, a mostrarem-me quem sou. Uma arte.

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
12
Nov17

E o respeito pelos mortos que ainda estão vivos?

Fátima Pinheiro

E o respeito pelos mortos que ainda estão vivos? Um Panteão não é um lugar para jantares ou coisas do género. Ponto. Volta não vai vem à baila. Agora foi por causa do encerramento vip da Wesummit. Levantam-se as vozes dos que se justificam e dizem não serem responsáveis. Levantam-se as vozes dos que lá têm família. Levantam-se as vozes dos opinion makers. É compreensível. E surgem-me à cabeça nomes de vivos célebres, que hão-de gerar polémica de se saber se devem ou não ir para o Panteão. É compreensível.

Contudo o que penso hoje acima de tudo é na consciência do que é bem e mal –palavras hoje em dia aparentemente demodée, mas afinal não tanto porque senão não teríamos esta procissão de opiniões -, de que cada um de nós é capaz do melhor e do pior, e que não sabemos é tratar de quem está vivo. Há pessoas que são figuras públicas, e dessas há uns que são políticos. Por essa razão é-lhes exigido que respeitem os vivos que um dia, tal como esses políticos, vão morrer. E não sei se irão ou não para o Panteão. Há um perfil de ser panteonável?

O que sei é que cada português deveria merecer respeito. Um tratamento humano por parte de quem nos governa. Cada um tem a vida dupla ou tripla que entender, mas está mal. Não se brinca à política. Duplos só nos filmes. Tenham juízo, não falem mais do Panteão, já percebemos.

Não é tempo de dizer que Portugal é saloio, por pôr a Websummit nos píncaros. É tempo de cuidar dos nossos vivos. Preciso de dizer como? Tratem das florestas, não digam que os presos comem bem porque é mentira, ponham os criminosos na cadeia para a inserção social, e tratem-nos bem, mas sem presos vip. Não suspendam penas, resolvam logo. Não adiem processos, num sistema pior que kafkiano (porque este era só no papel). A “justiça” é tantas vezes falsa, cúmplice. Têm todos telhados de vidro, não é? Só pode ser.

Não digam que a eutanásia é bom, ponham em ação os cuidados paliativos. Eutanásia é matar, e ninguém é dono da sua vida. Os que decidem que assim querem morrer é porque nós não estamos lá. E os media estraríam a dormir, quando no fim de semana passado passou a Marcha pela vida, em três cidades deste nosso panteão?

Temos a nossa vidinha e investimos no green, no saudável, no futuro. Mas qual futuro? Quais alterações climáticas cabeça de cartaz! Os jovens entretêm-se nos Urbans. Arranjem-se ofertas atrativas. E depois acontecem os tais espancamentos até à morte, e como tudo o que é difícil, segue a marinha.

Não cortem no que realmente nos torna mais humanos. Na educação, que acaba por ser um frete e stress para todos: pais, filhos e professores! E na cultura? Desta nem digo nada. É uma vergonha. Sejam humanos. E se fizéssemos tudo para todos irmos para o Panteão? Mesmo. Não basta um país de mortos vivos. E o que me custa muito é ver as provas à vista, e, mesmo assim, branqueamento dos tipos que me andaram a governar a roubar...Dedicam-se agora à escrita. O dinheiro devia ir para os Hospitais. Minorar o sofrimento. Mas não, do que eles gostam é de vir na primeira página dos novos jornais ( agora on line, é estarem sempre a aparecer), e pelas “melhores razões”. Deixem lá o Panteão sossegado, e tirem mas é as lagartas do almoço dos nos filhos. Deixem-se de tretas. E a miúda que tirou as fotografias tem um processo disciplina em cima!!!! 

E encontrei a lagarta! Nunca sabes onde jantas, não é Costa? Tinhas a vaca e o queijo na mão. De acordo com a lei, bastava teres dito NÃO. Olé! Ao menos não havia lagartas no evento...

