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Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

Rasante

De tudo um pouco. Cada manhã. Ao sair da pena, bem cedinho. Tudo me interessa.

20
Mar18

Sais così?


Fátima Pinheiro

sarkosy.jpg

 Pode ser. A política no seu pior. Não tira o sono mas entristece e é uma vergonha para a França, mas sobreturo para Sarkozy. É a segunda vez. Ainda falta uma. Vou ser básica: tantos de nós a contar tostões! E por cá, così fan  QUASE tutte.

Não falo hoje do Bombarral. Nem de doutoramentos, e muito menos de lições de "especialistas" a (des) abrilhantar "summits" em Coimbra. Deus me segure. Já não se aguenta mais o Armani da Covilhã. Um provincianismo sem igual. O que ele deve saber!!!!! E passos nada!

E Rio, sem boca, levou o Frontiers a demitir-se.  Tanto tempo!!!!! Há coisas que eu gostava mesmo de saber. Não me venham com o "a política é mesmo assim". Nem com "Dias internacionais", hoje é o da felicidade.  O que é certo é que Primavera está aí a menos de 8 horas. Putin ganhou e prometeu.

O resto é viver a sério. Politicamente correcta, mesmo. Não duvido de que sou mesmo capaz. 

13
Mar18

José Miguel Júdice em western mood


Fátima Pinheiro

 

is (8).jpg

 

 

E eu que pensava que estava diante de cultura.  Senhor doutor de leis, sabe o que quer dizer Deus ex-machina? Sic: Aranjem comentadores que comentem, por amor de Deus. Com ideias. Que trapalhada. O nobre espaço de comentário não é para ajuste de contas. Para isso temos os Westerns.

Era sobre Marcelo e o Congresso do CDS. Enxergue-se, faça a sua contabilidade com Marcelo e não fale do que não sabe. E que chatice, temos agora uma senhora de excelência na política...

O que  o senhor advogado gostaria era de ser era político, não era?

28
Set17

Política local é assim!


Fátima Pinheiro

Festas das artes.jpg

 

 

Jardim das Artes. Porque arte, é fora. E se o Jardim das Amoreiras fosse até Montmartre? É até aí que queremos ir com a sua arte e com a nossa iniciativa. Cultivamos a ideia de que trazer a arte para a rua, torná-la mais próxima e acessível, num ambiente descontraído, tem um sentido artístico. Foi assim que surgiu a ideia do Jardim das Artes. Trata-se, nada mais, nada menos, do que plantar arte num dos jardins mais inspiradores de Lisboa. Num evento que vai já na 2ª edição e que é organizado pela Boa Vizinhança de Santo António, o Jardim das Amoreiras abre-se às escolas de arte e a todos os artistas que queiram mostrar o seu talento.

Da pintura ao desenho, da escultura à fotografia, da gravura à aguarela, todos estes temas serão bem acolhidos neste movimento de expressão artística.
 
O Jardim das Artes irá ter lugar, dia 30 de setembro, entre as 11h00 e as 19h00 e o custo é de 15 euros por participante. ENVIE  A SUA CANDIDATURA para jardimdasartesbv2015@gmail.com
 
26
Set17

O PS ganha as eleições


Fátima Pinheiro

 

 

redonda.jpg

O PS ganha as eleições no domingo. Não me baseio em sondagens. Sou apenas uma aplicada observadora. O PS ganha, e ganhar tem dimensão nacional. A retórica de que, politicamente, nacional e local são coisas diferentes é incompleta. E o  PS ganha porque veio a investir e a cortar naquilo que lhe dá o poder de agora encher o bolso dos que no domingo lhe vão dar o "agradecido" voto. É Deus no céu e a geringonça na terra. E é compreensível. "Que ninguém passe fome", disse uma vez o recém-falecido bispo vermelho, D. Manuel Martins. O vermelho vale muito, mas não é tudo. 

