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Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

25
Mar18

Mel Gibson outra vez

Fátima Pinheiro

 

 

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Vem a Páscoa, vem a Ressurreição. Revejo o filme. Recordo um artigo que li quando estreou o filme  a A Paixão de Cristo, de Gibson. O que o colunista esperava  e disse não encontrar, eu encontrei. Não se sai cheio [os itálicos referem-se a esse artigo], certo,  mas eu saí menos vazia. A minha crítica é ao texto. Falo do que vi. Não faço como li num artigo, cujo autor afirma que nem iria ver (e acabou por escrever um artigo sobre o filme!). A maldade humana ou o pormenor do sangue não são o essencial da paixão de Cristo. Pois não, essencial é Ele dar-Se; e de uma forma que não definimos. Surpreendente, mas pertencente ao domínio dos factos testemunhados. Eu também passo bem sem flagelação, espinhos, cuspos e crucifixão!

O filme mostra, em grandes planos (Caravaggio plus técnicas atuais),esguichos de sanguebrutalidade humana, e mais, como lado de um outro lado. Uma unidade, que me permitiu o inesperado. Fui porque me disseram que era bom. A frase inicial: pelas Suas chagas fomos curados(Isaías, 700 ac) é chave. Quem não precisa de cura, ou quem afirma que não há cura, nisto parece não caber.

Um outro crítico escreveu, que, mais forte que o sangue, era o olhar de Cristo, sempre . Animou-me a vencer a fragilidade: se não conseguisse olhar (e.g. a flagelação em tempo real), olhava para o olhar. Aconteceu foi que o sangue e o olhar está tudo junto. Fiquei pregada à tela. As imagens estão trespassadas dum olhar terno e poderoso. Chagas, carrascos, escarros, chicotadas, chagas, traições, o diabo, sempre. Mas o olhar apaixonado por todos, destaca-se! Dentro e fora do filme. Assim o cireneu orienta-se; Judas cai em si; o bom ladrão tem a certeza que é salvo; Pilatos jamais é o mesmo. Cristo vira-se para o ladrão que está atento às Suas orações ao Pai e, descaradamente afirma: hoje mesmo estarás Comigo no Paraíso. Quem diria!

O horizonte cristão é a eternidade, é o amor. Pois é, mas isso acontece de cruz, de sofrimento, de pecado. Todos iluminados. Podia ter acontecido de outra forma?! Mas é assim. A aflição do cireneu vale mais que todos os esguichos de sangue que salpicam o ecrã. Pois é, mas não se inventam cireneus. Importa o olhar que cruzam, a cumplicidade, e a promessa de salvação. Só o olhar intensíssimo de Maria e a bondade perplexa de João marcam o filme com amor. Pois é. É diante deles que Pedro ajoelha depois da negação. Mas quem marca o olhar de Maria e de João senão o de Cristo? A imagem de Jesus a cair, criança, e o gesto dela a largar a lida para O ir consolar. É o que a leva a correr para O consolar, no caminho da cruz, quando cai, esmagado de dor, e a leva a dizer: Estou aqui! Não só um olhar, mas toda ela no chão, sem qualquer espécie de consolo a não ser o de consolar. E é restituído ao lugar.

As primeiras cenas, nas Oliveiras, dão-nos Cristo pleno do drama que é a liberdade. Será, como diz o artigo, o filme limitado por tratar só desta parte da história? Mas quem é que limita os argumentos dos filmes? Não serão belas estas 12 horas de Gibson, em que a reta final é mostrada sem véus? Ou preferirmos um Senhor dos nossos passos, colorido dum humanismo que se esbate numa vaga ideológica mensagem de amor? Queiramos ou não, os Passos do Senhor são aqueles, e este filme faz-me vislumbrar como terá sido. É só um filme, vale o que vale. Mas o cinema, como tudo na vida, se bem que nem sempre à altura do que é, pode mais do que muitas outras coisas.

E a morte não é a última palavra. Maria e João, obedientes sempre, diante d’ Ele recebem o mandato de permanecerem juntos. As suas caras são expectantes. O negro da hora não consegue calar a certeza que isto não pode ficar assim. Esta imagem é tão evidente, que não pega esta afirmação: “sem [a ressurreição e a esperança na eternidade] a paixão de Cristo perde sentido. Não conseguindo isto, o filme de Gibson perde sentido também.”

Impressiona a forma como Pilatos (retratado neste filme como nunca, e com quem também me identifico) é apresentado. O grande plano mostra a humanidade de quem, primeiro hesitando, mas já depois sabendo que tem diante de si a Verdade, decide entregar a outros o Seu destino. Em vez da atração do abraço, cede à  ambiguidade, uma insatisfação e tristeza angustiantes. Não se pode, sem mais, fugir ao olhar daquele Homem. É Ele a personagem central do apaixonado Exercício da Esperança, renovando tudo.

