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Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

28.08.17

Há cérebros azuis e cérebros cor de rosa


Fátima Pinheiro

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Muitos conhecem o video de Mark Gungor, acerca da diferença entre o cérebro do homem e o cérebro da mulher. Mas como eu só agora o vi, quero partilhar aqui. Vale a pena ouvir com atenção porque ajuda a esclarecer a confusão que por aí anda sobre orientação sexual. Quero sublinhar a distinção essencial que ele faz entre homem e mulher, rapaz e rapariga, menino e menina, azul e rosa. O seu senso comum, a sua descrição realista,  arrasa qualquer outra postura.  
Qualquer outra visão voluntarista de ser isto ou aquilo, seja de que mistura de cores for,  pára nesta evidência de uma matriz sólida e incontornável. Não há outra hipótese. Ou uma cor ou outra. O mais são construções consideradas mais modernas de quem, infeliz ou a bel prazer, constrói uma identidade à sua medida. Nuns casos com muita dor e sofrimento. 

Não falo de cor. Ando no terreno, entre as gentes. Mas digo isto porque já estou a ver a catalogarem o meu discurso de retrógrada, tótó, conservadora, e isso é mentira. Não me importa o que me chamam. Importa-me sim o busilis da questão. E por isso reconhecer a nossa humanidade. E gritá-la. Não que ela precise de defesa.  

A verdade é que todos entendem este homem, muito claro e incisivo no que diz.

 

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).

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