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Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Renovai-vos pela transformação espiritual da vossa inteligência e revesti-vos do homem novo (Ef 4, 23-24).

Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

28
Fev18

Enrola-me no teu lençol, a nova canção do festival


Fátima Pinheiro

O Festival já tem nova canção. Foi conhecida ontem aqui e aqui. Música e letra, o hino da Turquia. Intérprete, o Presidente turco Recep Tayyip Erdoğan.

 

Coro, não há. Houve tempos em que o Coro existia e  era bem preciso. Como hoje. Mas os coros de hoje são carneiradas pagas. A ONU podia ser um bom coro, mas não está a dar.

 

Cada coisa tem o seu valor. Tudo tem a sua seriedade. O festival da canção. As Guerras. Está tudo relacionado. E conhecer uma coisa é perceber a sua relação com as outras. As redes sociais existem para se falar de tudo. Ainda bem. E verdade fala Bauman ao reconhecer que anda tudo líquido. Até o novo filme de Del Toro, na corrida aos óscares. Filme a que voltarei. Vão ver que vale mesmo.

 

As images da menina e do co*ro falam por si, mais que  uma espécie de Dora que noutro festival cantou 'Não sejas mau pra mim'. Um plágio, portanto. E na História, há tantos! Chega de Piçarro e especulações. Hoje não falo mais de coros . Hoje é para dizer à menina que se a enrolarem naquele pano eu prometo que vou lá e que a trago comigo e a levo para o único lençol que nos soube libertar. Não é qualquer um que é o Alfa e o Omega.

 

O Presidente da Turquia diz a menina de seis anos que esta seria honrada se morresse em guerra. A criança foi levada ao palco chorou durante toda a interacção com o presidente turco, que disse que ela seria enrolada na bandeira se, “Deus queira”, se tornasse um mártir.

De acordo com o The New York Times, Erdogan discursava num comício de apoio aos soldados que combatem em Afrin, na Síria, um enclave que se encontra sob domínio curdo e que os turcos tentam conquistar. O presidente da Turquia avistou a criança na multidão e decidiu chamá-la até ao palco após reparar que estava vestida com um uniforme militar e usava uma boina grená, tal como a que usam os elementos do Comando de Forças Especiais, destacado no enclave sírio.

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
27
Fev18

A IURD ao Festival!


Fátima Pinheiro

 

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Não faria nunca um plágio, "muito menos a uma música da IURD!" , Diogo reconhece aqui que nunca iria a um concurso com um plágio, muito menos vindo da IURD. Então afinal conhece a IURD. !!! E se calhar farias plágios  de outras músicas? Da IURD é que não.

É lamentável. E ainda por cima depois dos manos Sobral. Cantas mas não me animas. Então, continuas, é normal em vinte canções duas ou três serem iguais. Será que ouvi bem? É a sina do artista dizes. O quê? Afinal eu estou a ver tudo. Não tenho aquelas vendas ridículas da encenação. O juri não tinha vendas, é certo, e não são deuses.

Quando é muita conversa, a bater na mesma tecla, a gente desconfia.

Deve sair e entrar outro. Ou levem  a  IURD ao Festival. Ou não vês nada? A mim é que não tapas nada. Quem é fiel no pouco é fiel no muito. Falo por mim.

Júlio Isidro, quer um video árbitro? 

 

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
24
Fev18

Vou a um retiro


Fátima Pinheiro

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Como é Quaresma vou a um retiro. Também vou a retiros  noutras alturas. É uma prática milenar e de todas as religiões. A razão de ser é o amor. Ama-te. Em ti, através dos 'ti' que lá estarão encontra-se o Inestimável. É desta forma. Aconteceu assim, Acontece e Acontecerá. O mesmo, ontem, hoje e sempre. Iluda-se quem quiser, mas Deus encarnou. Naquela rapariga chamada Maria. É por isso que a Igreja é tão odiada e perseguida. Tanto amor!

A História está cheia dos nossos limites. Mas quem olhar para tudo não é só isso que vê. Vê coisas grandes na Sua vida. E nas horinhas más quem é Requisitada? Não sou pessimista nem ando sempre a pensar na morte, mas a sua perspectiva é a verdade nua e crua. Do pó e pó, que verdade!

Vou a um retiro para ver melhor. Pode-se fazer em casa um retiro. Ou na natureza. Também se pode. Mas não tem nada a ver. Ele está no meio. Eu sei menos do que Aquele que me fez, e faz, agora. Eu vou aprender e cada vez amo mais este Caminho. É realmente um caminho para quem quer. É bom! Um pó salvo!

"Eu gosto de ir à Igreja quando não está ninguém.", dizem-me. Percebo. Acontece que está sempre lá Alguém, e esse Alguém escolheu uma Companhia. Está na hora de ir. À imagem e semelhança.

