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Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

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02
Jun18

Eduardo Lourenço estreia-se no cinema

Fátima Pinheiro

paineis.jpg

 Painéis de S. Vicente

O filme "Labirinto da Saudade", estreou  no dia de anos de Eduardo Lourenço, dia 23 de Maio. O ensaio homónimo da autoria do homem que fez agora 95 anos, viu a  luz em 1978. Miguel Gonçalves Mendes foi o realizador que concretizou a narrativa filmíca do texto que tem sido referência para o pensar Portugal. Fui e gostei. É bom. Por muitas razões, que não enumero por ordem hierárquica

Eduardo faz de Eduardo

Dou os parabéns a Eduardo que se prestou  a ser actor. E tão bem. Como sempre está presente sem rede, sem filtros. É uma criança. Ele próprio confessa: sei tanto hoje, com quase 100 anos, quanto sabia aos 2 anos. A cena final golpeia o coração, porque nela "embarca" o homem que somos todos nós. Andamos a tudo fazer para esquecermos que somos mortais. A ilusão da morte que é só para os outros até ao dia em que acontece a ausência incurável. Ninguém pode fugir. Eduardo é o salteador da Arca Perdida.  Contudo não se confessa todo. Mas eu sei...

Rodeado de amigos

O filme foi a pedido de alguns amigos, que entram também no filme. Anabela Mota Ribeiro, Siza Vieira,  Pilar del Rio, Lídia Jorge, Ramalho Eanes, Jorge Sampaio, entre outros. Dão-se à câmara de forma generosa. Nas suas cumplicidades com o protagonista.

Os seis traumas

Aqui registo a  fidelidade ao texto base e a posição em relação ao Brasil, cuja perda não é um trauma. Bons diálogos com brasileiros. Tudo muito bem documentado. E Ricardo Araújo Pereira é um Salazar irrepreensível. Gostei da ideia de fascismo santacombadense.

Não é Chato  

Tem um bom ritmo. Pluralidade de linguagens fílmicas. A animação vem a calhar. Não faltam evocações significativas plenas de história.

 

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).

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