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
24
Mar18

Arnaud não é um herói francês.

Fátima Pinheiro

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Ele deu a vida. Chamaram-lhe hoje, dia em que o fez, herói francês. Vão passear e sensibilizar. Discursos e sentimentalismos são dispensados. Menos paleio e mais ação. Tenho vergonha da cretinice a que esta civiliza**** chegou. Parabéns Clara pelo que escreveste no Expresso sobre os canalhas de duas e mais caras. Hoje muda a hora. Era bom, era.

Arnaud Beltrane, 45 anos, não é um herói frances,  é um homem. Para que serve a vida senão para ser dada (Claudel). Menos Paleio.

É só. Hoje as palavras ficaram mas sagradas. Calo-me.

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
21
Mar18

As Asas do meu Desejo

Fátima Pinheiro

 

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"As Asas do Desejo" Wenders

 

 

Prefiro substantivos a adjectivos. Ser católico significa ser humano. Eu não inventei o catolicismo e por isso ao encontrá-lo tenho o prazer de o ir descobrindo. E cada dia verifico a sua beleza e a sua eficácia, por muito que acontecam coisas que parecem contradizer o que acabo de dizer. Não adianta dizer que uma coisa faz bem se não a experimento. E disto não se sai. E dizem-me: é bom para ti, para mim pode não ser. Ou pior, dizem-me: isso não é bom para ti! E nasce um bloqueio. Não estamos a falar da mesma coisa. 

Ser católica é expermintar uma felicidade sem igual. O catolicismo, mesmo na sua ignorância, e mesmo por causa dela, dá a resposta mais completa aos problemas humanos. O catolicismo tem uma pretensão como nenhuma outra. E eu, como não quero nada às mijinhas, decididi um feliz dia meter-me a caminho. Aconteceu- me. A única coisa que então fiz foi ser livre de seguir. É o que continuo a fazer. Não me queiram cortar as asas. Não conseguem. Vivam pedaços de Catolicismo, não me impinjam um catolicismo raquítico e cegueta, de conveniências. 

Ser católico é saber O Catecismo. Isto vale mesmo para quem não sabe ler. Mas saber de experiência feito, não de bocas foleiras e virgens ofendidas. Obra feita, quero dizer. Se eu disser Madre Teresa ou Papa Francisco, percebe-se, verdade? já viu  o filme "As asas do desejo"?

 

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
20
Mar18

Sais così?

Fátima Pinheiro

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 Pode ser. A política no seu pior. Não tira o sono mas entristece e é uma vergonha para a França, mas sobreturo para Sarkozy. É a segunda vez. Ainda falta uma. Vou ser básica: tantos de nós a contar tostões! E por cá, così fan  QUASE tutte.

Não falo hoje do Bombarral. Nem de doutoramentos, e muito menos de lições de "especialistas" a (des) abrilhantar "summits" em Coimbra. Deus me segure. Já não se aguenta mais o Armani da Covilhã. Um provincianismo sem igual. O que ele deve saber!!!!! E passos nada!

E Rio, sem boca, levou o Frontiers a demitir-se.  Tanto tempo!!!!! Há coisas que eu gostava mesmo de saber. Não me venham com o "a política é mesmo assim". Nem com "Dias internacionais", hoje é o da felicidade.  O que é certo é que Primavera está aí a menos de 8 horas. Putin ganhou e prometeu.

O resto é viver a sério. Politicamente correcta, mesmo. Não duvido de que sou mesmo capaz. 

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
19
Mar18

As embaixadas e os diplomatas

Fátima Pinheiro

 

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Francisco Seixas da Costa pergunta se Portugal deve fechar as embaixadas. Que os diplomatas ganham muito, etc etc etc. Quem é diplomata responderá melhor que ninguém. Óbvio que não se devem fechar. O embaixador e ex- governante demonstra por a + b que não. Não tenho nada a acrescentar. Só duas coisas. Muita coisa teria então de ser fechada. E, aqui sim grave, muitos diplomatas deviam mudar de ramo. Não é qualquer um que sabe representar Portugal. Quem manda páre, escute e olhe.

Nunca vi profissão onde os critérios são tão relativistas como na carreira diplomática. Entendo que é precido establecer uma espécie de gramática diplomática onde se esclareça o que é representar Portugal. Como se pode pode representar algo  se se ignorar bom senso e bom gosto? E last, but not the least, é preciso saber, mas a diplomacia é uma arte. Conheço poucos. E conheço um em especial  a quem Portugal deve muito e a quem eu devo, em parte, três filhos. Graças a Deus é o nosso embaixador em Moscovo. O nosso homem na Rússia. Estamos bem entregues neste periodo difícil. Não ganha a mais e não mete dinheiro ao bolso. E fico por aqui.