O PS ganha porque Marcelo deixou (foi Cavaco que deu posse a Costa, 3 meses antes de Marcelo ser eleito, mas...).  Foi o PSD que ganhou as anteriores eleições, e a solução, sabiamente forjada  por quem sabemos, não era a única solução. Cavaco estava na recta final, acabou por fazer como Pilatos e Marcelo, ao chegar, fez o mesmo, Pilatos, queria presidir sem chatices. O PR queria continuar como sempre foi: leve e magnânimo, a ensinar e a usufrir. Ontem, com alguma tristeza, vi-o na sua chegada a Luanda, para participar na cerimónia de tomada de posse do recém-eleito Presidente. Achei-o abatido. Notava-se na cara. Lá no fundo sabe o que fez e o que anda a calar. Como diz Irina Shayk, a que era do Ronaldo e faz a campanha da conhecida marca de lingerie "intimissimi": "beauty starts inside". E Marcelo é um homem de boa cepa. Mas não tem chegado.

O PS ganha, sim, mas Portugal perde. Vamos pagar  lá mais para a frente. A sala está bonita, mas debaixo do tapete...E não é só isso. Há cortes que não deveriam ter sido feitos, e já se começam a fazer sentir.  Mas os bolsos carentes, esses, estão prontos ao voto. Agora aqui poderia falar doutros bolsos, sempre na maior, porreiros pá, mas hoje não.

Mas feitas bem as contas, o PS ganha mas é em falta de vergonha na cara, ganha em falta de sentido de Estado.

Quem ganha é afinal quem não sabe enganar o Povo. Quem não mente.

Quem ganha é o Expresso por ter publicado o que publicou e por sexta-feira ir divulgar mais. Eu sei que para um bom jornalismo  é  preciso identificar a fonte do Relatório.  Mas diante das graves circunstâncias que temos vivido, a mim basta-me a credibilidade daquele jornal. 

Espero que Portugal mostre, mais cedo ou mais tarde, tudo o que tem "inside". O que se nota na cara.  Nunca embarquei em Don Sebastiões, mas sei que há quem mereça a nobre tarefa de por Portugal no rumo, com tradição e inovação. Portugal um desafio a combater já, com o futuro em perspectiva; não um Portugal de buracos que vão sendo tapados mal e porcamente, à medida de votos. O meu País, que não troco por outro,  não é um monte de cinzas entregue a terroristas.

Sejamos pragmáticos sim. Mas não a qualquer preço. Se for preciso eu ponho-me de cócoras, ponho. Mas é para mudar as fraldas a quem delas precisa e precisa de ajuda. Não é para fazer figuras tristes "lá fora". Portugal é "intimissimi".

27
Fev16

O Bloco de Esquerda arrotou.


Fátima Pinheiro

arroto.jpg

fotografia tirada da net

O Bloco de Esquerda(BE) celebou a aprovação da lei da adopção por casais do mesmo sexo com um cartaz com a imagem de Jesus Cristo.  Ao fazê-lo abandalhou a democracia.  Gozar com a fé dos outros é estupidez e cretinice.

Gozar com a  fé cristã é grave, pelas mesmas razões. Não respeita a crença daqueles que acreditam em determinados conteúdos de fé. Não estamos em recreio. É muito feio. E, last but not the least, não usa argumentos, coisa elevada entre os humanos. Que gozassem entre colegas de carteira. Jantassem juntos, festejassem, e arrotassem em companhia, mas não;  fizeram-no publicamente, aliviaram-se e cantaram a ofender. A isto chamo violência. Falta de educação. Ignorância teológica e política. Assim perderam crediblidade. Perderam categoria. Enterraram-se.

Quando vi esse pseudo cartaz ainda pensei que não valia a pena dizer nada. Porque quem revela tamanha ignorância e oportunismo está longe de outras vozes. Não sabe dialogar. Mas quem não se sente não é filho de boa gente. E eu sou filha de boa gente.