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
23
Fev18

Para a Quaresma: Manuel, Giussani e Francisco


Fátima Pinheiro

 

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O Comunhão e Libertação ( CL) é um Movimento da Igreja Católica. Fez agora, 22 de Fevereiro, 13 anos que o seu fundador D. Luigi Giussani, morreu . Pouco conhecido entre nós, o “movimento” começou nos anos 50 . O Papa Francisco encontrou-se o ano passado a 7 de Março, em Roma, com este “rosto" de Igreja, como tem feito com outros "rostos" que são a Igreja, uma vida. Celebrou-se então o 36º aniversário do reconhecimento pontifício do CL.

Este post destaca porém uma outra “ignorância”. Para tal refiro um jornalista italiano, que contou em livro a vida de Giussani. Usarei em tradução livre a edição italiana - Alberto SAVORANA, Vita di don Giussani,  Rizzoli – Milano, 2013 -  em português, há pouco entre nós (Tenacitas). Tudo isto para quê? Simples. Um dia, o já padre Giussani  ia no comboio. Ouviu uma conversa entre teenagers sobre Religião e Igreja. Constatou algo muito significativo: as posições que cada um defendia eram baseadas em ignorância, e desenvolvidas a partir de falsos preconceitos. Pensou (digo por minhas palavras): é preciso dar a conhecer, falar verdade. Para que a vida seja boa, mas já, e não para depois. Cristo prometeu que quem O seguisse teria a vida eterna e o cêntuplo JÁ.  E o que os miúdos dizem interessa-me. Quero ir para o meio deles. E veio também para o meio de mim, Graças a Deus,  em 1987.

A questão decisiva  para Giussani, à qual dedicou toda a sua acção educativa, a sua vida, é então esta: Cristo: sim ou não? Hoje continua verdade. Quem sabe mesmo o que é o cristianismo? A educação é a rocha de sociedade, das pessoas. A minha pedra angular. Sem ela não vamos muito longe.

 D. Manuel Clemente numa Catequese de Quarema sobre "A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira". Tarefa de cada um. Já foi tempo em que a Igreja era uma “coisa” de alguns.

Cristo é para mim “sim” ou “não”? Para responder é necessário saber de quem estamos a falar.

Destaco então o capítulo 19 do livro que referi. A mim esclareceu-me, e vejo-me num caminho em que a companhia deste movimento me alegra e me dá um gosto de vida nova. Como deu a S.Paulo, a Santa Teresinha do Menino Jesus e a tantos, como ao Pe Dâmaso que morreu ontem, e que transbordava "Paixão por Jesus", com repetia vezes sem fim. Porquê? Porque a resposta à pergunta é a razoabilidade em Pessoa que enche e transborda do nosso ”coração”, das exigências e evidências que correm e fazem correr a natureza humana. Quem não tem sede de verdade, justiça, bem e beleza? Bons pontos para focar a Quaresma, assim o faço.

  • O que é a religiosidade? «A essência da razão». E qual é a pergunta que se faz mais vezes? «Faço-me tantas». Pode citar uma, pelo menos? «Se Deus deu aos católicos a inteligência, é para a usarem ou fazerem um holocausto dela?»
  • Quando “os tempos são maus”…quer dizer que veio o momento da conversão do coração e da maturidade na fé. [...] A vida vale a pena ser vivida para edificar a glória de Deus, isto é, para construir a humanidade nova na Igreja. Pois bem, em toda a história do cristianismo a condição para construir é o sacrifício, isto é, a cruz …A maturidade da nossa fé - eis a ressurreição.
  • Introdução à realidade, é o que é a educação. A palavra “realidade” está para a palavra “educação” tal como a meta está para um caminho. A meta é todo o significado do andar humano: esta não está presente unicamente no momento em que a empresa se realiza e termina, mas também em cada passo da estrada. Assim é a realidade, que determina integralmente o movimento educativo, passo a passo, e é a sua realização.
  • Infelizmente, a mentalidade laica – Giussani nota que isto é evidente na escola – «não está interessada em dar um contributo para a tomada de consciência efectiva de uma hipótese que explique as coisas unitariamente. O analismo que predomina nos programas abandona o aluno frente a uma heterogeneidade de coisas e a uma série de soluções contrárias entre si que o deixam, consoante a sua sensibilidade, desconcertado e desalentado no meio da incerteza». Em consequência, o jovem «sente, normalmente, a falta de alguém que o guie e que o ajude a descobrir aquele sentido de unidade das coisas, sem o qual ele vive uma dissociação»
  • É precisamente esta constatação que leva Giussani a aprofundar o conceito de autoridade: «A experiência da autoridade surge em nós como um encontro com uma pessoa rica na consciência da realidade; de modo que esta se nos imponha com a revelação e nos traga novidade, espanto e respeito. Da sua parte há uma atracção inevitável, da nossa parte uma inevitável dependência, sujeição». Para Giussani, a autoridade, de uma certa maneira, é o meu “eu” mais verdadeiro. Mas muitas vezes, hoje a autoridade propõe-se e é vista como algo que nos é estranho, que “se acrescenta” ao indivíduo. A autoridade permanece fora da consciência, ainda que talvez seja um limite devotamente aceite»
  • Dentro do percurso educativo, a figura da autoridade é central até accionar a verificação da proposta vinda da tradição e isto só pode ser feito por iniciativa do jovem e por mais ninguém.
Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
16
Fev18

