Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Renovai-vos pela transformação espiritual da vossa inteligência e revesti-vos do homem novo (Ef 4, 23-24).

Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

29
Out15

A Europa como nunca a viu


Fátima Pinheiro

 

Carlos do Carmo, imagem tirada da net

 

Pois é. A Europa, tema central mas até agora mais ou menos exclusivo para académicos, saltou para o meio da praça com o acordo de esquerda que aí vem.

Se podemos ter um Governo apoiado pelos comunistas e bloquistas que nos querem fora do euro, como vamos ficar na Europa?

E que Europa é esta que nos exige o que não conseguimos dar? E que Europa é esta onde uns acolhem e outros expulsam refugiados? E que Europa é esta onde todos sonham vir parar mas onde o sonho parece estar a ruir? Que Europa é esta, onde os velhos direitos se vêem gregos para conviver com o novo (velho?) capitalismo  emergente? Que Europa é esta?

Provocador e desafiante, o Conhaque-Philo, uma iniciativa da bloguista Fátima Pinheiro que convida gente a conversar, com café, um vinho ou mesmo um conhaque,  vai juntar políticos, jornalistas, economistas, artistas e quem mais vier. Para debater a Europa.

É na Casa Museu Medeiros e Almeida, Rua Mouzinho da Silveira, em Lisboa. Entre 3 de Novembro e 22 de Dezembro, uma vez por semana, «A Europa somos nós».

Só para abrir o apetite: começa com Eduardo Lourenço e José Manuel Fernandes, já no dia 3, a responderem à pergunta: «Europa: Observas-te a ti mesma?». E acaba a 22 de Dezembro, com Jorge Silva Melo e Aura Miguel a questionarem se no mapa europeu «Há mais vida para além do cenário».

Não resista. Vão lá estar o João Botelho, a Sofia Areal, o João Soares, o Pe Pedro Quintela, o José Milhazes, a Raquel Abecasis, a Aura Miguel, o Francisco Sarsfield Cabral, o João César das Neves, o Luís Osório e o Carlos do Carmo.

Desafiante e provocador! A Europa somos nós.

 

Programa em detalhe:

Conhaque-Philo 2015 - A EUROPA SOMOS NÓS

 A Casa-Museu Medeiros e Almeida acolhe o CONHAQUE-PHILO 2015, uma iniciativa da bloguista Fátima Pinheiro https://www.facebook.com/pages/Conhaque-Philo/520931661373616?fref=ts . Durante sete sessões semanais (3, 11, 17, 25 Novembro/ 1, 8 e 15 de Dezembro, das 21.30 às 23h - ENTRADA LIVRE – R.Mouzinho da Silveira,6,Lx) o tema é “A Europa somos nós”.

Facebook: https://www.facebook.com/casa.museu.medeiros.e.almeida

Website: www.www.casa-museumdeirosealmeida.pt

Uma conversa informal, provocadora e desafiante entre quem desafia e todos os que quiserem assistir e ser desafiados. A Sala do Lago da Casa-Museu transforma-se num espaço descontraído, onde se bebe um café, um vinho... ou mesmo conhaque.

 

3 Novembro

Europa: Observas-te a ti mesma?

Eduardo Lourenço/ José Manuel Fernandes

 

11 Novembro (4ª feira)

Que Vale, a Europa?

José Ribeiro e Castro/Raquel Abecasis/ Pe Pedro Quintela

 

17 Novembro

A juventude da velha europa

Francisco Sarsfield Cabral/João Luís César das Neves

 

25 Novembro (4ª feira)

As virtudes do desassossego

João Botelho/Sofia Areal

 

1 Dezembro

 Onde acaba a Europa?

José Milhazes/ João Soares

 

8 Dezembro

Se deixasses de ser minha?

Luís Osório/Carlos do Carmo

 

22 Dezembro

 Há mais vida para além do cenário?

Aura Miguel/Jorge Silva Melo* (*a confirmar)

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
12
Jul15

A Apologia de Laura


Fátima Pinheiro

 imagem tirada da net

 

A melhor apologia de alguém é a sua própria vida. E não há careca que não venha a ser descoberta. Não tenho que fazer um desenho, pois não? As verdades, como o azeite na água, vão vindo ao de cima. Há coisas que preferiria calar. Mas vivemos, também, numa praça pública. Tem que ser. Porque sou alérgica à injustiça e à ignorância. E prefiro ter as mãos sujas, meter as mãos na massa, do que guardá-las para depois, vegetando numa indiferença mortal. Triste ter que falar de certos casos, mas é o que há. Eu cá abraço tudo, mas só me cala a boca um beijo bom, grande, do tamanho da minha "insignificância" maravilhosa de nada ter feito para "ser". Vem esta conversa porque ontem li um artigo duma jornalista que, a partir de agora, vou passa a ler: Inês Teotónio Pereira . O artigo tem o título: "E se Laura Ferreira fosse de esquerda?

 

Conta Inês que houve quem tivesse posto a hipótese de o facto de ela ter aparecido em público ao lado do marido, o primeiro-ministro, sem esconder a doença contra a qual luta, poderia ser instrumentalização.Olhei a fotografia, e lembrei-me de outras fotografias dela, em outros eventos, ao lado do marido. Com a mesma pose, com o seu ar de mulher a quem não lhe interessa ficar bem na foto, mas sim outras coisas. Só que nessas fotografias, ela tinha cabelo.

 

Apenas umas perguntas:queriam que ela aparecesse em privado com o marido? A sua vida não mostrou já de que género de mulher estamos a falar? Não se pavoneia por aí, e tem a vida rica de gestos com pinta. Porque não se escreve sobre esses? Não "interessa", pois é! Quem é que já lutou contra um cancro? Eu ainda não,mas conheço de perto alguns "casos". Há quem"desista"!

 

Para mim é, por agora, conversa acabada. Teria muito a dizer. Mas chega. A não ser que razões ponderosas me façam falar. Parar é morrer. Triste isto. Agora, católica por adesão a um "natural" e extraordinário desafio que um dia Alguém me fez,  sou esquerda, direita e o que houver. "Universal", é isso que quer dizer a palavra "católico". Considero a política a atividade mais nobre (Aristóteles, entre outros, explica isto muito bem). Não brinco às hipóteses nem tenho a chave das intenções.Nem nada defendo. A vida, sim -  Laura também - vem com cartão de visita. Só não vê quem não quer. Não é que andemos por aqui, a jogar às escondidas! É que sem liberdade não seríamos pessoas; viveríamos tudo em segunda mão. Mesmo de cabeleira farta, sem liberdade tudo de pouco vale. 

 

Com tanta riqueza, há ainda quem discuta a falta de lenço na cabeça de uma Senhora e se ponha a conjecturar! Dêem-lhe mas é uma festa na cabeça, um abraço, ou um beijo! Comentemos outras coisas. Poderíamos falar de política.

 

A continuar narrativas destas, vamos onde? É o que acontece a quem não tem argumentos e uma cabeça, essa sim,  oca. Caso para perguntar: afinal quem está a instrumentalizar quem ? e o quê? As aparências só iludem a quem o quer.

 

 

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).

Pesquisar

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).

Comentários recentes

  • Narciso Baeta

    A estupidez é uma cegueira do espírito: não mata, ...

  • Anónimo

    O futebol é um dos pratos principais do actual est...

  • Anónimo

    Esse cardeal, é do mais atrasado que a ICAR tem… a...

  • Anónimo

    Eu gostava era de ver o Marcelo "genuíno" a dar u...

  • Anónimo

    Gostaria de mais informações Recebi uma proposta d...

Arquivo

    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2015
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2014
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D