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Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Renovai-vos pela transformação espiritual da vossa inteligência e revesti-vos do homem novo (Ef 4, 23-24).

Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

14
Dez17

Há coisas que é preferível não saber?


Fátima Pinheiro

 

leme.jpg

 

A minha pergunta vem porque uma amiga minha escreveu no facebook que há coisas que ela preferiria não saber. Isto a propósito da entrevista do agora ex-secretário de estado e do seu relacionamento com a Rarissimas. Eu tinha acabado de  ver a entrevista.  A entrevista entristeceu-me muito.

Ao almoço a entrevista foi tema de conversa. A certa altura eu disse que se  calhar  era melhor  não saber certas coisas, e que as redes sociais em certa medida poderiam ser uma perda de tempo. Depois pensei melhor.

Ser político envolve uma responsabilidade distinta. Quer dizer, diferente das outras e, por outro lado, a Política é para ser nobre, elevada. Não é como conduzir uma coisa qualquer. É como conduzir um país. É o destino das pessoas que pode estar em causa. A Política pode ter muitas cores. A Política é construida por homens, não por deuses. Contudo a Política não pode ser a bel-prazer.  Da Política se exige e dela devem decorrer exigências.

Obrigada à Ana Leal. Obrigada às redes sociais. É bom saber que  homens e mulheres temos ao leme. Até para que saibamos se o leme e o norte se perderam.

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
25
Set17

Portugal está uma vergonha!


Fátima Pinheiro

 

tancos.jpg

 

Que segunda-feira forte e feia! Areia, só na praia. Nos olhos não. Porque iria o Expresso mentir? O Expresso não mentiu. E Pedro Santos Guerreiro (PSG) não só diz que o Relatório existe, como hoje já prometeu mais revelações. Parece que ainda há jornalismo. Estou farta dos jornais de fio dental!!!! Prefiro os de fio condutor. E nas circunstâncias em que vivemos, de mentira atrás de mentira,  é preciso Norte. E as palavras podem e devem contribuir. A ver vamos.

Esta semana promete. Há caras que vão aparecer nesta recta final de campanha. Não pode ser de outra forma. Mas sabem daquelas caras que têm o sorriso pendurado? De plástico? Cinismos? Obrigadinha, não preciso.

Por outro lado, o PR diz que foi só ruído, diz que não há relatório OFICIAL sobre o  assunto...Estão a ver a  nuance do OFICIAL!!!!!?????? Oficial ou não, há relatório. E há mais...Não adianta virar a  cara, e pôr-se ao fresco!

"Presidente" Marcelo: o que o "Expresso" divulgou aproxima-me do essencial. E dá-me esperança.  Não é só fumaça.

As pessoas não são estúpidas. Mas há pessoas que não parecem ser estúpidas e são. Há também pessoas  que não são estúpidas e às vezes, porque convem, atuam estupidamente. Se é para iludir, ou para tapar o sol com a peneira, põe- se o lixo debaixo do tapete.

Podia agora abundar sobre Costa ou sobre  os  fofinhos da geringonça, mas fica para amanhã.

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
18
Abr16

Luis Osório é um homem provocante.


Fátima Pinheiro

luis.png

imagem tirada da net

 

"É quando envelhecemos que nos devemos dar aos outros. Porque quando os anos passam em nós somos mais uma história do que uma pessoa, mais um livro do que um corpo. Convém que nos saibamos oferecer ao mundo para que o mundo nos possa ler e aprender com o que observámos, sentimos, sofremos. Envelhecer só é triste se nos escondermos numa prateleira com medo de ser vistos, aí seremos apenas um livro empoeirado que a ninguém interessará ler." - lê-se na página de FB de Luís Osório, pública, como ele também (para pormenores vão ao google, está lá tudo). Não podia discordar mais do que aqui está escrito, mas provoca. Outro dia, com tempo, explico. Mas continuo a ler e subscrevo o que disse quando foi lançado o seu livro "Só entre nós", fruto também da sua gigantesca actividade nas redes sociais. Está para breve um outro livro. Em suma, estimo  a sua escrita.

 

"Lisboa foi ontem lugar de um debate acerca do recente livro do jornalista Luis Osório, "Só entre nós", e contou com a leitura e os desafios da escritora Alice Vieira. Pelo-me por um bom debate. Já tinha lido o livro, gostei e fui. E foi muito bom. Adriano Moreira, que escreve o prefácio da 2ªedição, acentua o carácter do espírito do tempo que sopra nesta escrita. Sábado à tarde, tempo a puxar para a praia e outros passeios. O que faz com que uma livraria de Campo de Ourique fique durante cerca de duas horas inundada de perguntas, vindas de pessoas tão diferentes, com distintas posturas e opiniões? Acho que sei.