O império dos sem tidos...


Fátima Pinheiro

Levantei hoje a caneta e voltei a escrever neste blog, que esteve parado por razões menores.  E voltei porque o sexo dos homens é  um dos temas que mais me interessa. Somos sexo, dos pés à cabeça. E regresso para dizer umas boas. Faço-o por uma questão de decência. Não basta ter voz para escrever. É preciso conhecer. E para isso há que ter interesse, paixão. O mesmo se passa com o sexo, não basta tê-lo, é preciso sabê-lo, sê-lo. E ser católico é mesmo sexual. Até o olhar, e não apenas o olho, pestanas e rimel. Aliás, é o olhar que pode tornar o olho sexual.

Uma nota Pastoral mesmo a calhar. Obriga a pontos nos is, e de demente só se pode dizer daquele que não quer saber que a Igreja tem “dono”. Pastor. E que tem um nome. Aqui lembro-me do que escreveu Bento Domingues. E Carlos Bobonne. E de Cristo.

Eu sei que o rebanho” desagrada (ou agrada, depende da perspectiva) aos que ainda vivem agarrados ao entendimento de “rebanho” de Nietzsche, que assim adjetivava a moral do cristanismo, por oposição à moral dos senhores, a apontar para os gregos e para o super-homem. Com Heidegger (aspire-se no “h” ou não), já o homem (upps! o da-sein) ser o “pastor do ser”, tudo bem. Foi a loucura dos anos 80 na Faculdade de letras, com o Pe Cerqueira Gonçalves. Loucura que não “acabou”, e que tal tal como o “namorado” de Arendt, não leva a parte nenhuma a não ser a ela própria, à loucura.

Heidegger foi o grito de um sentido, uma poesia que quiz ser mais do que poesia, e que acabou por nem ser filosofia, nem poesia. Mas o homem do Ser e Tempo, escorregou na casca da banana. Ainda bem que, feitas as contas, perdeu para Husserl seu mestre no início, que não  “morreu” e ainda há os que resistem, vivos ou vivos nos livros, e que tenham trazido ao sexo e à sexualidade muito que está aí para ser estudado. O óscar vai para S. João Paulo II que entendeu, como poucos, o que significa a sexualidade (sexo nós pensamos que sabemos muito bem o que é, mas se calhar assim não tanto…), e disse no século XX o que S. Tomás não disse no XIII.

Os “textos” que li a propósito daquela Nota do Patriarca de Lisboa, vêm todos de novos pastores, especialistas em muitos cores businesses. Sim só podia. Igreja e sexo vende bem, e, curiosamente, são assuntos que geram muita escritura, mas que só revela ignorância. Os nossos intelectuais!

Porque me interessa a Igreja? Porque me interesso por Cristo, que a fundou? E Dele quem fala? Fala Francisco. Fala Manuel. E falam de um Cristo que não inventam. Este é que me interessa. Não me interessam Cristos interpretados a bel prazer, aos domingos ou em encontros de gente boa e mediática, mas que não conhece o Cristo. As águas dividem-se. Aqui lembro do que escreveu Rui Ramos. E do que escreveram uns padres  jesuítas.

Não estimo “as bocas" de quem nem sabe do que está a falar. Mas este mundo de subjetivismos – nas melhores e piores versões, de Austers a Gustavos ou Alexandras – é no que dá também . É muito bom. Neste caso, é muito bom mesmo na asneira. É o meu mundo e eu gosto de todos os que nele vivem. Mas se me meto em alhadas  também  delas saio, e sei chamar as coisas pelo seu nome pessoal. O epicurismo é mentiroso e o estoicismo cansa. Isto só vai com amigos. Eu tenho doze e um chama-se Manuel.Não assobio para o lado nem sou a raposa ressentida. Aqui lembro do José Manuel Fernandes.