Doutro ponto de vista, o tal cartaz ao precisar de uma muleta destas, encerra a estima invertida por uma alavanca milenar. E porquê?  Eu bem sei porquê. São razões que se prendem aos conteúdos da fé que pretendem ofender. Esta parte o BE não entende, porque confunde moral e religião, confunde teoria e prática, confunde humor com badalhoquice.

Numa palavra, o manifesto do BE é uma bojarda absolutamente impotente para os beliscar, aos conteúdos de fé, entenda-se. A capa revela um raquitismo intelectual que fere a  mais ínfima gota de inteligência. É antes um brincar às "trindades". Uma séria inteligência pode não acreditar na santíssima Trindade Teológica em que eu acredito. Ponto final parágrafo. Agora não se brinca às trindades. Se o BE o quer fazer, brinque antes a outra trindade que de misterioso nada tem, e na qual esse partido político é o espírito santo de um pai e de um filho que também conhecemos muito bem...

20
Jan16

PEDIU UMAS PRESIDENCIAIS?


Fátima Pinheiro

marcelo.gif

imagem tirada da net

 

Nestes tempos  tenho pensado que uma campanha para Presidente da República deveria ser isso mesmo, e não outra coisa; e deveriam ser candidatos apenas pessoas com a possibilidade de virem a ser eleitas. Tudo isto me parece muitas vezes uma burricada. Let´s focus on this subject: PRESIDENTE DA REPÚBLICA. O mal está em que não se distinguem nem as coisas nem os tinos.

A democracia abre as portas todas. Mas sem desmerecer ninguém não vejo como pode Nóvoa, Belém ou Marcelo se perfilarem ao mesmo que Tino. O critério do número de assinaturas é insuficiente nestas corridas. Ou então estou enganada.

Mas que outro critério se pode acrescentar? Falta a tal mão invisível. O que é certo é que se a coisa fosse levada a sério, não se forjariam assinaturas, não se organizariam excursões para encher comícios. Nem se empurraria ninguém para o que fosse sem um consentimento razoável.

Leio a Constituição: «O Presidente da República é o Chefe do Estado. Assim, nos termos da Constituição, ele "representa a República Portuguesa", "garante a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições democráticas" e é o Comandante Supremo das Forças Armadas."» Quem me garante que Tino não terá mais tino que Marcelo? Não se diz que é a pessoa que faz o cargo? A vida tem surpresas. Para ironia, ironia e meia. E estou farta de circo.

Há dias ouvi Maria de Belém afirmar que o Presidente da República é um Provedor. E depois entrou em detalhes sobre o que isso é. Baralhei-me e pensei que se estava a falar de Santana Lopes. Ouvimos tanta coisa que ficamos sem norte. Mas estou em campanha estou. É dever de qualquer cidadão pensar e agir. E não calar o que se vê.

Sem darmos por isso, em breve virão outras Presidenciais. Até lá espero que se cresça em democracia, o mesmo é dizer em discernimento. Engrandecer o discurso porque Portugal merece. Cada um dos portugueses merece mais do que os argumentos que têm estado na corrida. Tudo menos “le point”. Confrange o discurso de quem beija mais e onde, de quem tem este ou aquele na fotografia, dos estudos que cada um tem, e mais não digo que cansa. Aqui sim: haja tino, no crescer do trigo e do joio.

 

29
Out15

A Europa como nunca a viu


Fátima Pinheiro

 

Carlos do Carmo, imagem tirada da net

 

Pois é. A Europa, tema central mas até agora mais ou menos exclusivo para académicos, saltou para o meio da praça com o acordo de esquerda que aí vem.

Se podemos ter um Governo apoiado pelos comunistas e bloquistas que nos querem fora do euro, como vamos ficar na Europa?