Eu sou uma daqueles pessoas interesseiras que foi para o FB para publicitar o meu outro Blogue (isto fica aqui entre nós). Acontece que desde então percebi que é um mundo cheio de potencialidades, e tenho alargado horizontes. Like! Foi lá que comecei a ler o autor do livro, e do meu "metro" (de metro e meio e pouco mais) reconheço que ele descreve como poucos o que é o "humano". Tem Psicologia e Filosofia, e mais, até pela forma poética da sua escrita, a que já nos "habituou" nas suas crónicas no Jornal "Sol". 

É uma original e sui generis "mistura" de Pascal e S. Agostinho, até mesmo na forma, porque o livro reúne pensamentos confessados e confissões pensadas. Sem o pudor que muitas vezes nos tolhe a voz, e nos faz pecar por omissão. E sem nunca violar o que de mais sagrado trazemos connosco: a nossa intimidade e a nossa liberdade. É por isso que o que escreve me ilumina. Não pelas respostas mas pelas perguntas. E eu que vivo de uma Resposta,  de uma Encarnação de há mais de 2000 anos, ao lê-lo aviva-se a complexidade de que sou tecida. Tudo se torna mais simples e razoável porque é absurdo viver de uma resposta a perguntas que nunca foram feitas. Este livro é assim o traço de um caminho que não é diretamente iluminado por essa "minha" resposta, mas não deixa por isso de preciosamente enriquecer o meu perguntar.

"Só entre nós" porque são "muitos" os que o lêem - no FB e mais ainda agora com o livro. "Só entre nós" porque nunca belisca a intimidade que "só" a cada um pertence "pertencer", e que não se confunde com "solidão".

Não se resume, mas talvez possa dizer que estes inputs de Luís Osório são os insights de uma descida ao "inferno" que insiste em querer habitar-nos, paredes meias com janelas que deixam espaço para que o "céu" aconteça sem máscaras e agora. Um labirinto dionisíaco onde parece muitas vezes que nos perdemos, mas que é percurso que traz à tona a verdade do que somos, enchendo a dramaticidade da existência humana com uma positividade terna e apaixonada. Como no "Gebo e a Sombra" de Brandão e Oliveira: mais vale morrer do que viver sepultado.

A páginas tantas lê-se: "A rotina é um dos nossos paradoxos. Queremos a ela sobreviver por sabermos que se não o fizermos estamos condenados à solidão de nós próprios. E queremos ferozmente mantê-la porque só em nós sentimos conforto. Em cada momento, desejamos uma coisa e a outra. Destruir o sofá e sentarmo-nos nele. A rotina protege-nos. E mata-nos." É ou não é? Por isso é que a livraria encheu. Como reconheceu Alice Vieira, Luis diz coisas que poderíamos ser nós a dizer. "É mesmo isto!". Como se nos lesse por dentro, "só entre nós". É o carácter do espírito do tempo que soprou ontem, numa sala inundada de sedes. De desejo. De sentido para as nossas existências."

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
05
Set15

Gosto mais de Sócrates de brincos ou colar...


Fátima Pinheiro

O meu heterónimo "não te conheças a ti mesma" é uma segunda natureza. Gera-se e sai quando menos espero. Alegrei-me com o facto do autor do livro - escrito em inglês,  presumo que não técnico...- que é uma tese defendida na Science Po (ou Poucachinha), ou wanna be tese, esteja agora, desde ontem sem pulseira. (Um à parte :  foi Maria Filomena Mónica, na edição do Expresso de 22 de Agosto passado, que de forma rigorosa - bom jornalismo!!!!!! -, magnífica, tratou deste assunto da tese ou livro, ou assim.) Comigo alegraram-se todos os que consideram este novo estádio socrático ( e porque não até "comptiano") emergente ontem, e, note-se, não daqui a meia dúzia de dias, uma benção para para o ambiente de campanha;  isto no pressuposto de que a democracia é um bem que todos se esforçam por promover.

 

Não tendo nascido ontem, e saindo agora daquele heterónimo, nada disto me soa bem. Sócrates está livre, não usa já aquela coleira de pulso eléctrico/a. Sócrates é mesmo  um brinco, ou um brincar connosco; ou um colar, mas que já não vai pegar. Vai estar por aqui, mas já nada é igual. Fico triste, muito triste com estes directos televisivos tão pouco avisados, a darem-nos, em directo também, a nova morada do homem que saiu de Évora e que agora já pode encomendar pizza em Lisboa (quelle merveille!). Com número de porta e tudo. Se eu lá quiser ir ou fazer uma manifestação, são dados porreiros. Tristeza eu estar aqui a perder tempo com isto. Tristeza os rios de tinta que se gastam neste nada que parecer ser tudo. O mito.