E Deus viu que era tudo muito bom. É mais vírgula menos vírgula o que relata o Genesis, um livro da Bíblia, como todos sabem. Viva Frederico Lourenço? Viva Tolentino? Sim, vivam. Até há um retiro para pregar ao papa Francisco.

Tenho assitido aos milhares de letras que o sexo e que a Nota pastoral de D. Manuel Clemente tem provocado. Estão em causa vários textos –  estes sim são palavras cruzadas.  Nesta confusão lembro com alegria que a Igreja não nasceu ontem, Ela é feita de Dogma mas também é uma História. Quem tem escrito tem a noção de que o Senhor da Igreja não tem aqui sido nem tido nem achado?

Aos meus caros “pastores” mais ou menos mediáticos: Quem é Cristo?  A  alguns tiro o chapéu. Mas a grande maioria só diz tolices, alguns até revelam desonestidade intelectual.

Francisco e Manuel seguem  Cristo, seguem Outro.  Não são Pastores “à la Carte”, que só seguem o seu umbigo. Há alguém que se interesse por Cristo? Querem Zefirellis ou Pasolini?

Viva-se o sexo à balda! Os resultados estão à vista.

E como se lê no Documento de Francisco, “A Alegria do Amor”, este assunto interessa porque o desejo de família ainda não morreu no coração dos jovens. Jovens que não vi serem  tidos nem achados. Muitos até os matam sem terem nascido. E tem tudo a ver. (to be continued). Ah, chapéu se tire ao observador, onde li muita coisa boa. E aproveito para notar que já é estupido dizer que uma coisa, uma política, por exemplo , é sexy. O que ainda não saiu de moda é dizer "eu cá sou agnóstico". É tão cómodo. Uma espécie de zona de conforto, civilizada e que revela aquele, falso humilde  "quem sou eu para....?". Ai para umas coisas sou e para outras não! Conheço uma rapariga que é divorciada há 15 e casada com o mesmo homem há quase 30. Ele vai na 4ª amante. Um dia  ainda lhe mudo as fraldas...ou sei lá o quê.
Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
06
Fev18

Eutanasia-me...


Fátima Pinheiro

 

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Eutanasiar uma pessoa dá que pensar. Pensar por exemplo se aquele amigo mo pedisse. E penso. Deixo um pedaço da minha opinião, dita tão bem, que limitei-me a copiar.

"Morte assistida! Todas as mortes devem ser acompanhadas com cuidado respeito e afeto: não assistidas como quem vê o espectáculo, mas como quem vive solidário esse momento tão importante de cada vida humana. Porquê trocar os nomes à realidade? Para enganar quem? Se estou a facilitar e dar condições para que alguém se suicide, não é suicídio assistido, é conivência e participação. Se estou a “eutanasiar” outra pessoa, ainda que com todo o jeito e preparação, estou a matá-la. Mesmo que tenha sido a seu pedido, não é assistência, é ser autor “responsável”. Para quê branquear o acto de matar com o título de “morte assistida”? Se é preciso perceber o que se quer dizer com “mata-me!”, também é preciso desmascarar o que se quer dizer com “dou assistência à tua morte!”

Como é possível que, num mundo cheio de mortes por ideologias fanáticas e doentes que pretendem um mundo limpo de infiéis, sem dignidade nem lugar, estejamos, nós, a discutir como matar para eliminar o sofrimento! Que atraso civilizacional!"

Padre jesuíta

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05
Fev18

Casos de injustiça


Fátima Pinheiro

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Estes últimos tempos têm sido pródigos em "casos" de justiça que nos preocupam. Nalguns casos têm implicado muito sofrimento. Como sou fã de Ricardo Araújo Pereira, e acho mesmo que é dos melhores jornalistas que temos em Portugal - óbvio, um jornalismo pouco fedorento e perspicaz até dizer "chega" -, andava ontem a rir-me "com ele", quando me deparo com esta pergunta que ele fez num programa de televisão, ao então Bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto. O Programa era: "Gato Fedorento - Marinho Pinto Esmiúça os Sufrágios". O que fui encontrar!

A terminar, e no fim de uma conversa que merece ser "vista", lá vem a resposta à pergunta "o que é a justiça", igualmente cheia de sentido de humor. Vem aqui: http://youtu.be/Ia1vdEknONM 

E se Ricardo Araújo Pereira é jornalista, Marinho Pinto pode ser outras coisas, também. Como vem num livro que ando a ler (que frase foleira) eu sou antes de mais "eu". E não isto ou aquilo. Ou do clube A ou do Clube B. A  notíca é o princípio da História, afirmou um dia o fundador do Washington post. Vale a pena ir ver o filme, sobretudo a maravilhosa Merly Streep.
 
 

 

 

 
Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).

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