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
09
Nov17

Para quem se perdeu na Websummit

Fátima Pinheiro

 

ro.jpg

 

 

Roberto Begnini faz a proeza daquela que devia  ser a Cimeira de Firenze. Vejam o video. Foi em Setembro passado e não há palavras para descrever este homem que revela uma genialidade que me mata. Mata o que não sou, para uma emersão irreversível. Eu já sabia  que Divina Comédia me lê toda. Não sabia é da paixão por ela. O poeta, genial seguramente, passa-me a pente fino, sem rodeios, por todos os cantos do meu "eu". Escancara-me  todas as portas. 

E é universal e intemporável. Não é mais dos italianos do que dos outros. Mas ser italiano é aqui um privilégio. Em Direito e Beleza, ai meu Deus. Começa assim:

 

No meio da caminhada das nossas vidas

encontrei-me por uma floresta escura 
porque perdi o caminho  imediato

 

Não me venham com piedosas intenções. Eu quero o longe e a distancia.(José Régio). Quero? Sim, de que me vale o mundo inteiro, se me vier a perder ?

 



 

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
08
Nov17

Websummit sim, mentira não!

Fátima Pinheiro

medicos.jpg

 

 

Greve dos médicos à porta da Websummit! É só uma sugestão. Este Portugal tão surpreendente não tem nada para esconder. Ou terá?

Somos tão amigos uns dos outros, estão em Portugal os grandes do mundo...Abraços e bejos, beijos e abraços.

Eu sei que esta Cimeira não brinca e que pode vir a ser um trunfo para a resolução de problemas. Mas não está a par de tudo o que se passa. No meio vão surfar, o que é muito bom mas importa abrir o jogo.

Portugal não é só "wonderful, sun, amazing". Há pessoas a "surfar" nos Hospitais de Portugal. Agora. 

Há fogos que não se apagaram por incúria.

Websummit sim, mentira não.

Queremos consultas e as cirurgias que estavam programadas a serem feitas. Assim não dá.

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
07
Nov17

Websummit: a House of Cards

Fátima Pinheiro

 

 

 

WIN_20171107_10_48_53_Pro.jpg

 

 

Está lá tudo. De uma forma ou de outra, nada falta. As cartas, o jogo, vai começar. Abrem-se palcos e discursos. 1.600 empresas de todo o mundo, 270 são portuguesas, encontram-se lá para negócios.  Mas ontem foi já a Abertura. Prometeu. Mas do que vai acontecer não sabemos. Agora que a tecnlogia não deve esquecer a vida, que a inteligência é um conceito crucial, e que não é monololítica, que a inteligência artificial pode ser perigosa, como afirmou ontem Stephen Hawking, não será um bom mote? Que Lisboa e Portugal têm tamanho, é bom ouvir. E da boca dos nossos portugueses que já ontem discursaram, ouvir que a Beleza tem nome é muito bom. Não disseram bem que nome é, mas que passa pelo caminho do tornar tudo simples, é muito, muito bom.

No fim o balanço. Vamos ver. Quem é avesso ao que a tecnologia e o bem  nos podem trazer? As sementes, de muitas nunca saberemos o futuro. Hoje daqui pouco vou conhecer a Sophia, estou curiosa, mas de uma coisa tenho já a certeza: não quero morrer nos seus braços. Nos teus, Kevin Spayce, poderá ser. É mesmo preciso saber jogar...

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
06
Nov17

A humanóide dança?

Fátima Pinheiro

 

 Continuando o tema da robot  Sophia que vai estar a partir de amanhã na Websummit, hoje posto esta habilidade

da rapariga. Olhem uma boa chance para os tímidos ! Não deve é ser barato. Mas há o euromilhões!. Isto hoje nem é um post.  Volto em breve.

Vou mergulhar no maravilhoso mundo das Cimeiras. A menina dança? Claro...

 

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).

Pág. 1/2

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).

Links

imagens rasantes

Arquivo

    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2015
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2014
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D