 

Num tempo que precisa de debate, de argumentos e de paz para que se escolham os melhores para nos conduzir no bem comum, andamos a brincar às bonecas. E se decidissemos ir fazer o que ainda não foi feito?

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
06
Ago15

A oposição: feia,porca e má?


Fátima Pinheiro

 

Passam hoje 70 anos de Hiroshima/ imagem tirada da net

 

Esta season é silly, mas não pelas razões do costume. É por causa das eleições. Sou de todas as cores. Sobretudo gosto de uma cara lavada de quem diz o que pensa, na base de que se confronta consigo mesmo. Só pode ser exigente com outros quem é exigente consigo. Procurei as palavras, muitas. Uma caçadora de mim. E mais uma vez verifiquei que o dualismo e o maniqueísmo é do piorzinho. E que felizmente sei discernir, palavra que a Raquel Abecasis usou aqui no Rasante, anteontem. Náo há almoços grátis e ainda bem que os factos são os factos. Feios, porcos e maus? Ou Hiroshima meu amor?

 

Sei que em clima de pré campanha muito se diz. Encontrei palavras feias, porcas e más. Mas como o que disse no título é o nome de um filme (foi só para por um título mais chamativo; eu gosto mesmo que me leiam), prefiro as palavras certas, uma vez que esta minha quinta é filosófica, e digo que procurei as palavras  justas e injustas. Óbvio que com o meu critério. Aconselho a que se faça esse exercício e que se dê a cada um aquilo que é seu. Este post nada diz? Pois não. Isto da Democracia é para fazer mesmo, e dá muito trabalho de casa. A liberdade é coisa fina, discreta.

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
04
Ago15

Raquel Abecasis: ser parcial é fundamental (audio)


Fátima Pinheiro

 

imagem tirada da net

 

Qual é o maior mito do jornalismo? Raquel Abecasis, hoje Directora Editorial adjunta da Rádio Renascença, identifica-o, no registo que ontem nos deu e que se pode ouvir aqui em baixo.

Sempre quis ser jornalista desde pequenina, sem saber muito bem o que isso era, era uma espécie de "vocação oculta", uma coisa que foi crescendo. Começou pela publicidade e marketing, mas quando entrou numa redação foi "amor à primeira vista". Começou a fazer jornalismo numa época privilegiada, no desmoronar da URSS. Foi à primeira guerra do Golfo, aos campos de refugiados na fronteira com o Iraque,  e ao entrar no avião pensou: "e agora o que me vai acontecer?". Mas foram as circunstâncias que sempre a ensinaram a crescer profissional e pessoalmente. Na altura o jornalismo em Portugal era provinciano, não havia preparação. Um jornalista de guerra da BBC tem uma preparação quase militar. E ela: "levei um colete que era suposto ser à prova de bala, mas afinal era só à prova de facadas". Ainda hoje esse colete está na RR...

 

Hoje as guerras são ideológicas. O mundo caminha para uma situação que não é muito definida. O jornalismo tem por isso um papel importantíssimo na formação da opinião pública.

Mas como fazes jornalismo? Responde na ponta da língua: "é tentar ser verdadeira com aquilo que eu penso". "Ninguém é imparcial em coisa nenhuma". "O maior mito do jornalismo é que o jornalismo é imparcial", o que  "leva a muitos erros jornalistícios, e é absolutamente mentira".

Temos que fazer escolhas e escolhas, desde o que se veste ao levantar, ao alinhamento das notícias num noticiário

Ao público desafia a que saibam escolher, que saibam não ser imparciais, a que não abdiquem de discernir diante das coisas. Que não vão atrás de uma opinião que parece  dominante mas que nem sempre é verdadeira.

 

Como sempre vai continuar a seguir  o ritmo do acontecimento das coisas, por isso está sempre pronta para o que vier. Sem rotinas. São as circunstâncias a ditarem.

 

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
04
Ago15

Raquel Abecasis: ser parcial é fundamental (audio)


Fátima Pinheiro

 

imagem tirada da net

 

E qual é esse maior mito do jornalismo? Raquel Abecasis, hoje Directora Editorial adjunta da Rádio Renascença, identifica-o, no registo que ontem nos deu e que se pode ouvir aqui em baixo.