E que Europa é esta que nos exige o que não conseguimos dar? E que Europa é esta onde uns acolhem e outros expulsam refugiados? E que Europa é esta onde todos sonham vir parar mas onde o sonho parece estar a ruir? Que Europa é esta, onde os velhos direitos se vêem gregos para conviver com o novo (velho?) capitalismo  emergente? Que Europa é esta?

Provocador e desafiante, o Conhaque-Philo, uma iniciativa da bloguista Fátima Pinheiro que convida gente a conversar, com café, um vinho ou mesmo um conhaque,  vai juntar políticos, jornalistas, economistas, artistas e quem mais vier. Para debater a Europa.

É na Casa Museu Medeiros e Almeida, Rua Mouzinho da Silveira, em Lisboa. Entre 3 de Novembro e 22 de Dezembro, uma vez por semana, «A Europa somos nós».

Só para abrir o apetite: começa com Eduardo Lourenço e José Manuel Fernandes, já no dia 3, a responderem à pergunta: «Europa: Observas-te a ti mesma?». E acaba a 22 de Dezembro, com Jorge Silva Melo e Aura Miguel a questionarem se no mapa europeu «Há mais vida para além do cenário».

Não resista. Vão lá estar o João Botelho, a Sofia Areal, o João Soares, o Pe Pedro Quintela, o José Milhazes, a Raquel Abecasis, a Aura Miguel, o Francisco Sarsfield Cabral, o João César das Neves, o Luís Osório e o Carlos do Carmo.

Desafiante e provocador! A Europa somos nós.

 

Programa em detalhe:

Conhaque-Philo 2015 - A EUROPA SOMOS NÓS

 A Casa-Museu Medeiros e Almeida acolhe o CONHAQUE-PHILO 2015, uma iniciativa da bloguista Fátima Pinheiro https://www.facebook.com/pages/Conhaque-Philo/520931661373616?fref=ts . Durante sete sessões semanais (3, 11, 17, 25 Novembro/ 1, 8 e 15 de Dezembro, das 21.30 às 23h - ENTRADA LIVRE – R.Mouzinho da Silveira,6,Lx) o tema é “A Europa somos nós”.

Facebook: https://www.facebook.com/casa.museu.medeiros.e.almeida

Website: www.www.casa-museumdeirosealmeida.pt

Uma conversa informal, provocadora e desafiante entre quem desafia e todos os que quiserem assistir e ser desafiados. A Sala do Lago da Casa-Museu transforma-se num espaço descontraído, onde se bebe um café, um vinho... ou mesmo conhaque.

 

3 Novembro

Europa: Observas-te a ti mesma?

Eduardo Lourenço/ José Manuel Fernandes

 

11 Novembro (4ª feira)

Que Vale, a Europa?

José Ribeiro e Castro/Raquel Abecasis/ Pe Pedro Quintela

 

17 Novembro

A juventude da velha europa

Francisco Sarsfield Cabral/João Luís César das Neves

 

25 Novembro (4ª feira)

As virtudes do desassossego

João Botelho/Sofia Areal

 

1 Dezembro

 Onde acaba a Europa?

José Milhazes/ João Soares

 

8 Dezembro

Se deixasses de ser minha?

Luís Osório/Carlos do Carmo

 

22 Dezembro

 Há mais vida para além do cenário?

Aura Miguel/Jorge Silva Melo* (*a confirmar)

26
Set15

O plafonamento socrático destas eleições


Fátima Pinheiro

 Já estou a preparar-me para as próximas eleições..

fotografia de JP

 

O show must go on? Parece que sim. E vamos lá saber porquê. Mas do quero mesmo falar é da Campanha para as Legislativas, que decorre com uma espécie de plafonamento socrático. O Engenheiro Sócrates quer ir agora a prolongamento e penalties? (o DN de hoje explica muito bem o que aconteceu ontem). Temos pena. Só o pus no título, porque a marca vende, e eu quero ser ouvida. É a banalidade deste meu blog. A grande pouca vergonha de querermos falar uns com os outros.