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
16
Mar18

O que é que tens feito?

Fátima Pinheiro

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Que raio de pergunta!! Eu sei que muitas vezes não sabemos o que dizer uns aos outros. Mas para quê insistir em conversa mole? É uma espécie de matar o tempo. Mas matá-lo para quê? Que tal viver ? Com silêncios, diálogos e monólogos sem e com palavras?

Contemplar o que tenho mesmo de baixo do nariz. Procurar caminho na selva. Mudar para mais. Recomeçar. Não ter a pressa do fim de semana.

Em cada pedra da calçada há uma surpresa, uma luz, um cheiro. Que faço ds meus pulmões? E dos meus sentidos? Páro e lembro-me dos cegos, dos paralíticos. Fazem parte do meu mundo.

Seja qual for o meu Plano de vida, tem que incluir. A inclusão está na moda. Não devia. A inclusão é uma evidência a realizar.   O que é que faço? O que tenho feito? Esta pergunta está agora colorida. Cada dia conta. Cada respiro. Mudar está ao alcance de quem o deseja. Há sempre uma ponta por onde se pegue.

Mudar numa guinada feita com o melhor carro. Todos sabemos qual é. Arregaço as mangas e vou ser livre para mais vida.

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
14
Mar18

Stephen Hawking provou a existência de Deus

Fátima Pinheiro

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"Deus não existe", defendia o cientista Stephen Hawking, que era membro da Pontifícia Academia das Ciências, que hoje morreu aos 76 anos. No entanto acabou por provar a Sua existência. Para que fique claro entende-se  aqui por "Deus", o Ser Infinito e Imutável, que por possuir esses atributos não pode ser provado pelo método científico. O Deus de Abraão, Isac e Jacob,  revelado em Jesus Cristo como Amor.  

À ciência não compete  provar nem a Sua existência nem a Sua inexistência. Não é nesse sentido que aqui se afirma que Hawking provou a existência de Deus. A Ciência desenvolvida pelo homem que hoje  partiu do meio de nós, não admitia uma realidade superior à mente humana, que, um dia, no futuro, tudo poderia vir a abarcar. Na sua teoria do todo, o seu sonho, não cabe uma realidade absolutamente transcendente. Agora, a vida deste homem foi trespassada de uma força que se foi revelando na sua vida, sobretudo desde os seus 21 anos, quando lhe foi detectada uma grave doença, que, diziam os médicos, lhe daria apenas dois anos de vida. Acontece que, contrariamente às previsões humanas, acabou por viver mais de meio século com essa doença. A descoberta dessa grave doença não impediu o amor da rapariga que com ele veio a casar, num amor que frutificou na sua vida toda. Família, afectos, filhos. Uma vida dedicada à Ciência. Com muito amor. Não, isto não é poesia.

Uma luta constante que foi ultrapassando os obstáculos que iam aparecendo. Ia morrendo de uma pneumonia, mas volta ao terreno e diz-nos, entre outras tantas verdades: olhem sempre para as estrelas. E não desiste de inovar com o modo de se comunicar. Preso à máquina que o sustentava, tinha um sofrimento inimaginável que não o impedia de pensar, antes pelo contrário, fez ciência, e ainda lhe sobrava o sorriso e o sentido de humor. E em Portugal na inauguração da última Websummit, o que foi, senão amor, a  sua preocupação em apontar os perigos para os quais alertou a humanidade?

Só não lhe tiro o chapéu todo porque não admitiu, como Einstein, um X, superior à mente humana. Mas o que o fazia permanecer - nas limitações em que vivia -, lutar, continuar, esperar, amar? Sem saber deu-nos uma prova de um Amor maior que nós. Eternamente gratos. Se eu for para o céu vou dar-lhe um abraço e chorar de alegria. Mas chapéus há muitos. Crucificado àquela cadeira por amor, é isso que interessa. Vais agora para os braços do Pai, e nós aqui temos a tua herança, o teu amor, e o teu Sustento...

 

Já agora, saiba-se que  A Igreja Católica é a única Religião que admite no "campus" a funcionar uma Academia das Ciências, onde estão cientistas de todo o mundo, idependentemente da sua posição religiosa. Foi  a primeira a ser criada, no século  XVII. Não se diga portanto que a Fé impede o avanço da Ciência. Aliás é o contrário, a Fé Católica tem  aumentado conhecimento notável. Não fosse a sua  concepção de Universo, e não poderiamos dizer que "somos feitos do mesmo pó das estrelas". O Universo é feito todo ele da mesma matéria. O homem foi criado à imgem e semenhança de Deus, e a sua dimensão física, material obedece às mesmas leis da Física.  Era por isso que Sttephen gostava tantode as contemplar e que nos convidou a fazer o mesmo.