Sempre quis ser jornalista desde pequenina, sem saber muito bem o que isso era, era uma espécie de "vocação oculta", uma coisa que foi crescendo. Começou pela publicidade e marketing, mas quando entrou numa redação foi "amor à primeira vista". Começou a fazer jornalismo numa época privilegiada, no desmoronar da URSS. Foi à primeira guerra do Golfo, aos campos de refugiados na fronteira com o Iraque,  e ao entrar no avião pensou: "e agora o que me vai acontecer?". Mas foram as circunstâncias que sempre a ensinaram a crescer profissional e pessoalmente. Na altura o jornalismo em Portugal era provinciano, não havia preparação. Um jornalista de guerra da BBC tem uma preparação quase militar. E ela: "levei um colete que era suposto ser à prova de bala, mas afinal era só à prova de facadas". Ainda hoje esse colete está na RR...

 

Hoje as guerras são ideológicas. O mundo caminha para uma situação que não é muito definida. O jornalismo tem por isso um papel importantíssimo na formação da opinião pública.

Mas como fazes jornalismo? Responde na ponta da língua: "é tentar ser verdadeira com aquilo que eu penso". "Ninguém é imparcial em coisa nenhuma". "O maior mito do jornalismo é que o jornalismo é imparcial", o que  "leva a muitos erros jornalistícios, e é absolutamente mentira".

Temos que fazer escolhas e escolhas, desde o que se veste ao levantar, ao alinhamento das notícias num noticiário

Ao público desafia a que saibam escolher, que saibam não ser imparciais, a que não abdiquem de discernir diante das coisas. Que não vão atrás de uma opinião que parece  dominante mas que nem sempre é verdadeira.

 

Como sempre vai continuar a seguir  o ritmo do acontecimento das coisas, por isso está sempre pronta para o que vier. Sem rotinas. São as circunstâncias a ditarem.

 

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27
Abr15

Aura Miguel: "Papa e Fátima são inseparáveis" (audio)


Fátima Pinheiro

 Fotografia:  Bernardo/Rasante

O Papa a um metro do meu amigo  Fechi (também Francisco) e de mim,  na Audiência  com o Movimento Comunhão e Libertação, na Praça de São Pedro, no dia 7/03/2015

 

 

Nem de propósito.  Hoje, passa um ano do dia em que João Paulo II passou a "santo". Ontem foi anunciada a notícia da vinda do Papa Francisco a Fátima, a 13 de Maio de 2017. Melhor, a da sua intenção em vir a Portugal no centenário das Aparições, como manifestou a D. António Augusto dos Santos Marto, Bispo de Fátima. De Papas percebe a vaticanista, Aura Miguel. Aqui a deixo.

 

Esta foi mesmo Rasante. Aliás, ela é assim. Um dia confessou que preferia a adrelanina da rádio, à da de outro tipo de media. Se continuar neste registo feito ontem, vai ficar a saber o jornalismo que é feito, e como ela entende que ele deve ser. Discernir sempre, sem defesas, sem rede, contando o que "vê", arriscando....

 

Mais, a jornalista da Rádio Renascença "define" em três palavras os três papas que tem seguido. Uma espécie de três retratos. Abre-nos o que pensa da visita de Francisco a Fátima, do valor das aparições na História da Igreja, e mais.O quê?. Abra os ouvidos e oiça.

 

 

 

Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13). Exortai-vos cada dia uns aos outros, até ao dia que se chama «Hoje» (Hebr 3, 13).
17
Jan15

Charlie hebdo já em filme: "Os Lápis de França" (2015)


Fátima Pinheiro

 

 Jon Stewart (Credit: Comedy Central)

 

Hoje é copy paste. Este video é genial. Ele tem um talento invulgar: inteligência,humor, pinta. Começa no segundo 32 do link abaixo:

 

 http://www.salon.com/2015/01/13/jon_stewart_mocks_countries_who_jail_journalists_while_claiming_je_suis_charlie/?utm_source=facebook&utm_medium=socialflow

 

Jon Stewart mocks “Je Suis Charlie” hypocrisy: Countries claiming solidarity — even as they jail journalists.

The segment's light and mocking tone ends with a serious statement on freedom of the press VIDEO
SARAH GRAY

Jon Stewart began Monday night’s show by discussing the Paris solidarity rally, which took place over the weekend, in response to the horrific attacks that shook the city. And the comedian didn’t hold back.

 

His mockery extended to all parties: the French (with “tired stereotypes”), himself (about “Rosewater”), the Obama administration (for not attending the march) and most intensely countries that did attend the rally and also censor their own press (Egypt, Turkey, Israel, Saudi Arabia and more).

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