 

A Campanha então. A Democracia é um valor inestimável. E mais ainda o é, se ativada; se na base se oferecer uma informação transparente e total, sem tirar nem pôr; uma formação educada. E last but not the least, o primus inter pares é a vocação política "encarnada", para a "execução" do Bem Comum. Seria tão bom! Para o teu, e para o meu bem.

 

Campanha:onde estás, de onde vens, para onde vais? "Conhece-te a ti mesma!", ouve-se no templo em pleno coração da Grécia. O bom senso - outro inestimável, muito prático, sempre à mão - pede razoabilidade nas despesas, na forma de se "dialogar", no esgrimir de argumentos e pontos de vista, largos (humanos) de preferência, sem nada por de parte, por esquecimento,ou porque "não cabe",ou é demasiado complexo para se abordar. "Esquece", oiço tantas vezes...

 

A Campanha: o que vejo? Eu sei. Entra pelos olhos adentro que a justiça é quase sempre feita de justiças.Coloridas de penas e pesares que não dão a cada um aquilo que é seu. Não precisamos de utopias, eu sei. Mas sei que melhor é possível. Vejo que a Campanha é uma burricada se nela passa apenas gente afiambrada. Sei muito bem quem tem a mão no meu bolso.

 

29
Set14

PS e Poder das Circunstâncias


Fátima Pinheiro

imagens tiradas da net

até agora a "alabanza" e o "alabar" têm sido um "high skill" do PS - como diz o outro "não ná necessidade", "faz bem e o bem sem dizer a quem"

O momento é de mudança, que precisa de mobilização. Nada nem ninguém tem o poder de fugir ao poder da circunstância. O poder é que se pode apropriar das circunstâncias e fazer, ou não delas, o que elas têm para oferecer. Isto a propósito da vitória do PS, de ontem. Não sou de “alabanzas” e na minha paleta cabem muitas cores. Nem ao cepticismo deixo criar raízes. O que me interessa é a obra e o seu potencial artístico; entenda-se por este uma coisa muito práctica que é dar de beber à dor. À dor toda. A da fome mesmo, e a da fome de uma consolação total. Mente com todos os dentes quem diz que não se importa de um dia morrer. E coisa grave: quem tem o fardo e o gosto de governar o meu país deve trabalhar para o bem comum.

As intenções são invisíveis à vista desarmada. Mas à medida que o tempo passa, os “corações” vão mostrando o que são, porque o tempo “existe” para isso mesmo: para construir ou destruir. A “vã” glória de mandar - do “non” de Vieira & Oliveira - pode ser o trampolim para uma Política de “YES WE CAN!” Resta perguntar: “CAN” O QUÊ? A ver quem sabe…

As pessoas ocupam o meu centro, o que mata qualquer forma de maniqueísmo. Por isso não sou de achar “agora é que é!”. Ou seja, não acredito em voluntarismos de peito cheio, reciclo-os. São só ares que se desvanecem no bidon que não há. António Costa disse na sexta que “é tempo de começar a pensar Portugal”. Acho “mal”. Só agora é que acordou? Mas, como se diz, valerá mais tarde que nunca. E hoje sublinho só duas ou três coisas.

Quem não deseja e quer mudar? Para melhor, claro. Para pior já basta assim. Espero que se aprenda do Passado. O quê? Que a pasta agora devolvida ao PS não volte, um dia, como aquela que, num outro dia chegou às mãos deste Governo e pressionou – mal ou bem - um memorando e afluentes. Espero que a ida e volta de José y Gasset para Paris não tenha sido um “fait divers”, e que a filosofia seja mesmo uma mais valia. Espero que a síndrome Mário Soares não seja obnubilada pelo bem que a ele devemos. Há muito que aprender daquilo de que ninguém fala, porque, meus caros, ao Soares nem com uma flor se toca. Era bom que se tocasse. Ainda é preciso dizer porquê?

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