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13
Mar18

José Miguel Júdice em western mood

Fátima Pinheiro

 

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E eu que pensava que estava diante de cultura.  Senhor doutor de leis, sabe o que quer dizer Deus ex-machina? Sic: Aranjem comentadores que comentem, por amor de Deus. Com ideias. Que trapalhada. O nobre espaço de comentário não é para ajuste de contas. Para isso temos os Westerns.

Era sobre Marcelo e o Congresso do CDS. Enxergue-se, faça a sua contabilidade com Marcelo e não fale do que não sabe. E que chatice, temos agora uma senhora de excelência na política...

O que  o senhor advogado gostaria era de ser era político, não era?

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12
Mar18

Sabe o que é um livro?

Fátima Pinheiro

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 com a A Sofia Areal

 

Para muitos um livro é um objecto com folhas, capa, com letras, com o que alguém escreveu. Vende-se em muitos lados. Alguns têm imagens. Estão nas livrarias, quiosques. E há bibliotecas. Há pessoas que são um livro aberto. Outras que têm mais sabedoria que muitos livros, e nem sabem ler, nem escrever. S.Tomás disse um dia que tudo o que tinha escrito era palha, comparado com Deus, tema dos seus livros. Também se diz que para se ser homem são necessárias três coisas: plantar uma árvore, fazer um filho, e escrever um filho. 

Agora há o admirável digital, uma espécie de manuscritos iluminados mas muito à frente. E há quem goste do cheiro maravilhoso dos livros.

Hoje apenas quero dizer que para saber o que é um  livro é preciso saber ler. Então, e o que é ler?  Não saía daqui hoje, a escrever.

Camus tem muita coisa sobre estes assuntos. Refiro apenas esta: os que habiam os seus livros querem saber quem são.

A natureza é também livro, ensinaram-me. O trabalho, a vida, são também livros, sinais. Vou. E vou lendo as pedras da calçada, por aqui muito traiçoeiras, com a luz do sol. Quero saborear quem sou. Senão não percebo nada dos olhos dos outros. Tenho aprendido com a Sofia!

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11
Mar18

A matriz cristã da política

Fátima Pinheiro

 

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Adriano Moreira lembrou ontem na abertura do Congresso do CDS que apenas três lideres religiosos discursaram na Assembleia Geral das Nações Unidas. Nada mais nada menos que três Papas : Paulo VI, S.João Paulo II e Bento VI. Esqueceu-se de dizer que Paulo VI vai passar a S.Paulo Vl, como foi anunciado há dias. E vão dois. Mas sublinhou as palavras sábias  de Paulo VI "o desenvolvimento é o novo nome da paz".  Curioso, no mínimo. Cadê os outros lideres?

 

Num discurso poderoso, a abrir o Congresso, no qual o "poder encantatório das palavras" foi rasante às doenças do mundo e de Portugal, foi claríssimo no reconhecimento da matriz cristã do CDS. E apontou para Assunção Cristas, ela própria essa matriz, em todos os seus aspectos. Por isso é que todos se sentem em casa. Alguns, como Adolfo Mesquita Nunes, até o disseram diante de todos.

Sem quaisquer rodeios, a matriz cristã o que é? Temos uma mãe e mestra. Que é exigente e ama. Que trabalha, sem cessar, no terreno.  Tantos e tantos que dão vida no terreno.  Sujam as mãos, consolam , e muitos são mortos, em silêncio, por Jesus.

Não sou nem conservadora, nem liberal. Prescindo, sempre que possivel, de adjectivos. Matriz cristã não precisa de mais adjectivos. Matriz cristã é o que é e o que tem feito, faz e se propõe fazer esta líder, que cresce cada dia, em especial neste congressso que se propõe fazer de Portugal mais e melhor, contando com cada um  para trabalhar e viver do e para o bem comum. Chega de conversa de chacha. O futuro é agora. E dizer tudo isto não é o mesmo que dizer que o CDS é o dono do cristianismo. Seria desvirtuar a política e a Igreja. O Cristianismo e a Igreja só têm um "dono".

Temos mulher. Alternativa pela positiva a esta geringonça que já não tem cara. Já agora o que Ela disse hoje  aqui  - O Cristianismo não oferece saídas fáceis, mas propõe uma vida moral sã, a recusa do mal, do egoísmo e da corrupção, explicou o Papa durante a  oração do Angelus, este domingo de manhã.

A matriz da política é cada pessoa criada por Deus à Sua imagem e semehança, razão da sua digindade.

 .

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).

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